{"id":25961,"date":"2018-01-30T00:09:13","date_gmt":"2018-01-30T02:09:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=25961"},"modified":"2018-01-30T00:09:13","modified_gmt":"2018-01-30T02:09:13","slug":"investimentos-totais-do-governo-caem-para-r-4569-bi-em-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/investimentos-totais-do-governo-caem-para-r-4569-bi-em-2017\/","title":{"rendered":"Investimentos totais do governo caem para R$ 45,69 bi em 2017"},"content":{"rendered":"<p>Os investimentos do governo federal ca\u00edram a R$ 45,694 bilh\u00f5es em 2017, informou nesta segunda-feira, 29, o Tesouro Nacional, 0,69% como porcentual do PIB.<\/p>\n<p>Desse total, R$ 19,587 bilh\u00f5es s\u00e3o restos a pagar, ou seja, despesas de anos anteriores que foram transferidas para o ano passado. Em 2016, os investimentos totais haviam somado R$ 64,812 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os investimentos no Programa de Acelera\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica (PAC) somaram R$ 9,798 bilh\u00f5es em dezembro, queda real de 6,0% ante igual m\u00eas do ano passado. J\u00e1 no acumulado do ano, as despesas com o PAC somaram R$ 29,598 bilh\u00f5es, recuo de 32,2% ante 2016, j\u00e1 descontada a infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Despesas sujeitas ao teto<\/strong><\/p>\n<p>As despesas sujeitas ao teto de gastos aprovado pela Emenda Constitucional 95 subiram 3,1% em 2017 ante 2016, segundo o Tesouro Nacional. O resultado ficou bem abaixo do limite de crescimento das despesas do governo, que era de 7,2%.<\/p>\n<p>No ano passado, foram gastos 96,21% do teto de despesas estabelecido para o ano, que foi de R$ 1,308 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar do enquadramento pr\u00e9vio das despesas do governo federal ao teto, alguns poderes e \u00f3rg\u00e3os ficaram fora dos limites individualizados \u2013 todos devem respeitar o limite de gastos. \u00c9 o caso, por exemplo, do Poder Judici\u00e1rio, que cresceu 7,5%, principalmente os gastos da Justi\u00e7a do Trabalho (10,6%). Tamb\u00e9m cresceram acima do teto as despesas da Defensoria P\u00fablica da Uni\u00e3o (14,2%) e do Minist\u00e9rio P\u00fablico da Uni\u00e3o (9,5%).<\/p>\n<p>As despesas dos poderes Executivo e Legislativo ficaram abaixo do teto, subindo, respectivamente, 3% e 2,9%.<\/p>\n<p><strong>Receitas<\/strong><\/p>\n<p>As receitas com concess\u00f5es totalizaram R$ 32,106 bilh\u00f5es no ano passado, alta real de 38,3% ante 2016, de acordo com dados do Tesouro Nacional. Em dezembro de 2017, essa receita somou R$ 12,424 bilh\u00f5es, ante R$ 270,5 milh\u00f5es de dezembro do ano anterior.<\/p>\n<p>O caixa do governo federal recebeu R$ 5,517 bilh\u00f5es em dividendos pagos pelas empresas estatais em 2017, cifra 88,9% maior do que em 2016. Em dezembro, as receitas com dividendos somaram R$ 338,7 milh\u00f5es, queda real de 69,6% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p><strong>Regra de ouro<\/strong><\/p>\n<p>As despesas de capital (investimentos) superaram as receitas com opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito em R$ 28,8 bilh\u00f5es em 2017, o que significa que a chamada regra de ouro foi cumprida no ano passado.<\/p>\n<p>Prevista na Constitui\u00e7\u00e3o, tal regra veda que os valores obtidos com emiss\u00e3o de d\u00edvida sejam superiores \u00e0s despesas de capital, o que significaria que o pa\u00eds est\u00e1 se endividando para pagar gastos correntes. Em 2017, 96,8% das despesas de investimentos foram cobertas com opera\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito, abaixo do limite estabelecido.<\/p>\n<p>Para 2018, o governo adotar\u00e1 medidas para garantir o cumprimento da meta, a principal delas antecipar a devolu\u00e7\u00e3o de R$ 130 bilh\u00f5es em recursos do BNDES para a Uni\u00e3o, que ser\u00e1 utilizado para pagar parte da d\u00edvida p\u00fablica, reduzindo a necessidade de novas emiss\u00f5es.<\/p>\n<p>Fonte: Exame<\/p>\n<div><\/div>\n<div class=\"jwDisqusForm\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os investimentos do governo federal ca\u00edram a R$ 45,694 bilh\u00f5es em 2017, informou nesta segunda-feira, 29, o Tesouro Nacional, 0,69% como porcentual do PIB. 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