{"id":27349,"date":"2018-07-04T00:00:10","date_gmt":"2018-07-04T03:00:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=27349"},"modified":"2018-07-03T08:43:15","modified_gmt":"2018-07-03T11:43:15","slug":"armazens-seguem-lotados-de-graos-no-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/armazens-seguem-lotados-de-graos-no-parana\/","title":{"rendered":"Armaz\u00e9ns seguem lotados de gr\u00e3os no Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>A greve dos caminhoneiros j\u00e1 acabou h\u00e1 um m\u00eas, mas em alguns lugares, os agricultores ainda sentem os efeitos da paraliza\u00e7\u00e3o. N\u00e3o foi divulgada uma nova tabela de fretes e por isso, no Paran\u00e1, os armaz\u00e9ns est\u00e3o lotados de soja, \u00e0 espera de transporte.<\/p>\n<p>Uma nova audi\u00eancia para definir a tabela de fretes foi marcada para o dia 27 de agosto. No armaz\u00e9m de uma cooperativa, em Cascavel, no oeste do Paran\u00e1, a soja e o milho, viraram uma montanha de problemas. Apenas metade da frota de 40 caminh\u00f5es est\u00e1 circulando. Mais de 100 mil toneladas de soja est\u00e3o \u00e0 espera de transporte:<\/p>\n<p>\u201cO preju\u00edzo est\u00e1 sendo grande para as empresas armazenadoras, para as empresas que compraram os produtos, para os portos que est\u00e3o com navios esperando as cargas, e nos portos tamb\u00e9m h\u00e1 navios para descarregar os fertilizantes para trazer para o interior, j\u00e1 que j\u00e1 se aproxima a pr\u00f3xima safra\u201d, comenta Dilvo Grolli, presidente da Coopavel.<\/p>\n<p>Com a produ\u00e7\u00e3o represada, j\u00e1 h\u00e1 preocupa\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o haja espa\u00e7o suficiente para receber a colheita de milho, que come\u00e7ar\u00e1 a chegar nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, um grande volume de soja, que foi comercializado entre os meses de abril e maio, no pico do pre\u00e7o internacional, ainda n\u00e3o saiu dos barrac\u00f5es por falta de transporte;<\/p>\n<p>O economista Camilo Motter explica que a indefini\u00e7\u00e3o nos valores do frete vai causar impactos negativos em todo o setor agr\u00edcola. \u201cN\u00f3s vamos ter alta significativa nos custos de produ\u00e7\u00e3o com tabela ou sem tabela. E isso vai ter duas consequ\u00eancias imediatas: alta nos custos de produ\u00e7\u00e3o no campo para a pr\u00f3xima safra e segundo, uma press\u00e3o maior nos pre\u00e7os dos produtos agr\u00edcolas no interior\u201d, avalia.<\/p>\n<p>Pela \u00faltima tabela anunciada pelo governo federal, o pre\u00e7o m\u00ednimo do frete no trajeto de 600 km, entre Cascavel e o Porto de Paranagu\u00e1, saltou de R$ 120 reais por tonelada para R$ 180.<\/p>\n<p>Os motoristas aut\u00f4nomos tamb\u00e9m est\u00e3o de bra\u00e7os cruzados por mais tempo que gostariam. Nas empresas que repassam os fretes para os caminhoneiros quase n\u00e3o h\u00e1 servi\u00e7o.<\/p>\n<p>Em uma transportadora, que costuma ter cerca de 300 cargas por dia, o movimento caiu 80%.<\/p>\n<p>\u201cA inseguran\u00e7a jur\u00eddica pra gente que contrata o terceiro, est\u00e1 muito grande, ent\u00e3o temos optado por n\u00e3o trabalhar assim\u201d, comenta<\/p>\n<p>Daniel Dallagnol, empres\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cO preju\u00edzo \u00e9 grande porque come\u00e7a e termina m\u00eas e as contas v\u00e3o ficando. A gente depende do caminh\u00e3o para pagar as contas e acaba n\u00e3o tendo outro resurso\u201d, diz Juarez Kovaleski, motorista de caminh\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A greve dos caminhoneiros j\u00e1 acabou h\u00e1 um m\u00eas, mas em alguns lugares, os agricultores ainda sentem os efeitos da paraliza\u00e7\u00e3o. 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