{"id":25889,"date":"2018-01-19T00:23:12","date_gmt":"2018-01-19T02:23:12","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=25889"},"modified":"2018-01-18T18:23:57","modified_gmt":"2018-01-18T20:23:57","slug":"petrobras-bate-novo-recorde-de-producao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-bate-novo-recorde-de-producao\/","title":{"rendered":"Petrobras bate novo recorde de produ\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A Petrobras atingiu em 2017, pelo quarto ano consecutivo, novos recordes de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil. Os 2,15 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios produzidos ficaram 0,4% acima da m\u00e9dia registrada em 2016 e, pelo terceiro ano seguido, dentro da meta tra\u00e7ada pela companhia. Para 2018, a expectativa \u00e9 que os n\u00fameros da petroleira sejam refor\u00e7ados pela entrada em opera\u00e7\u00e3o de sete novas plataformas, no pa\u00eds. A quebra de novos recordes, contudo, depender\u00e1 do ritmo dos desinvestimentos e da capacidade da empresa de cumprir com os cronogramas.<\/p>\n<p>A meta de produ\u00e7\u00e3o da estatal, para 2018 \u00e9 de 2,1 milh\u00f5es de barris\/dia no Brasil &#8211; a empresa n\u00e3o detalha a segunda e terceira casas decimais. O Goldman Sachs \u00e9 mais otimista e projeta um volume de 2,23 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios este ano, o que representaria uma alta de 3,6% frente a 2017. O crescimento, segundo o banco, deve refletir, principalmente, o in\u00edcio das opera\u00e7\u00f5es das novas plataformas no pr\u00e9-sal, ainda que elas sejam compensadas, em parte, pelo decl\u00ednio no p\u00f3s-sal da Bacia de Campos.<\/p>\n<p>De acordo com o plano de neg\u00f3cios da Petrobras, est\u00e3o previstos para este ano sete novas plataformas: Tartaruga Verde e Mesti\u00e7a (Bacia de Campos), Lula Norte, Berbig\u00e3o, Lula Extremo Sul, B\u00fazios 1, B\u00fazios 2 e B\u00fazios 3 (Bacia de Santos). No exterior, h\u00e1 a previs\u00e3o, ainda, de um novo projeto na Nig\u00e9ria.<\/p>\n<p>Se por um lado a produ\u00e7\u00e3o tende a crescer com esses novos projetos, h\u00e1 que se considerar as perdas esperadas com os desinvestimentos. Os ativos em produ\u00e7\u00e3o colocados \u00e0 venda pela Petrobras representam cerca de 150 mil barris ao dia, o equivalente a 7% do total produzido pela empresa no Brasil em 2017.<\/p>\n<p>A lista de desinvestimentos em curso inclui cerca de 70 campos terrestres e 30 campos em \u00e1guas rasas, que somam aproximadamente 80 mil barris ao dia. Al\u00e9m disso, a estatal anunciou em dezembro um acordo para venda de 25% do campo de Roncador para a Statoil (fatia que representa um volume de 60 mil barris ao dia). Ontem, a companhia concluiu, ainda, a venda de 35% do campo de Lapa, no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos, que representa, com base na m\u00e9dia da produ\u00e7\u00e3o de 2017, cerca de 12 mil barris di\u00e1rios de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Em 2017, a Petrobras atingiu recordes tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural (79,6 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos di\u00e1rios). Assim, a produ\u00e7\u00e3o total de \u00f3leo e g\u00e1s no pa\u00eds alcan\u00e7ou 2,65 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente por dia (BOE\/dia), um volume 0,9% superior ao obtido em 2016.<\/p>\n<p>&#8220;O resultado da produ\u00e7\u00e3o em 2017 mostra bem o que est\u00e1 acontecendo com a empresa. Ela est\u00e1 no caminho certo. A gest\u00e3o atual est\u00e1 colocando a companhia nos trilhos&#8221;, afirmou Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Segundo ele, gest\u00f5es anteriores da petroleira tra\u00e7avam metas elevadas e n\u00e3o as alcan\u00e7avam.<\/p>\n<p>Somada \u00e0 parcela produzida pela Petrobras fora do pa\u00eds (64 mil de barris ao dia), a produ\u00e7\u00e3o total da Petrobras, no Brasil e exterior, totalizou 2,217 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios, volume praticamente est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o a 2016.<\/p>\n<p>Os dados operacionais divulgados pela Petrobras mostram que, enquanto o pr\u00e9-sal continua a quebrar recordes atr\u00e1s de recordes, a produ\u00e7\u00e3o no p\u00f3s-sal da Bacia de Campos acentuou sua trajet\u00f3ria de decl\u00ednio.<\/p>\n<p>No ano passado, segundo a estatal, a m\u00e9dia anual da produ\u00e7\u00e3o operada (que abrange a parcela da companhia e seus parceiros) no pr\u00e9-sal foi a maior da hist\u00f3ria: 1,29 milh\u00e3o de barris di\u00e1rios, o que representa uma alta de 26% ante o ano anterior. Em 2016, os volumes produzidos no pr\u00e9-sal j\u00e1 haviam crescido 33% e, em 2015, 56%.<\/p>\n<p>J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o na Bacia de Campos, que concentra uma s\u00e9rie de campos maduros no p\u00f3s-sal, intensificou sua trajet\u00f3ria de decl\u00ednio. No ano passado, a produ\u00e7\u00e3o da Petrobras na bacia recuou 10%, a maior queda em seis anos seguidos de decl\u00ednio. Ao todo, a produ\u00e7\u00e3o da Petrobras na Bacia de Campo totalizou, em m\u00e9dia, 1,222 milh\u00e3o de barris di\u00e1rios em 2017, uma queda de 27% (ou 455 mil barris ao dia) ante 2011.<\/p>\n<p>Fonte: Valor<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Petrobras atingiu em 2017, pelo quarto ano consecutivo, novos recordes de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil. 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