{"id":27306,"date":"2018-06-29T00:39:59","date_gmt":"2018-06-29T03:39:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=27306"},"modified":"2018-06-28T12:40:36","modified_gmt":"2018-06-28T15:40:36","slug":"exportacoes-pelo-cais-santista-caem-82-apos-greve-dos-caminhoneiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/exportacoes-pelo-cais-santista-caem-82-apos-greve-dos-caminhoneiros\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es pelo cais santista caem 8,2% ap\u00f3s greve dos caminhoneiros"},"content":{"rendered":"<p>A greve nacional dos caminhoneiros e os consequentes bloqueios realizados pelos motoristas nos acessos ao Porto de Santos, durante os 11 dias da manifesta\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, levaram a uma queda de 8,2% nas exporta\u00e7\u00f5es pelo cais santista no m\u00eas passado. As importa\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o foram afetadas pela paralisa\u00e7\u00e3o, cresceram 9%. Mesmo assim, as opera\u00e7\u00f5es do complexo mar\u00edtimo, em maio, sofreram uma queda de 3,9%.\u00a0<\/p>\n<p>Os dados fazem parte do levantamento mensal produzido pela Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos. Os n\u00fameros apontam que os embarques de a\u00e7\u00facar e caf\u00e9 foram os mais afetados pelo movimento grevista.\u00a0<\/p>\n<p>No primeiro caso, a redu\u00e7\u00e3o dos embarques foi de 38,3%. No m\u00eas passado, 1,3 milh\u00e3o de toneladas de a\u00e7\u00facar foram embarcadas pelo cais santista, enquanto no mesmo m\u00eas do ano passado, o volume foi de 2,2 milh\u00f5es de toneladas.\u00a0<\/p>\n<p>J\u00e1 no caso do caf\u00e9, a redu\u00e7\u00e3o foi de 40,7% nas exporta\u00e7\u00f5es. Enquanto em maio de 2017, foram embarcadas 94.634 toneladas da commodity, no m\u00eas passado apenas 56.106 milh\u00f5es de toneladas foram escoadas. O Conselho dos Exportadores de Caf\u00e9 do Brasil (Cecaf\u00e9) tamb\u00e9m aponta a greve dos caminhoneiros como um dos motivos para a queda na comercializa\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os.\u00a0<\/p>\n<p>Os embarques de carne tamb\u00e9m sofreram redu\u00e7\u00e3o, que chegou a 23,8% no m\u00eas passado. No total, 61.379 toneladas foram escoadas e, deste volume, 20.999 toneladas eram de carne de aves, uma redu\u00e7\u00e3o de 41,4% frente ao ano passado, quando 35.829 toneladas foram exportadas.\u00a0<\/p>\n<p>No caso da prote\u00edna bovina, a queda foi de 9,6%, com o embarque de 39.984 toneladas em maio, contra 44.212 toneladas no mesmo m\u00eas do ano passado.<\/p>\n<p>Por outro lado, mesmo com os bloqueios nos acessos ao Porto, os embarques de soja cresceram 4,2% em maio e somaram 3,5 milh\u00f5es de toneladas. No quinto m\u00eas do ano passado, 3,3 milh\u00f5es de toneladas da commodity foram escoadas.\u00a0<\/p>\n<p>O mesmo aconteceu com o milho, que iniciou os embarques da sua safrinha e, no m\u00eas passado, teve 4,7 mil toneladas escoadas. O volume \u00e9 129,8% maior do que as 2 mil toneladas exportadas no mesmo per\u00edodo do ano passado.\u00a0<\/p>\n<p>Acumulado<\/p>\n<p>Mesmo com a greve dos caminhoneiros e seus reflexos, o Porto registrou alta de 7,2% na sua movimenta\u00e7\u00e3o de cargas entre janeiro e maio. Nos cinco primeiros meses do ano, 53,6 milh\u00f5es de toneladas de mercadorias entraram ou sa\u00edram do Pa\u00eds pelo complexo santista.<\/p>\n<p>No per\u00edodo, os embarques cresceram 5,9% e j\u00e1 somam 38,2 milh\u00f5es de toneladas, contra 36,1 milh\u00f5es de toneladas entre janeiro e maio do ano passado. J\u00e1 os desembarques somam 15,3 milh\u00f5es de toneladas, 10% a mais do que os 13,8 milh\u00f5es de toneladas desembarcadas nos cinco primeiros meses de 2017.\u00a0<\/p>\n<p>Fonte; A Tribuna<\/p>\n<div class=\"jwDisqusForm\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A greve nacional dos caminhoneiros e os consequentes bloqueios realizados pelos motoristas nos acessos ao Porto de Santos, durante os 11 dias da manifesta\u00e7\u00e3o na&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18514,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-27306","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27306","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27306"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27306\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27307,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27306\/revisions\/27307"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27306"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27306"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27306"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}