{"id":29715,"date":"2020-06-05T10:06:04","date_gmt":"2020-06-05T13:06:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=29715"},"modified":"2020-06-05T10:06:04","modified_gmt":"2020-06-05T13:06:04","slug":"maersk-estima-queda-nas-importacoes-no-2o-trimestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/maersk-estima-queda-nas-importacoes-no-2o-trimestre\/","title":{"rendered":"Maersk estima queda nas importa\u00e7\u00f5es no 2\u00ba trimestre"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Exporta\u00e7\u00f5es: tend\u00eancia \u00e9 de um crescimento em torno de 10%, resultado, principalmente, das exporta\u00e7\u00f5es de commodities, como carnes, soja e caf\u00e9<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O grupo Maersk, maior empresa de log\u00edstica integrada de cont\u00eainer do mundo, prev\u00ea uma queda nas importa\u00e7\u00f5es brasileiras, no segundo trimestre de 2020, em torno de 20% a 25% em fun\u00e7\u00e3o das medidas de isolamento social impostas para o controle do novo coronav\u00edrus, o que suspendeu as atividades em importantes setores, como o automobil\u00edstico, que demanda grande parte da mat\u00e9ria-prima do exterior.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor comercial da Maersk Costa Leste na Am\u00e9rica do Sul (Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina), Gustavo Paschoa, as importa\u00e7\u00f5es seguem baixas e a recupera\u00e7\u00e3o depender\u00e1 da retomada das ind\u00fastrias e da economia nacional.<\/p>\n<p>Segundo Paschoa, no primeiro trimestre os resultados foram positivos, tanto em importa\u00e7\u00e3o, que cresceu 8%, como em exporta\u00e7\u00e3o, com alta de 6%. No segundo trimestre, o grupo Maersk continua enxergando as exporta\u00e7\u00f5es em ritmo muito forte e crescendo em v\u00e1rios segmentos e a previs\u00e3o \u00e9 que este movimento continue at\u00e9 agosto. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o ao desempenho das importa\u00e7\u00f5es, existem d\u00favidas.<\/p>\n<p>\u201cAs importa\u00e7\u00f5es est\u00e3o muito vinculadas a segmentos que foram fortemente atingidos pela quarentena e pela falta de consumo. Os setores automotivo e de tecnologia, que s\u00e3o grandes importadores, principalmente, da \u00c1sia, foram os mais atingidos. O aumento da importa\u00e7\u00e3o est\u00e1 100% atrelado ao aumento do consumo e da retomada da economia. Muitas empresas desses setores j\u00e1 est\u00e3o retomando as atividades, mas entendemos, que a recupera\u00e7\u00e3o depender\u00e1 da economia voltar a crescer. Os pr\u00f3ximos dois ou tr\u00eas meses ser\u00e3o de baixa na importa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A estimativa \u00e9 que as importa\u00e7\u00f5es feitas atrav\u00e9s da Maersk fiquem entre 20% e 25% menores no segundo trimestre, enquanto as exporta\u00e7\u00f5es devem crescer 10%.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao setor automotivo, considerado o mais desafiador, Paschoa explica que o setor foi muito impactado pela quarentena e pela falta de consumo. Ent\u00e3o, uma retomada depender\u00e1 da reabertura do com\u00e9rcio e da retomada da produ\u00e7\u00e3o nas f\u00e1bricas.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao agroneg\u00f3cio, as estimativas s\u00e3o mais positivas. Com a valoriza\u00e7\u00e3o do real frente ao d\u00f3lar, as exporta\u00e7\u00f5es seguem aquecidas. \u201cA alta demanda por alimentos, proveniente, principalmente da \u00c1sia e Oriente M\u00e9dio, tem mantido as exporta\u00e7\u00f5es em alta. S\u00e3o produtos variados como a soja, prote\u00edna animal, caf\u00e9 e algod\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o representante da Maersk, para facilitar e agilizar o transporte do caf\u00e9, a empresa tem negociado com as concession\u00e1rias de ferrovias para efetuar o escoamento, reduzindo a depend\u00eancia do transporte rodovi\u00e1rio.<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio &#8211; Michelle Valverde<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exporta\u00e7\u00f5es: tend\u00eancia \u00e9 de um crescimento em torno de 10%, resultado, principalmente, das exporta\u00e7\u00f5es de commodities, como carnes, soja e caf\u00e9 O grupo Maersk, maior&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":3600,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[61,464,551,2036,683,970,438,437,69,162],"class_list":["post-29715","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-brasil","tag-cafe","tag-carne","tag-commodities","tag-exportacoes","tag-importacoes","tag-logistica","tag-maersk","tag-portos","tag-soja"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29715","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29715"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29715\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29716,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29715\/revisions\/29716"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3600"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29715"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29715"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29715"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}