{"id":33141,"date":"2020-12-23T11:39:31","date_gmt":"2020-12-23T14:39:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=33141"},"modified":"2020-12-23T11:39:31","modified_gmt":"2020-12-23T14:39:31","slug":"golar-power-anuncia-novos-projetos-de-gas-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/golar-power-anuncia-novos-projetos-de-gas-no-brasil\/","title":{"rendered":"GOLAR Power anuncia novos projetos de g\u00e1s no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Companhia \u00e9 uma das principais empresas de log\u00edstica de g\u00e1s natural liquefeito no mundo<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A Golar Power, uma joint venture entre a norueguesa Golar LNG e o fundo Stonepeak Infrastructure Partners, anuncia que pretende expandir sua atua\u00e7\u00e3o no mercado brasileiro de g\u00e1s natural nos pr\u00f3ximos anos. A companhia \u00e9 pioneira no pa\u00eds na opera\u00e7\u00e3o com o GNL em tr\u00eas segmentos:<em> upstream<\/em> (explora\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e liquefa\u00e7\u00e3o), <em>midstream<\/em> (transporte) e <em>downstream <\/em>(terminais de regaseifica\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o de GNL em pequena escala), al\u00e9m da gera\u00e7\u00e3o de energia.<\/p>\n<p>O Grupo GOLAR possui embarca\u00e7\u00f5es que funcionam como Unidades Flutuantes de Regaseifica\u00e7\u00e3o e Armazenamento (FSRU, segundo a sigla em ingl\u00eas) de GNL fornecendo servi\u00e7os para a Petrobras desde 2007, nos Estados do Rio de Janeiro, Bahia e Cear\u00e1. Atualmente, existem plantas flutuantes de regaseifica\u00e7\u00e3o da Golar LNG no mundo todo, como no Reino Unido, Cr\u00f3acia, Bermudas, Brasil, Camar\u00f5es, Mal\u00e1sia e Noruega.<\/p>\n<p>A Companhia informa que est\u00e1 investindo em uma s\u00e9rie de projetos no Brasil apostando no aumento do uso de GNL, hoje usado no pa\u00eds principalmente para gera\u00e7\u00e3o de energia. J\u00e1 a Golar Power \u00e9 s\u00f3cia dos projetos termoel\u00e9tricos integrados Porto de Sergipe I (CELSE &#8211; Centrais El\u00e9tricas de Sergipe), que opera um terminal de GNL e uma central termoel\u00e9trica com capacidade instalada de 1550 megawatts (MW) em Barra dos Coqueiros, no Estado de Sergipe, e do projeto integrado Centrais El\u00e9tricas de Barcarena (CELBA), no Estado do Par\u00e1, cujo terminal de GNL tem previs\u00e3o de entrada em opera\u00e7\u00e3o no in\u00edcio de 2022 e a termoel\u00e9trica em 2023. A empresa ainda est\u00e1 \u00e0 frente do Terminal G\u00e1s Sul (TGS), em Santa Catarina, e do terminal de GNL de Suape, ambos em fase avan\u00e7ada de licenciamento.<\/p>\n<p>A ZEG Biog\u00e1s anunciou que tamb\u00e9m fechou parceria com a Golar Power com o objetivo de viabilizar a distribui\u00e7\u00e3o de g\u00e1s liquefeito de biometano, o GasBio, para abastecimento de caminh\u00f5es. A opera\u00e7\u00e3o \u00e9 a primeira do Estado de S\u00e3o Paulo que ir\u00e1 disponibilizar o biometano em escala comercial. O objetivo do projeto \u00e9 oferecer um combust\u00edvel alternativo e com baixo impacto ambiental.<\/p>\n<p>Em entrevista exclusiva para a Revista SINCOMAM, o Gerente de Opera\u00e7\u00f5es da Golar Power Brasil, Georges Barthel Cris\u00f3stomo, fala sobre os projetos da empresa, as expectativas do mercado da navega\u00e7\u00e3o de cabotagem, e a gera\u00e7\u00e3o de empregos para os mar\u00edtimos nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p><em>\u201c<\/em> <em>Apesar da pandemia do COVID-19, a GOLAR POWER continua trabalhando forte na implanta\u00e7\u00e3o de seus projetos. Mesmo com dificuldades enfrentadas, nada parou\u201d, disse Georges Barthel.<\/em><\/p>\n<p><strong>Revista SINCOMAM \u2013 <\/strong><strong>Em que fase se encontra o projeto da empresa referente ao terminal de importa\u00e7\u00e3o de GNL em Barcarena, na regi\u00e3o norte do pa\u00eds?