{"id":26168,"date":"2018-03-01T08:58:48","date_gmt":"2018-03-01T11:58:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=26168"},"modified":"2018-03-01T08:58:48","modified_gmt":"2018-03-01T11:58:48","slug":"movimentacao-de-paranagua-cresce-o-dobro-da-media-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/movimentacao-de-paranagua-cresce-o-dobro-da-media-nacional\/","title":{"rendered":"Movimenta\u00e7\u00e3o de Paranagu\u00e1 cresce o dobro da m\u00e9dia nacional"},"content":{"rendered":"<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas do Porto de Paranagu\u00e1 cresceu praticamente o dobro da m\u00e9dia dos portos brasileiros em 2017. Enquanto o porto paranaense teve um aumento de 14,2% nas suas opera\u00e7\u00f5es, a movimenta\u00e7\u00e3o nos demais terminais subiu, na m\u00e9dia, 8,3%. Os dados consolidados foram divulgados na segunda quinzena de fevereiro pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq).<\/p>\n<p>N\u00fameros totais &#8211; Em n\u00fameros totais, o Porto de Paranagu\u00e1 importou e exportou 51,5 milh\u00f5es de toneladas de carga entre janeiro e dezembro de 2017. No total, todos os portos brasileiros somados movimentaram 1,08 bilh\u00e3o de toneladas de cargas.<\/p>\n<p>Superior &#8211; A movimenta\u00e7\u00e3o do porto paranaense tamb\u00e9m \u00e9 superior a de todos os cinco maiores portos p\u00fablicos do Brasil (que representam mais de 70% da movimenta\u00e7\u00e3o total de terminais p\u00fablicos). O Porto de Santos (SP), por exemplo, registrou alta de 9,9% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior; e Rio Grande (RS), 8,5%, segundo os dados da Antaq.<\/p>\n<p>Melhorias &#8211; \u201cOs produtores rurais, as cooperativas e as ind\u00fastrias n\u00e3o s\u00f3 do Paran\u00e1, mas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, reconheceram as melhorias operacionais do Porto de Paranagu\u00e1 nos \u00faltimos anos. Este aumento expressivamente superior em rela\u00e7\u00e3o aos demais portos do Brasil confirmam a confian\u00e7a que os usu\u00e1rios t\u00eam em movimentar suas cargas por Paranagu\u00e1\u201d, afirma o secret\u00e1rio estadual de Infraestrutura e Log\u00edstica, Jos\u00e9 Richa Filho.<\/p>\n<p>Investimento &#8211; Desde 2011, o Porto de Paranagu\u00e1 j\u00e1 investiu R$ 624 milh\u00f5es em projetos e obras para melhorias operacionais. A reforma do cais permitiu opera\u00e7\u00f5es maiores e mais pesadas e a troca dos shiploaders incrementou em 33% a capacidade de embarque do Corredor de Exporta\u00e7\u00e3o, que bateu recorde de movimenta\u00e7\u00e3o em 2017 tamb\u00e9m, com 17,4 milh\u00f5es de toneladas escoadas.<\/p>\n<p>Dragagem &#8211; Outro diferencial foi a dragagem dos canais de acesso e ber\u00e7os de atraca\u00e7\u00e3o do porto. Foram quatro campanhas de manuten\u00e7\u00e3o e uma de aprofundamento, que garantiram maior produtividade do terminal.<\/p>\n<p>Soja &#8211; Segundo o anu\u00e1rio estat\u00edstico da Antaq, s\u00f3 de 2016 para 2017, por exemplo, o volume m\u00e9dio por navio de soja aumentou de 56 mil toneladas para 59,9 mil toneladas. \u201cQuanto mais carregado um navio pode sair do Porto de Paranagu\u00e1, menores os custos para quem opera por ele e, consequentemente, para o p\u00fablico consumidor que est\u00e1 na ponta desta cadeia\u201d, afirma o diretor-presidente da Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina, Luiz Henrique Dividino. Segundo ele, isso comprova que os benef\u00edcios do avan\u00e7o operacional no porto beneficiam n\u00e3o s\u00f3 seus usu\u00e1rios diretos, bem como a popula\u00e7\u00e3o em geral, consumidora de alimentos, produtos industrializados e materiais em geral.<\/p>\n<p>Evolu\u00e7\u00e3o &#8211; O crescimento na movimenta\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios produtos tamb\u00e9m foi superior no Porto de Paranagu\u00e1 em compara\u00e7\u00e3o aos demais portos brasileiros. O embarque de soja, principal commodity agr\u00edcola exportada pelo Brasil e por Paranagu\u00e1, teve crescimento de 32% na m\u00e9dia nacional e de 43% no porto paranaense.<\/p>\n<p>Cargas gerais &#8211; A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas gerais, que geralmente s\u00e3o produtos de maior valor agregado e que envolvem uma cadeia produtiva mais complexa, cresceu 7,6% na m\u00e9dia nos portos brasileiros e 8,2% em Paranagu\u00e1.<\/p>\n<p>Gran\u00e9is l\u00edquidos &#8211; J\u00e1 a opera\u00e7\u00e3o de gran\u00e9is l\u00edquidos teve uma diferen\u00e7a ainda maior. No Brasil, o aumento foi de 3,8% e no Porto de Paranagu\u00e1 foi de 28%, sete vezes superior \u00e0 m\u00e9dia nacional. Dentro desse grupo de cargas, a movimenta\u00e7\u00e3o de derivados de petr\u00f3leo em Paranagu\u00e1 tamb\u00e9m foi um destaque: 34% de alta enquanto os demais portos tiveram crescimento de 3%. (Ag\u00eancia de Not\u00edcias do Paran\u00e1)<\/p>\n<p>Fonte: Paran\u00e1 Cooperativo<\/p>\n<div class=\"jwDisqusForm\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas do Porto de Paranagu\u00e1 cresceu praticamente o dobro da m\u00e9dia dos portos brasileiros em 2017. Enquanto o porto paranaense teve um&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18961,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-26168","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26168","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26168"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26168\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26169,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26168\/revisions\/26169"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18961"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26168"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26168"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26168"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}