{"id":32190,"date":"2020-10-22T12:13:40","date_gmt":"2020-10-22T15:13:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=32190"},"modified":"2020-10-22T12:13:40","modified_gmt":"2020-10-22T15:13:40","slug":"portos-do-parana-ja-receberam-navios-de-48-nacionalidades-em-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portos-do-parana-ja-receberam-navios-de-48-nacionalidades-em-2020\/","title":{"rendered":"Portos do Paran\u00e1 j\u00e1 receberam navios de 48 nacionalidades em 2020"},"content":{"rendered":"<p>Os portos do Paran\u00e1 j\u00e1 receberam neste ano navios de 48 nacionalidades. De janeiro at\u00e9 setembro, 1.845 atraca\u00e7\u00f5es aconteceram nos terminais de Paranagu\u00e1 e Antonina. A bandeira mais frequente foi a da Rep\u00fablica das Ilhas Marshall, um pequeno pa\u00eds da Oceania, presente em 273 embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><em>\u00a0\u201cO porto recebe pessoas, cargas e navios de todo o mundo. O que muita gente n\u00e3o sabe \u00e9 que o navio \u00e9 um territ\u00f3rio do pa\u00eds de registro e, por isso, nele valem as regras, leis e conven\u00e7\u00f5es internacionais daquele pa\u00eds\u201d, explicou o diretor-presidente da empresa Portos do Paran\u00e1, Luiz Fernando Garcia.<\/em><\/p>\n<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es da empresa Portos do Paran\u00e1, as bandeiras que mais apareceram nas atraca\u00e7\u00f5es nos portos paranaenses foram da Lib\u00e9ria (271), do Panam\u00e1 (254), Hong Kong (188), Malta (166) e Cingapura (144). Foram 72 atraca\u00e7\u00f5es de navios brasileiros.<\/p>\n<p><strong>Tripula\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>Quanto \u00e0 nacionalidade das tripula\u00e7\u00f5es, a mais frequente \u00e9 a filipina. Um levantamento feito por amostragem, entre mar\u00e7o e agosto, mostrou que 32% dos trabalhadores embarcados nos navios que passaram pelo Paran\u00e1 eram filipinos. Na sequ\u00eancia, aparecem os indianos, ucranianos, brasileiros e russos.<\/p>\n<p>Os dados foram levantados internamente pela Portos do Paran\u00e1, a partir das listas de desembarques definitivos dos tripulantes, durante a pandemia. Ou seja, nos casos que os tripulantes desembarcaram nos portos paranaenses por que deixaram de fazer parte da tripula\u00e7\u00e3o do navio, geralmente por motivo de encerramento de contrato de trabalho, e retornaram aos seus pa\u00edses de origem por via a\u00e9rea.<\/p>\n<p><strong>Destinos <\/strong><\/p>\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio da Economia, o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es que deixaram o Brasil pelos portos de Paranagu\u00e1 e Antonina \u00e9 a China. O pa\u00eds asi\u00e1tico recebeu mais de 47% dos produtos embarcados no Paran\u00e1. Em seguida, aparecem como principais importadores os Pa\u00edses Baixos (Holanda), Coreia do Sul, Fran\u00e7a, Ir\u00e3 e Bangladesh, respectivamente.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 origem das importa\u00e7\u00f5es que chegam pelos portos paranaenses, as mais frequentes s\u00e3o os Estados Unidos, de onde v\u00eam quase 19% do volume de cargas. Tamb\u00e9m est\u00e3o entre os pa\u00edses de origem a R\u00fassia, China, Marrocos, Canad\u00e1 e Belarus.<\/p>\n<p>*Com informa\u00e7\u00f5es da Portos do Paran\u00e1 \/ Foto: Claudio Neves<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os portos do Paran\u00e1 j\u00e1 receberam neste ano navios de 48 nacionalidades. 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