{"id":25795,"date":"2018-01-09T11:24:56","date_gmt":"2018-01-09T13:24:56","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=25795"},"modified":"2018-01-09T11:24:56","modified_gmt":"2018-01-09T13:24:56","slug":"contratacao-pelo-bndes-de-novos-emprestimos-para-infraestrutura-cresce-26-em-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/contratacao-pelo-bndes-de-novos-emprestimos-para-infraestrutura-cresce-26-em-2017\/","title":{"rendered":"Contrata\u00e7\u00e3o pelo BNDES de novos empr\u00e9stimos para infraestrutura cresce 26% em 2017"},"content":{"rendered":"<p>Apesar da recess\u00e3o, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) contratou R$ 19,45 bilh\u00f5es em novos financiamentos para o setor de infraestrutura em 2017, uma alta nominal (sem descontar a infla\u00e7\u00e3o) de 26% em rela\u00e7\u00e3o ao valor total de 2016.\u00a0<\/p>\n<p>O destaque foram os projetos da \u00e1rea de energia, cujos novos contratos somaram R$ 15,46 bilh\u00f5es no ano passado, quase o dobro de 2016.<\/p>\n<p><strong>iNFRAESTRUTURA<\/strong><\/p>\n<p>O BNDES projeta liberar R$ 23 bilh\u00f5es para o setor de infraestrutura em 2018. Foto: Robson Fernandes\/Estad\u00e3o<\/p>\n<p>&#8220;O que aconteceu foi que no setor de energia tivemos leiloes mais regulares e com isso esse pipeline (de empr\u00e9stimos) foi alimentado&#8221;, afirmou Marilene Ramos, diretora das \u00e1reas de infraestrutura do BNDES.<\/p>\n<p>J\u00e1 os desembolsos somaram R$ 19,83 bilh\u00f5es em empr\u00e9stimos para projetos de infraestrutura j\u00e1 aprovados em 2017, uma alta nominal de 13% em rela\u00e7\u00e3o ao valor de 2016.<\/p>\n<p>Segundo Marilene, o setor responde tradicionalmente por 30% a 40% dos desembolsos totais do banco de fomento, o que aponta para um valor de desembolsos abaixo de R$ 70 bilh\u00f5es. Em 2016, o banco liberou um total de R$ 88,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Para 2018, o BNDES projeta liberar R$ 23 bilh\u00f5es para o setor de infraestrutura.<\/p>\n<p>A executiva acredita que o papel do banco no financiamento \u00e0 infraestrutura se manter\u00e1 mesmo com a entrada em vigor da Taxa de Longo Prazo (TLP), o novo juro do BNDES, em vigor desde 1\u00ba de janeiro.\u00a0<\/p>\n<p>Leil\u00f5es. Ainda apostando na demanda gerada pelos leil\u00f5es de energia de 2016 e 2017, o BNDES projeta que as contrata\u00e7\u00f5es de novos financiamentos para o setor de infraestrutura somar\u00e3o R$ 54 bilh\u00f5es em 2018 e 2019. O valor para 2018 dever\u00e1 ficar acima de R$ 30 bilh\u00f5es, disse Marilene.<\/p>\n<p>Segundo a diretora, a proje\u00e7\u00e3o est\u00e1 garantida, mesmo se o BNDES devolver todos os R$ 130 bilh\u00f5es da d\u00edvida com o Tesouro Nacional, conforme o pedido feito pelo Minist\u00e9rio da Fazenda no ano passado.<\/p>\n<p>&#8220;Acreditamos que o BNDES tem condi\u00e7\u00e3o de ter o funding necess\u00e1rio para atender essa demanda&#8221;, afirmou Marilene, completando que a proje\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 amea\u00e7ada pela necessidade de devolver recursos &#8220;pelas condi\u00e7\u00f5es de capta\u00e7\u00e3o que o banco tem&#8221;.<\/p>\n<p>Os R$ 54 bilh\u00f5es em novos empr\u00e9stimos previstos para 2018 e 2019 est\u00e3o baseados no conjunto de pedidos de financiamento em an\u00e1lise pelo BNDES. Ao citar exemplos, a superintendente da \u00c1rea de Saneamento e Transportes, Luciene Machado, citou o plano de investimentos 2015-2019 da Rumo Log\u00edstica, que est\u00e1 em &#8220;fase final de an\u00e1lise&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo a executiva, a empresa dever\u00e1 tomar de R$ 2 bilh\u00f5es a R$ 2,5 bilh\u00f5es junto ao BNDES para financiar o plano.<\/p>\n<p>Fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da recess\u00e3o, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) contratou R$ 19,45 bilh\u00f5es em novos financiamentos para o setor de infraestrutura em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18919,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-25795","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25795","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25795"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25795\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25796,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25795\/revisions\/25796"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18919"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}