{"id":34248,"date":"2021-03-12T09:48:38","date_gmt":"2021-03-12T12:48:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=34248"},"modified":"2021-03-12T09:48:38","modified_gmt":"2021-03-12T12:48:38","slug":"porto-de-vitoria-movimentacao-cresce-2314-no-acumulado-do-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-vitoria-movimentacao-cresce-2314-no-acumulado-do-ano\/","title":{"rendered":"Porto de Vit\u00f3ria: movimenta\u00e7\u00e3o cresce 23,14% no acumulado do ano"},"content":{"rendered":"<p>Mantendo a tend\u00eancia de crescimento na movimenta\u00e7\u00e3o de cargas, o Porto de Vit\u00f3ria registrou ganho de 23,14% nos dois primeiros meses do ano, em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo intervalo do ano passado. Neste per\u00edodo, foram movimentadas 1.129.088 toneladas, sendo estas as principais cargas: soda c\u00e1ustica; malte; adubo e fertilizante; cont\u00eainer e m\u00e1rmore e granito.<\/p>\n<p>Em meio aos destaques de movimenta\u00e7\u00e3o por natureza de carga, aparece o granel s\u00f3lido, com aumento de 88,56 mil t movimentadas em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, percentual que corresponde a 27,13%. Nesta categoria, os principais produtos movimentados tiveram aumento expressivo: malte (+41,3%) e fertilizante (+38.39%).<\/p>\n<p>De acordo com o coordenador de Planejamento e Desenvolvimento (COPLAD), Leonardo Bianchi, a perspectiva \u00e9 que o granel s\u00f3lido seja a principal carga operada no Porto de Vit\u00f3ria em 2021.<\/p>\n<p>Dentre o granel l\u00edquido, a soda c\u00e1ustica foi o maior destaque, registrando aumento de 72%. O relat\u00f3rio de movimenta\u00e7\u00e3o elaborado pela COPLAD tamb\u00e9m d\u00e1 destaque a carga conteinerizada, que no acumulativo registrou aumento de 30,33% em compara\u00e7\u00e3o a 2020, movimentando 114,69 mil t. Ainda, a movimenta\u00e7\u00e3o de carga geral solta apresentou aumento de 18,92%, tendo como destaque a exporta\u00e7\u00e3o de granito.<\/p>\n<p><strong>Quantidade e origem<\/strong><\/p>\n<p>Na soma de janeiro e fevereiro deste ano, o Porto de Vit\u00f3ria registrou percentual de 51,27% em embarque de longo curso (embarca\u00e7\u00f5es com destino para fora do Brasil) e 48,73% na categoria de cabotagem (navios com destino a portos brasileiros).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, no acumulativo, o porto registrou mais toneladas em embarque de produtos quando comparado a desembarque. Neste primeiro, foram registradas 261,21 mil t de produtos movimentados e, quanto ao desembarque de cargas, o porto capixaba registrou 243,96 mil t.<\/p>\n<p>Quando o assunto \u00e9 origem de cargas, o pa\u00eds que aparece no topo de importa\u00e7\u00f5es dos produtos movimentados pelo Porto de Vit\u00f3ria s\u00e3o os Estados Unidos, que somente nos dois meses iniciais deste ano recebeu 45 mil t de carga. O pa\u00eds norte-americano \u00e9 seguido pela China, Col\u00f4mbia, Holanda e Est\u00f4nia.<\/p>\n<p>J\u00e1 dentro do territ\u00f3rio brasileiro, o estado que teve destaque em produtos recebidos pelo porto capixaba foi S\u00e3o Paulo, com 101 mil t de cargas recebidas. O estado paulista \u00e9 seguido pelo Rio de Janeiro, Amazonas e Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Fonte: Informativo dos Portos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mantendo a tend\u00eancia de crescimento na movimenta\u00e7\u00e3o de cargas, o Porto de Vit\u00f3ria registrou ganho de 23,14% nos dois primeiros meses do ano, em compara\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6436,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[248,405,191,1925,4438,237,117,109,2243],"class_list":["post-34248","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-amazonas","tag-aumento","tag-cargas","tag-conteiner","tag-io-de-janeiro","tag-movimentacao","tag-navios","tag-parana","tag-porto-de-vitoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34248","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34248"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34248\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34249,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34248\/revisions\/34249"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6436"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34248"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34248"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34248"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}