{"id":26039,"date":"2018-02-08T00:01:17","date_gmt":"2018-02-08T02:01:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=26039"},"modified":"2018-02-07T20:45:52","modified_gmt":"2018-02-07T22:45:52","slug":"logistica-no-brasil-preocupa-agricultor-e-exportador-de-soja-no-inicio-da-colheita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/logistica-no-brasil-preocupa-agricultor-e-exportador-de-soja-no-inicio-da-colheita\/","title":{"rendered":"Log\u00edstica no Brasil preocupa agricultor e exportador de soja no in\u00edcio da colheita"},"content":{"rendered":"<p>Conforme os produtores de soja brasileiros come\u00e7am a colheita, os problemas em uma estrada que liga a principal regi\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds aos portos do norte fornecem novas evid\u00eancias de que o maior exportador mundial da oleaginosa est\u00e1 longe de resolver seus gargalos log\u00edsticos.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dias, caminhoneiros transportando soja publicaram in\u00fameros v\u00eddeos, incluindo filmagens de drones, nas redes sociais mostrando que n\u00e3o conseguiram avan\u00e7ar em um trecho n\u00e3o pavimentado da rodovia federal BR-163, no Par\u00e1.<\/p>\n<p>A \u00e1rea mais afetada foi em torno do distrito de Moraes Almeida, da cidade de Novo Progresso, onde o tr\u00e1fego foi interrompido por cerca de 60 quil\u00f4metros, disse \u00e0 Reuters o vice-prefeito Gelson Dill. A fila de caminh\u00f5es come\u00e7ou a se formar oito dias atr\u00e1s, mas desde ent\u00e3o foi reduzida para 25 km, disse ele.<\/p>\n<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), disse que o tr\u00e1fego estava gradualmente voltando ao normal na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira entre Moraes Almeida e nas proximidades de Riozinho, e n\u00e3o havia filas de espera. No entanto, em Novo Progresso, o tr\u00e1fego sentido norte permaneceu parcialmente bloqueado, disse o departamento.<\/p>\n<p>\u201cSe o tempo permanecer seco, os caminh\u00f5es que aguardam em Novo Progresso poder\u00e3o continuar a viagem em dois dias\u201d, disse Dill.<\/p>\n<p>O Dnit estimou 36 horas.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, (Aprisoja), disse que \u201cmilhares\u201d de caminh\u00f5es ficaram presos em torno de Moraes Almeida depois que bloqueios do Ex\u00e9rcito interromperam o tr\u00e1fego para manuten\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um porta-voz do Ex\u00e9rcito n\u00e3o comentou de imediato.<\/p>\n<p>Sergio Mendes, diretor-geral da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), disse que problemas na BR-163 impactam a imagem do Brasil como um exportador de soja confi\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os dados da Anec mostram que um volume de 6,3 milh\u00f5es de toneladas, ou 9 por cento da soja exportada no Brasil, foi enviado pelos portos de Santar\u00e9m e Barcarena, na regi\u00e3o norte, em 2017.<\/p>\n<p>A BR-163 \u00e9 a principal liga\u00e7\u00e3o entre as \u00e1reas de soja do Mato Grosso e os portos fluviais do norte. No ano passado, o governo destacou o Ex\u00e9rcito para pavimentar um trecho de 65 km, mas o trabalho provavelmente n\u00e3o ser\u00e1 conclu\u00eddo em breve, disse Dill.<\/p>\n<p>Uma emissora local de TV citou o coronel Alessandro da Silva dizendo que um comboio de Teresina, no Piau\u00ed, foi para Moraes Almeida para realizar trabalhos de pavimenta\u00e7\u00e3o. Silva disse que as chuvas em janeiro impediram que quase 4 mil caminh\u00f5es transitassem ao longo dos trechos n\u00e3o pavimentados da BR-163.<\/p>\n<p>Cerca de 220 funcion\u00e1rios, incluindo a Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal e oficiais do Ex\u00e9rcito, foram alocados ao logo da rodovia BR-163 em dezembro para organizar o tr\u00e2nsito em determinados trechos n\u00e3o pavimentados, disse o Dnit.<\/p>\n<p>Fonte: Reuters<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conforme os produtores de soja brasileiros come\u00e7am a colheita, os problemas em uma estrada que liga a principal regi\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds aos portos do&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19022,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-26039","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26039","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26039"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26039\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26040,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26039\/revisions\/26040"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19022"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26039"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26039"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26039"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}