{"id":27371,"date":"2018-07-06T00:10:07","date_gmt":"2018-07-06T03:10:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=27371"},"modified":"2018-07-05T21:00:52","modified_gmt":"2018-07-06T00:00:52","slug":"soja-vai-bem-mas-exportacao-de-carne-e-menor-e-preco-cai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/soja-vai-bem-mas-exportacao-de-carne-e-menor-e-preco-cai\/","title":{"rendered":"Soja vai bem, mas exporta\u00e7\u00e3o de carne \u00e9 menor e pre\u00e7o cai"},"content":{"rendered":"<p>O complexo soja (gr\u00e3os, farelo e \u00f3leo) salvou as receitas das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio neste primeiro semestre. Os pre\u00e7os internacionais subiram, e o volume exportado deste ano atinge 46 milh\u00f5es de toneladas, 5% acima do de igual per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>As receitas totais obtidas pelo setor somaram US$ 22,3 bilh\u00f5es (R$ 87 bilh\u00f5es), 12% mais do que as do ano passado.<\/p>\n<p>A soja, devido \u00e0 demanda internacional, teve alta de 11% nos pre\u00e7os externos de junho, em rela\u00e7\u00e3o aos do mesmo m\u00eas do ano passado.<\/p>\n<p>O farelo de soja, devido \u00e0 quebra de 38% na safra de soja na Argentina, colocou o Brasil no foco do mercado internacional.<\/p>\n<p>O pa\u00eds aumentou em 12% as vendas externas desse produto e foi beneficiado pela eleva\u00e7\u00e3o de 19% nos pre\u00e7os internacionais. O Brasil ocupou parte do mercado deixado pelos argentinos, que tiveram menos soja para moer.<\/p>\n<p>J\u00e1 as carnes, outro setor importante da balan\u00e7a comercial brasileira, perderam ritmo tanto nas receitas como no volume exportado.<\/p>\n<p>No primeiro semestre do ano, os exportadores colocaram apenas 303 mil toneladas de carne &#8220;in natura&#8221; no mercado externo.<\/p>\n<p>O volume foi 39% inferior ao de igual per\u00edodo de 2017, segundo dados da Secex (Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior).<\/p>\n<p>Pelos dados da entidade, as exporta\u00e7\u00f5es das carnes bovina e su\u00edna recuaram 45% no per\u00edodo. As de frango tiveram retra\u00e7\u00e3o de 36%.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da perda de volume exportado, ocasionada por barreiras comerciais e principalmente pela paralisa\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros, o setor viu os pre\u00e7os internacionais das carnes de frango e su\u00edna desabarem. O recuo foi de 26% e 9%, respectivamente.<\/p>\n<p>A carne bovina, embora tenha acompanhado as demais na queda de volume exportado, registrou alta de 22% nos pre\u00e7os internacionais no m\u00eas passado, em rela\u00e7\u00e3o a junho de 2017.<\/p>\n<p>O milho tamb\u00e9m est\u00e1 com alta de pre\u00e7os no mercado externo. Por ora, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras s\u00e3o pequenas, mas ganham forte ritmo nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p>J\u00e1 o a\u00e7\u00facar manteve a tend\u00eancia de baixa, com recuo de 29% nos pre\u00e7os externos. De janeiro a junho, as receitas com a\u00e7\u00facar bruto ca\u00edram para US$ 2,5 bilh\u00f5es, 41% menos do que no primeiro semestre de 2017.<\/p>\n<p>Fonte: Folha SP\u00a0<\/p>\n<div class=\"jwDisqusForm\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O complexo soja (gr\u00e3os, farelo e \u00f3leo) salvou as receitas das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio neste primeiro semestre. 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