{"id":35466,"date":"2021-08-20T15:56:32","date_gmt":"2021-08-20T18:56:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=35466"},"modified":"2021-08-20T15:56:32","modified_gmt":"2021-08-20T18:56:32","slug":"mapa-situa-projetos-de-complexos-eolicos-offshore-licenciados-pelo-ibama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/mapa-situa-projetos-de-complexos-eolicos-offshore-licenciados-pelo-ibama\/","title":{"rendered":"Mapa situa projetos de Complexos E\u00f3licos Offshore licenciados pelo Ibama"},"content":{"rendered":"<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) elaborou mapa que aponta a localiza\u00e7\u00e3o dos projetos de Gera\u00e7\u00e3o de Energia E\u00f3lica Offshore que est\u00e3o em processo de licenciamento, atendendo uma antiga demanda de investidores do setor, Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o Governamentais (ONGs), universidades e outras entidades que t\u00eam procurado informa\u00e7\u00f5es especializadas. Os arquivos podem ser acessados nos formatos PDF e Kmz.<\/p>\n<p>Os complexos E\u00f3licos Offshore est\u00e3o em franca expans\u00e3o por todo o globo e fazem parte da crescente gama de tipologias de gera\u00e7\u00e3o de energias renov\u00e1veis. O Brasil \u00e9 um dos recentes polos de interesse para a instala\u00e7\u00e3o desta tecnologia.<\/p>\n<p>Com a perspectiva iminente de explora\u00e7\u00e3o da matriz energ\u00e9tica de fonte e\u00f3lica em ambiente marinho (offshore), e consequente abertura de processos de licenciamento dessa tipologia, o Ibama prop\u00f4s a constru\u00e7\u00e3o, de forma participativa, de quadro normativo ambiental sobre o tema.<\/p>\n<p>Para o desenvolvimento desta agenda, o Instituto buscou informa\u00e7\u00f5es em pa\u00edses que possuem complexos e\u00f3licos marinhos em opera\u00e7\u00e3o. Esses parceiros internacionais j\u00e1 conhecem os impactos ambientais associados a este tipo de empreendimento, implementam medidas mitigadoras e estrat\u00e9gias de minimiza\u00e7\u00e3o de impactos e possuem dados relevantes de monitoramento; expertise fundamental para fundamentar a experi\u00eancia brasileira.<\/p>\n<p><strong>Rimac<br \/>\n<\/strong>Em 2019, foi firmada parceria entre a Uni\u00e3o Europeia e o Ibama, por meio do programa Di\u00e1logos Setoriais, para o aprimoramento de projetos de energia sustent\u00e1vel, o alcance das metas do Acordo de Paris, o aumento do fluxo de conhecimento ambiental, e a expans\u00e3o do canal de investimentos na \u00e1rea de energia renov\u00e1vel.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia dessa parceria, em julho do mesmo ano, foi realizado o Workshop Internacional de Avalia\u00e7\u00e3o de Impactos Ambientais em Complexos E\u00f3licos Offshore, que facilitou a troca de conhecimento entre especialistas europeus (Alemanha, B\u00e9lgica, Noruega, Portugal e Reino Unido) e diversas institui\u00e7\u00f5es brasileiras como Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE) e Comiss\u00e3o Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), al\u00e9m do Centro Nacional de Pesquisa e Conserva\u00e7\u00e3o de Aves Silvestres (Cemave), e Universidades Federais do Rio Grande do Norte e do Rio de Janeiro (UFRN e UFRJ).<\/p>\n<p>Outro fruto desta colabora\u00e7\u00e3o foi o &#8220;Complexos E\u00f3licos Offshore: Estudo sobre Avalia\u00e7\u00e3o de Impactos&#8221;, trabalho elaborado por perito vinculado \u00e0 UFRN, que apresenta os atuais modelos de planejamento e licenciamento ambiental de seis pa\u00edses europeus: Alemanha, B\u00e9lgica, Dinamarca, Espanha, Fran\u00e7a e Portugal.<\/p>\n<p>A partir disso, com a identifica\u00e7\u00e3o dos potenciais impactos da tipologia, houve o direcionamento do foco do diagn\u00f3stico ambiental para os grupos com maior probabilidade de interfer\u00eancia, como tartarugas, aves, mam\u00edferos marinhos e ambientes recifais, assim como, para aspectos relacionados \u00e0 pesca artesanal, navega\u00e7\u00e3o e turismo, considerando o distanciamento da costa e alternativas t\u00e9cnico-locacionais.<\/p>\n<p>O Ibama entende que a troca de experi\u00eancias, conhecimentos t\u00e9cnicos e boas pr\u00e1ticas desenvolvidas nessa agenda podem motivar modelos regulat\u00f3rios ambientais seguros e transparentes.<\/p>\n<p>Como resultado desses esfor\u00e7os, em novembro de 2020, foi lan\u00e7ado o Termo de Refer\u00eancia (TR) padr\u00e3o para Estudos de Impacto Ambiental e Relat\u00f3rios de Impacto Ambiental (EIA\/Rima) de Complexos E\u00f3licos Mar\u00edtimos. A padroniza\u00e7\u00e3o do TR traz celeridade e qualidade \u00e0s an\u00e1lises ambientais, al\u00e9m de diminuir a discricionariedade e a inseguran\u00e7a jur\u00eddica, garantindo assim, prote\u00e7\u00e3o ambiental e atra\u00e7\u00e3o de investidores.<\/p>\n<p>Com a publica\u00e7\u00e3o do TR, a abertura de novos processos de licenciamento ambiental para projetos da tipologia foi intensificada, sinalizando que o caminho tomado pelo Instituto foi acertado.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, em 2021, o Ibama analisa 20 processos de licenciamento ambiental da tipologia, com proposta de instala\u00e7\u00e3o de 3137 aerogeradores, totalizando 42.100 MW.<\/p>\n<p>A perspectiva, baseada nas caracter\u00edsticas encontradas no pa\u00eds, \u00e9 que sejam produzidos 700Gw de energia caso todo seu potencial e\u00f3lico seja explorado, o que corresponde a dez vezes mais que o produzido por todos os empreendimentos de gera\u00e7\u00e3o de energia instalados no Brasil atualmente.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) elaborou mapa que aponta a localiza\u00e7\u00e3o dos projetos de Gera\u00e7\u00e3o de Energia E\u00f3lica&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":20482,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-35466","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35466","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35466"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35466\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35468,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35466\/revisions\/35468"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20482"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35466"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35466"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35466"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}