{"id":25793,"date":"2018-01-09T11:18:35","date_gmt":"2018-01-09T13:18:35","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=25793"},"modified":"2018-01-09T11:18:35","modified_gmt":"2018-01-09T13:18:35","slug":"raizen-deve-ficar-com-ativos-da-shell-na-argentina-por-us-1-bi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/raizen-deve-ficar-com-ativos-da-shell-na-argentina-por-us-1-bi\/","title":{"rendered":"Ra\u00edzen deve ficar com ativos da Shell na Argentina por US$ 1 bi"},"content":{"rendered":"<p>A Ra\u00edzen Combust\u00edveis est\u00e1 prestes a comprar os neg\u00f3cios da Shell na Argentina, que incluem distribuidoras de combust\u00edveis e ativos da \u00e1rea de refino, apurou o Estado. As negocia\u00e7\u00f5es seguem avan\u00e7adas e dependem agora de assinatura de contratos, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto. A transa\u00e7\u00e3o \u00e9 da ordem de US$ 1 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>As conversas entre as empresas tiveram in\u00edcio no ano passado e envolveram outros grupos. O processo est\u00e1 na fase de propostas vinculantes (em que h\u00e1 obriga\u00e7\u00e3o de compra) e a companhia da fam\u00edlia Ometto \u00e9 apontada como a favorita. A Ra\u00edzen, que \u00e9 uma joint venture entre os grupos Cosan e Shell, tem interesse em entrar no mercado argentino. Se concretizado o acordo, o grupo Cosan ter\u00e1 neg\u00f3cios naquele pa\u00eds em parceria com a Shell, marcando o processo de internacionaliza\u00e7\u00e3o da Ra\u00edzen Combust\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>Neg\u00f3cios<\/strong><\/p>\n<p>Ra\u00edzen, joint venture entre Cosan e Shell, \u00e9 l\u00edder no Pa\u00eds no setor sucroalcooleiro Foto: S\u00e9rgio Castro\/Estda\u00f5a<\/p>\n<p>Formada em 2010, a Ra\u00edzen atua na \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis no Brasil e na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar e etanol. Em distribui\u00e7\u00e3o, \u00e9 a terceira maior do setor, atr\u00e1s das redes de postos Ipiranga (do grupo Ultra) e da BR Distribuidora, que pertence \u00e0 Petrobr\u00e1s e recentemente abriu o capital na Bolsa. No setor sucroalcooleiro, a empresa \u00e9 l\u00edder absoluta.\u00a0<\/p>\n<p>Vendas. Com planos de desinvestimentos, a Shell colocou \u00e0 venda no ano passado seu neg\u00f3cio de refino e cerca de 600 postos de combust\u00edveis na Argentina. Os neg\u00f3cios atra\u00edram diversos interessados.<\/p>\n<p>Fontes afirmam que, segundo a proposta da Ra\u00edzen, o valor de US$ 1 bilh\u00e3o ser\u00e1 pago em dinheiro. As discuss\u00f5es ainda n\u00e3o colocaram no pre\u00e7o o acordo sobre o uso da marca Shell, o que pode alterar o montante final da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>interessaria \u00e0 Ra\u00edzen ficar com os neg\u00f3cios de refino. No entanto, no mercado argentino, o distribuidor de combust\u00edvel tamb\u00e9m \u00e9 dono da estrutura de refino. Com isso, se sair vencedora, a Ra\u00edzen ter\u00e1 de ter atua\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m no segmento.<\/p>\n<p>O acordo de compra estava prestes a sair no fim do ano passado, mas tr\u00e2mites burocr\u00e1ticos atrasaram o processo. O banco Morgan Stanley est\u00e1 assessorando a Ra\u00edzen na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Longa data. Cosan e Shell s\u00e3o tradicionais parceiros. No ano passado, o grupo de Rubens Ometto Silveira Mello comprou a fatia de 16,77% que a Shell tinha na Comg\u00e1s, empresa cujo controle foi adquirido pela pr\u00f3pria Cosan em 2012. A opera\u00e7\u00e3o, de R$ 1,15 bilh\u00e3o, envolveu dinheiro e a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Procurada, a Ra\u00edzen n\u00e3o comentou. A Shell afirmou que n\u00e3o fala sobre rumores ou especula\u00e7\u00f5es associadas ao status de poss\u00edveis a\u00e7\u00f5es comerciais.<\/p>\n<p>Fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Ra\u00edzen Combust\u00edveis est\u00e1 prestes a comprar os neg\u00f3cios da Shell na Argentina, que incluem distribuidoras de combust\u00edveis e ativos da \u00e1rea de refino, apurou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8030,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-25793","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25793","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25793"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25793\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25794,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25793\/revisions\/25794"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25793"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25793"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25793"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}