{"id":3181,"date":"2014-01-23T09:44:14","date_gmt":"2014-01-23T11:44:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=3181"},"modified":"2014-01-23T13:48:16","modified_gmt":"2014-01-23T15:48:16","slug":"oas-ja-tem-consorcio-para-disputar-projeto-da-marinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/oas-ja-tem-consorcio-para-disputar-projeto-da-marinha\/","title":{"rendered":"OAS j\u00e1 tem cons\u00f3rcio para disputar projeto da Marinha"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Projeto prev\u00ea investimentos de US$ 10 bilh\u00f5es<\/strong><\/em><\/p>\n<p>As principais empresas do setor de defesa brasileiro j\u00e1 come\u00e7aram formar cons\u00f3rcios para participar da megalicita\u00e7\u00e3o do projeto de monitoramento de uma \u00e1rea de 4,5 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados da costa brasileira, conhecida pela sigla Sisgaaz (Sistema de Gerenciamento da Amaz\u00f4nia Azul). O projeto pertence \u00e0 Marinha e prev\u00ea investimentos de US$ 10 bilh\u00f5es em alguns anos.<\/p>\n<p>\u00a0A unidade de defesa do grupo OAS, criada em 2012, disputar\u00e1 o Sisgaaz em composi\u00e7\u00e3o com a empresa israelense IAI e as brasileiras IACIT e M\u00f3dulo. Segundo o diretor da OAS Defesa, Jos\u00e9 Lunguinho Filho, a empresa pretende aliar sua expertise como empresa integradora de grandes projetos \u00e0s tecnologias de ponta de suas parceiras.<\/p>\n<p>O executivo da OAS disse que a empresa pretende refor\u00e7ar a sua atua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de defesa e para isso est\u00e1 participando de v\u00e1rios projetos. Ele destaca o projeto Proteger, do Ex\u00e9rcito, que prev\u00ea a prote\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas do pa\u00eds e tamb\u00e9m a aprova\u00e7\u00e3o de 10 projetos no \u00e2mbito do InovaAerodefesa, iniciativa do governo federal de apoio os setores aeroespacial, defesa e seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;Para esses projetos, voltados para a \u00e1rea de sistemas de comando, controle e gerenciamento de tr\u00e1fego a\u00e9reo, j\u00e1 temos parcerias com universidades e institutos de pesquisa e empresas como a nacional Optoeletr\u00f4nica, de S\u00e3o Carlos (SP) e a israelense Rafael&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo Lunguinho, o mercado de defesa no Brasil tem espa\u00e7o para todas as empresas que tiverem bons projetos. &#8220;A OAS, com a sua marca e tradi\u00e7\u00e3o de 36 anos no mercado, tem parceiros fortes e credenciados para participar de projetos do porte do Sisgaaz e de outros que surgirem&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>O Valor apurou ainda que o grupo Queiroz Galv\u00e3o participar\u00e1 do Sisgaaz por meio de um cons\u00f3rcio com a Lockheed Martin e Rockwell Collins, dos EUA, e a brasileira Promon.<\/p>\n<p>Durante o lan\u00e7amento oficial do projeto, no Rio, sexta-feira, e da entrega do pedido de propostas (da sigla em ingl\u00eas RFP), o chefe da diretoria de projetos estrat\u00e9gicos da Marinha (Dgepen), vice-almirante Ant\u00f4nio Carlos Frade Carneiro, disse que o Sisgaaz ser\u00e1 implementado em quatro m\u00f3dulos, a partir de 2016, no per\u00edodo de dez anos. As empresas t\u00eam at\u00e9 julho para apresentar propostas.<\/p>\n<p>O Sisgaaz prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o de uma empresa brasileira principal (<em>&#8220;main contractor&#8221;)<\/em>, para fazer o gerenciamento da implanta\u00e7\u00e3o de todos os m\u00f3dulos do programa. &#8220;Ao final do primeiro m\u00f3dulo, se a contratada n\u00e3o atender \u00e0s nossas expectativas, outro grupo nacional, que tiver sido selecionado para a &#8216;short list&#8217; do Sisgaaz, poder\u00e1 assumir&#8221;, disse. <\/p>\n<p>A fase conceitual do Sisgaaz, j\u00e1 encerrada, custou R$ 38 milh\u00f5es. O projeto foi desenvolvido pela Funda\u00e7\u00e3o Ezute. O vice-almirante estima para a fase de implanta\u00e7\u00e3o cerca de R$ 14 bilh\u00f5es.\u00a0Carneiro disse que a contratada principal do Sisgaaz tamb\u00e9m ser\u00e1 respons\u00e1vel pela subcontratar de pequenas e m\u00e9dias empresas fornecedoras de sistemas e sensores para a rede de monitoramento da regi\u00e3o chamada de Amaz\u00f4nia Azul &#8211; uma \u00e1rea que se estende at\u00e9 350 milhas n\u00e1uticas (648 km) da sua costa e 200 milhas n\u00e1uticas em torno de suas ilhas oce\u00e2nicas.<\/p>\n<p>A Embraer informou apenas que ela e suas coligadas est\u00e3o prontas para atender a Marinha com experi\u00eancia comprovada em sistemas de defesa de similar complexidade, fator essencial para o desenvolvimento e implementa\u00e7\u00e3o do Sisgaaz.<\/p>\n<p>A diretora de desenvolvimento de neg\u00f3cios da Andrade Gutierrez, Milani Vieira Trannin, disse que o projeto Sisgaaz \u00e9 hoje o grande foco da empresa na \u00e1rea de defesa. &#8220;Ainda estamos numa fase de defini\u00e7\u00e3o dos nossos parceiros neste programa, mas j\u00e1 fizemos uma parceria com a brasileira Minds, especializada no desenvolvimento de software e com experi\u00eancia em projetos estrat\u00e9gicos para o Ex\u00e9rcito&#8221;, comentou.<\/p>\n<p>A Airbus Militar tamb\u00e9m analisa alian\u00e7as com a ind\u00fastria local para desenvolver no Brasil sistemas para fus\u00e3o de dados, tecnologia de interesse do Sisgaaz. &#8220;Em fevereiro vamos inaugurar nosso centro de pesquisa e tecnologia, instalado no parque tecnol\u00f3gico de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, onde este e outros projetos dever\u00e3o ser desenvolvidos&#8221;, disse o representante da empresa, Sirko Papperitz.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico\/Virginia Silveira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto prev\u00ea investimentos de US$ 10 bilh\u00f5es As principais empresas do setor de defesa brasileiro j\u00e1 come\u00e7aram formar cons\u00f3rcios para participar da megalicita\u00e7\u00e3o do projeto&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-3181","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3181","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3181"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3181\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3182,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3181\/revisions\/3182"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3181"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3181"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3181"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}