{"id":25817,"date":"2018-01-11T08:45:12","date_gmt":"2018-01-11T10:45:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=25817"},"modified":"2018-01-11T08:45:12","modified_gmt":"2018-01-11T10:45:12","slug":"producao-de-petroleo-foi-de-699-mil-barris-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/producao-de-petroleo-foi-de-699-mil-barris-em-novembro\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo foi de 699 mil barris em novembro"},"content":{"rendered":"<p>An\u00e1lise realizada pelo Boletim Sergipe Econ\u00f4mico, parceria do N\u00facleo de Informa\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas (NIE) da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP), mostrou que a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no estado, em novembro de 2017, ficou em 699,1 mil barris equivalentes de petr\u00f3leo (BEP), ficando 3,8% abaixo da produ\u00e7\u00e3o do m\u00eas imediatamente anterior, outubro \u00faltimo.<\/p>\n<p>J\u00e1, no comparativo anual (novembro\/2016), houve retra\u00e7\u00e3o de 22,9% na produ\u00e7\u00e3o. No acumulado de 2017, janeiro a novembro, a produ\u00e7\u00e3o ficou pouco acima dos 8 milh\u00f5es de bep, com retra\u00e7\u00e3o de 22,7%, quando comparado com o mesmo per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>Do total produzido em novembro, aproximadamente 169,4 mil barris, ou 24,2%, foram extra\u00eddos do mar.\u00a0 Em termos relativos, observou-se expans\u00e3o de 2,4%, em compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas imediatamente anterior. Entretanto, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, houve retra\u00e7\u00e3o, chegando aos 13,8%.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o em terra, por sua vez, respondeu por 75,8% da produ\u00e7\u00e3o total, ultrapassando os 529,7 mil bep. No comparativo com o m\u00eas anterior (outubro\/2017), verificou-se queda de 5,6%. J\u00e1, no comparativo com o mesmo m\u00eas do ano passado, a retra\u00e7\u00e3o chegou a 25,4%.<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o de G\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural, em novembro de 2017, ficou em aproximadamente 461,9 mil bep, em termos relativos, com expans\u00e3o de 0,2%, na compara\u00e7\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o do m\u00eas imediatamente anterior, outubro \u00faltimo. Quando comparado com o mesmo m\u00eas de 2016, a expans\u00e3o chegou aos 3,1%. Entretanto, nos onze primeiros meses de 2017, a produ\u00e7\u00e3o ficou pr\u00f3xima dos 4,6 milh\u00f5es de bep, com retra\u00e7\u00e3o de 16,7%, quando comparado com o mesmo per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o em mar continuou sendo a principal fonte de produ\u00e7\u00e3o, somando mais de 437,4 mil barris, abrangendo 94,7% do total produzido no estado. Em termos relativos, observou-se crescimento de 0,9%, em compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas imediatamente anterior, j\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, verificou-se alta de 4,5%.<\/p>\n<p>Ao passo que a produ\u00e7\u00e3o terrestre ficou pr\u00f3xima dos 24,4 mil barris, respondendo por 5,3% da produ\u00e7\u00e3o do estado. No comparativo com o m\u00eas anterior (outubro\/2017), verificou-se retra\u00e7\u00e3o de 10,4%. Quando comparado com o mesmo m\u00eas do ano passado, observou-se retra\u00e7\u00e3o de 17,7%.<\/p>\n<p>Fonte: Infonet<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>An\u00e1lise realizada pelo Boletim Sergipe Econ\u00f4mico, parceria do N\u00facleo de Informa\u00e7\u00f5es Econ\u00f4micas (NIE) da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18517,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-25817","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25817","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25817"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25817\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25818,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25817\/revisions\/25818"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18517"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25817"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25817"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25817"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}