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gerente de Opera\u00e7\u00f5es da Golar Power Brasil, Georges Barthel Cris\u00f3stomo \u2013 <\/strong>Desde 2015 j\u00e1 foram investidos montantes relevantes de recursos financeiros e humanos no projeto da CELSE (Centrais El\u00e9tricas de Sergipe), e pretendemos continuar investindo em nossos demais projetos no Brasil, gerando desenvolvimento e empregos. No ano passado, a Golar Power e seu s\u00f3cio Evolution Partners venceram o leil\u00e3o de energia nova A-6 com um PPA de 605 MW que ser\u00e1 gerada atrav\u00e9s da Usina Termoel\u00e9trica (UTE) Novo Tempo da CELBA (Centrais El\u00e9tricas de Barcarena), localizada no munic\u00edpio de Vila do Conde, em Barcarena (PA). O projeto contempla uma UTE, gasoduto integrado, <em>dolphins<\/em> de atraca\u00e7\u00e3o e uma Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseifica\u00e7\u00e3o (FSRU) de g\u00e1s natural liquefeito, com capacidade para entregar 15 milh\u00f5es de m\u00b3 de g\u00e1s\/dia. Em Barcarena, a companhia possuir\u00e1 uma ampla capacidade de oferta do insumo na regi\u00e3o, portanto al\u00e9m de abastecer a UTE, ser\u00e1 negociado fornecimento de g\u00e1s com a distribuidora local, para abastecimento de resid\u00eancias e ve\u00edculos de carga e passeio, bem como com grandes consumidores industriais locais.<\/p>\n<p><strong>R.S. &#8211; O Minist\u00e9rio de Minas e Energia aceitou a solicita\u00e7\u00e3o da Golar Power, aprovando a importa\u00e7\u00e3o de GNL at\u00e9 o final de 2023, no Terminal de Regaseifica\u00e7\u00e3o em Salvador (BA). Me fale sobre essa negocia\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Georges Barthel &#8211; <\/strong>Nosso projeto na Bahia \u00e9 levar g\u00e1s para clientes industriais, como, por exemplo, o P\u00f3lo Petroqu\u00edmico de Cama\u00e7ari. Para isso, poderemos executar uma rede de gasodutos estruturantes, onde n\u00f3s fazemos o investimento na regaseifica\u00e7\u00e3o.\u00a0 N\u00e3o vamos trabalhar s\u00f3 com o GNL. Nossa estrat\u00e9gia \u00e9 ter um mix de fornecedores de g\u00e1s, tanto importado como de produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica. Procuraremos n\u00e3o ficar restritos exclusivamente onde exista rede de gasodutos de transporte e de distribui\u00e7\u00e3o.\u00a0 Nossa proposta \u00e9 tamb\u00e9m interiorizar o g\u00e1s. Hoje, 95% dos munic\u00edpios brasileiros n\u00e3o contam com gasodutos. Temos um enorme mercado potencial para atender.<\/p>\n<p><strong>R.S. &#8211; Diante da atual crise mundial, gerada pelo novo coronav\u00edrus, quais s\u00e3o os investimentos da empresa no Pa\u00eds para os pr\u00f3ximos anos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Georges Barthel \u2013 <\/strong>A Golar Power mant\u00e9m seus projetos no Brasil, que t\u00eam como objetivo criar infraestrutura para o Novo Mercado de G\u00e1s no Pa\u00eds.\u00a0 A empresa est\u00e1 alinhada com a estrat\u00e9gia do Governo de abertura do mercado do g\u00e1s e vem se posicionando na vanguarda dessa iniciativa, em diversas frentes de atua\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m dos projetos de grandes terminais de regaseifica\u00e7\u00e3o ancorados por termoel\u00e9tricas, como \u00e9 o caso da Celse, a maior termoel\u00e9trica a g\u00e1s da Am\u00e9rica Latina, apostamos em projetos alternativos que visam a democratiza\u00e7\u00e3o do g\u00e1s como fonte de desenvolvimento econ\u00f4mico e social. A fim de diversificar nosso portif\u00f3lio, lan\u00e7amos uma chamada p\u00fablica para a aquisi\u00e7\u00e3o de 5 milh\u00f5es de m\u00b3\/dia de biometano. A meta \u00e9 liquefazer este combust\u00edvel, gerando o BioGNL, direcionado, sobretudo, ao transporte rodovi\u00e1rio e ferrovi\u00e1rio. Com isso, pretendemos monetizar o biog\u00e1s nacional e introduzir um combust\u00edvel renov\u00e1vel, com emiss\u00e3o negativa de carbono, ao nosso mix de fontes de g\u00e1s. Esperamos que, com a abertura do mercado de g\u00e1s, novos modelos de neg\u00f3cios se consolidem no Brasil, expandindo a oferta do g\u00e1s natural para munic\u00edpios do interior, promovendo desenvolvimento social e econ\u00f4mico por meio da oferta de um combust\u00edvel mais limpo e mais barato que outros de origem f\u00f3ssil. Acreditamos, ainda, no aumento da produ\u00e7\u00e3o do biometano.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 A<\/strong><strong> companhia anunciou que estava apostando em projetos de fornecimento de GNL por meio de caminh\u00f5es. Como est\u00e3o as negocia\u00e7\u00f5es deste mercado log\u00edstico?