{"id":33016,"date":"2020-12-15T11:56:49","date_gmt":"2020-12-15T14:56:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=33016"},"modified":"2020-12-15T11:56:49","modified_gmt":"2020-12-15T14:56:49","slug":"lava-jato-entra-com-acao-de-improbidade-contra-maersk-e-ex-funcionarios-da-petrobras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/lava-jato-entra-com-acao-de-improbidade-contra-maersk-e-ex-funcionarios-da-petrobras\/","title":{"rendered":"Lava Jato entra com a\u00e7\u00e3o de improbidade contra Maersk e ex-funcion\u00e1rios da Petrobras"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Pedido de indisponibilidade de bens para a repara\u00e7\u00e3o de danos \u00e9 de cerca de R$ 1 bilh\u00e3o. Processo \u00e9 decorrente da 70\u00aa fase da opera\u00e7\u00e3o, deflagrada em dezembro de 2019<\/em><\/strong><\/p>\n<p>A for\u00e7a tarefa da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato entrou com uma a\u00e7\u00e3o de improbidade administrativa contra dois ex-funcion\u00e1rios da Petrobras, a Maersk e dois representantes da empresa dinamarquesa no Brasil. O pedido de indisponibilidade de bens para assegurar a repara\u00e7\u00e3o de danos \u00e9 de cerca de R$ 1 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>O processo \u00e9 decorrente da 70\u00aa da opera\u00e7\u00e3o, deflagrada em dezembro de 2019. A investiga\u00e7\u00e3o apontou para a exist\u00eancia de um esquema de pagamento de propina em contratos de afretamentos de navios entre a estatal e a empresa.<\/p>\n<p>Um ex-funcion\u00e1rio da Petrobras e os dois representantes da Maersk s\u00e3o r\u00e9us na esfera criminal por crimes de corrup\u00e7\u00e3o pelo mesmo esquema.<\/p>\n<p>J\u00e1 o ex-diretor da Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, acusado de receber R$ 7,2 milh\u00f5es em vantagens il\u00edcitas, n\u00e3o teve pedido de condena\u00e7\u00e3o por parte do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) em decorr\u00eancia do acordo de dela\u00e7\u00e3o premiada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da Maersk, outras tr\u00eas empresas do grupo s\u00e3o alvos da a\u00e7\u00e3o. Para a for\u00e7a-tarefa, foram usadas nos atos il\u00edcitos com favorecimento dos recursos desviados da Petrobras.<\/p>\n<p>O G1 tenta contato com as defesas dos citados. \u00c0 \u00e9poca da deflagra\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o a Maersk informou que estava colaborando com as autoridades e a defesa do ex-diretor da Petrobras disse que estava cumprindo o acordo de colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em raz\u00e3o dos atos de improbidade administrativa, o MPF pediu \u00e0 Justi\u00e7a Federal que determine a perda das vantagens indevidas incorporadas ao patrim\u00f4nio de Paulo Roberto Costa, que em valores atuais equivalem a mais de R$ 7,2 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>H\u00e1 pedidos tamb\u00e9m para o ressarcimento de R$ 161,4 milh\u00f5es, a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais coletivos no mesmo valor, o pagamento de multa civil e a aplica\u00e7\u00e3o de outras san\u00e7\u00f5es previstas na Lei de Improbidade Administrativa, como a suspens\u00e3o de direitos pol\u00edticos.<\/p>\n<p><strong>70\u00aa fase da Lava Jato<\/strong><\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o em cerca de 200 contratos da Petrobras foi baseada no acordo de colabora\u00e7\u00e3o premiada do ex-diretor de Abastecimento.<\/p>\n<p>Conforme a investiga\u00e7\u00e3o, os representantes da Maersk no Brasil pagaram &#8211; em valores da \u00e9poca &#8211; mais de R$ 4 milh\u00f5es de propina a Paulo Roberto Costa, entre 2006 e 2014, por meio de uma terceira empresa.<\/p>\n<p>Em contrapartida, de acordo com a for\u00e7a-tarefa da Lava Jato, Paulo Roberto Costa forneceu \u00e0 Maersk informa\u00e7\u00f5es privilegiadas sobre as demandas da Petrobras no afretamento de navios de grande porte.<\/p>\n<p>Um subordinado do ex-diretor da estatal participou do esquema de recebimento de propina.<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pedido de indisponibilidade de bens para a repara\u00e7\u00e3o de danos \u00e9 de cerca de R$ 1 bilh\u00e3o. Processo \u00e9 decorrente da 70\u00aa fase da opera\u00e7\u00e3o,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":32119,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[217,1493,437,58],"class_list":["post-33016","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-funcionarios","tag-lava-jato","tag-maersk","tag-petrobras"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33016","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33016"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33016\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33018,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33016\/revisions\/33018"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32119"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33016"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33016"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33016"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}