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Georges Barthel \u2013<\/strong> A Golar Power firmou parceria com Alliance GNLog para transportar, em caminh\u00f5es movidos a GNL, ISO-conteiners contendo GNL, para regi\u00f5es do interior do Pa\u00eds que n\u00e3o est\u00e3o ligadas aos gasodutos de transporte de g\u00e1s do litoral. Ao mesmo tempo, apoiamos toda a ind\u00fastria automotiva que est\u00e1 desenvolvendo ve\u00edculos pesados movidos a GNL.\u00a0 A Alliance GNLog comprou quatro caminh\u00f5es SHACMAN (fabricante automotivo chin\u00eas) que j\u00e1 est\u00e3o rodando no Brasil, em fase de testes, com o nosso combust\u00edvel, e estamos em negocia\u00e7\u00e3o com outras montadoras. O projeto envolve o fretamento de caminh\u00f5es para escoamento do g\u00e1s, ao mesmo tempo que incentivamos o uso do GNL em substitui\u00e7\u00e3o ao diesel. O g\u00e1s \u00e9 um combust\u00edvel mais limpo, com pegada menor de carbono, e mais econ\u00f4mico.\u00a0 Ao ser liquefeito, o volume do g\u00e1s \u00e9 reduzido em 600 vezes, o que faz com que seja mais facilmente transportado em caminh\u00f5es e aumenta a autonomia dos caminh\u00f5es que tamb\u00e9m usam o GNL como combust\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 Como a empresa avalia o trabalho dos Condutores de M\u00e1quinas tripulados nas embarca\u00e7\u00f5es do Grupo Golar?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Georges Barthel \u2013<\/strong> As empresas do grupo aprenderam muito nesses mais de 10 anos operando navios no Brasil.\u00a0 No in\u00edcio das opera\u00e7\u00f5es do grupo, l\u00e1 em 2008, quando o mercado de \u00f3leo e g\u00e1s estava superaquecido e o mercado local desconhecia as opera\u00e7\u00f5es de navios de GNL, tivemos certa dificuldade de encontrar tripulantes especializados no nosso tipo de opera\u00e7\u00e3o. No entanto, esse desafio foi superado e hoje nas empresas do grupo contamos com 60 tripulantes brasileiros na frota local, dos quais 4 s\u00e3o Condutores de M\u00e1quinas. \u00c9 importante frisar que devido ao nosso tipo de opera\u00e7\u00e3o, todos os Condutores de nossa frota precisam ter o certificado EBGL, se comunicar bem em ingl\u00eas e possuir experi\u00eancia s\u00f3lida em solda, sendo esses requisitos imprescind\u00edveis para qualquer profissional desta categoria que pretenda se candidatar a vagas em nossa empresa. O n\u00famero de Condutores que empregamos atualmente em nossas empresas ainda \u00e9 baixo, pois no momento temos somente 2 FSRUs operando no Brasil, mas temos previs\u00e3o de at\u00e9 2024 termos de quatro a sete navios no pa\u00eds, com um total de 144 tripulantes brasileiros contratados, sendo metade destes oficiais, e dentre os n\u00e3o oficiais cerca de 14 ser\u00e3o Condutores de M\u00e1quinas. Conforme a Resolu\u00e7\u00e3o Normativa (RN) do Conselho Nacional de Imigra\u00e7\u00e3o N\u00b0 6 de 2017, a partir do nonag\u00e9simo (90) dia de opera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras, o navio estrangeiro operando em cabotagem no Brasil dever\u00e1 respeitar o percentual m\u00ednimo de 20% de sua tripula\u00e7\u00e3o composta por mar\u00edtimos brasileiros, em todos os n\u00edveis t\u00e9cnicos, a partir de 180 dias esse percentual cresce para 33%. No entanto, atualmente j\u00e1 ultrapassamos tal limite obrigat\u00f3rio e cerca de 42% da tripula\u00e7\u00e3o de nossos navios operando no Brasil \u00e9 formada de brasileiros, e empregamos mais brasileiros do que qualquer outra nacionalidade nestes navios.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013<\/strong> <strong>Qual a perspectiva da Golar Power diante da poss\u00edvel aprova\u00e7\u00e3o do projeto de Lei 4199\/2020 \u2013 o BR do Mar?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Georges Barthel \u2013<\/strong> \u00a0Atualmente a Golar Power n\u00e3o \u00e9 uma Empresa Brasileira de Navega\u00e7\u00e3o (EBN), que ser\u00e3o as maiores beneficiadas por essa legisla\u00e7\u00e3o, considerando que n\u00e3o mais depender\u00e3o de tonelagem para trazer navios estrangeiros para operar no Brasil, especialmente aqueles que nossos estaleiros ainda n\u00e3o est\u00e3o habilitados a construir, como \u00e9 o caso dos navios de GNL. Isso certamente aumentar\u00e1 o n\u00famero de embarca\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis na frota nacional, ajudando a desenvolver a navega\u00e7\u00e3o de cabotagem no Brasil. Acreditamos tamb\u00e9m que o requisito de emprego de 67% de tripulantes brasileiros nesses navios trar\u00e1 novos empregos para os mar\u00edtimos brasileiros, o que \u00e9 muito bom, e esperamos que desta forma consigamos qualificar ainda mais a m\u00e3o-de-obra local nesses novos tipos de embarca\u00e7\u00f5es e opera\u00e7\u00f5es que est\u00e3o por vir, o que certamente ser\u00e1 ben\u00e9fico para todos n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 Qual a relev\u00e2ncia dos Acordos Coletivos de Trabalho para a empresa e para os mar\u00edtimos que comp\u00f5em o quadro de funcion\u00e1rios da companhia?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Georges Barthel \u2013<\/strong> \u00a0O Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) \u00e9 uma importante ferramenta para o regramento das condi\u00e7\u00f5es de trabalho de empregados brasileiros em todos os setores. Ele tamb\u00e9m serve como base para a resolu\u00e7\u00e3o de conflitos e das condi\u00e7\u00f5es e benef\u00edcios m\u00ednimos de trabalho para nossos trabalhadores. No nosso caso, tentamos endere\u00e7ar e conciliar com os sindicatos todos os nossos desafios como empresa e os pleitos das categorias, para que consigamos dar melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho para nossos funcion\u00e1rios e, ao mesmo tempo, viabilizar a continuidade das opera\u00e7\u00f5es da empresa.<\/p>\n<p><strong>R.S. \u2013 H\u00e1 previs\u00e3o de contrata\u00e7\u00e3o de mar\u00edtimos para 2021?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Georges Barthel \u2013\u00a0 <\/strong>Sim. Esperamos que o terminal de Suape, caso entre em opera\u00e7\u00e3o a partir do segundo trimestre de 2021, contrate cerca de 12 mar\u00edtimos locais para tripular o nosso navio de transporte de GNL em pequena escala, o LNGBV Avenir Accolade, que est\u00e1 sendo constru\u00eddo na China e tem previs\u00e3o para entrega janeiro de 2021.<\/p>\n<p>Fonte: SINCOMAM &#8211; Margarida Putti<\/p>\n<p>Foto: divulga\u00e7\u00e3o GOLAR<\/p>\n<p>Acesse a<a href=\"https:\/\/www.sincomam.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/ED-18-2020_SAIDA_DIGITAL.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>\u00a0Revista SINCOMAM<\/strong><\/a>\u00a0e leia outras not\u00edcias do setor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Companhia \u00e9 uma das principais empresas de log\u00edstica de g\u00e1s natural liquefeito no mundo A Golar Power, uma joint venture entre a norueguesa Golar LNG&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":33142,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[3561,4206,4211,4212,110,2751,107,1423,4209,4210,4208,4205,2152,4203,4204,66,4207,47,2755,80,789,967,17,614,4213,1232],"class_list":["post-33141","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-br-do-mar","tag-caminhao","tag-celba","tag-celse","tag-combustivel","tag-covid-19","tag-empresa","tag-entrevista","tag-flutuantes","tag-fsru","tag-gas-natural-liquefeito","tag-georges-barthel","tag-gnl","tag-golar-lng","tag-golar-power-brasil","tag-investimentos","tag-logisitica","tag-navio","tag-pandemia","tag-porto","tag-projetos","tag-regaseificacao","tag-sincomam","tag-suape","tag-tgs","tag-unidades"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33141","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33141"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33141\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33143,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33141\/revisions\/33143"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33142"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33141"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33141"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33141"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}