{"id":25623,"date":"2017-12-14T00:00:10","date_gmt":"2017-12-14T02:00:10","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=25623"},"modified":"2017-12-12T22:57:13","modified_gmt":"2017-12-13T00:57:13","slug":"porto-do-rio-grande-chega-a-375-milhoes-de-toneladas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-do-rio-grande-chega-a-375-milhoes-de-toneladas\/","title":{"rendered":"Porto do Rio Grande chega a 37,5 milh\u00f5es de toneladas"},"content":{"rendered":"<p>O Porto do Rio Grande registrou, at\u00e9 o m\u00eas de novembro, aumento de 5% na movimenta\u00e7\u00e3o de carga, quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2016, conforme informa\u00e7\u00f5es da Superintend\u00eancia do Porto do Rio Grande (Suprg). A marca de mais de 37,5 milh\u00f5es de toneladas j\u00e1 \u00e9 praticamente igual ao ano inteiro de 2015, com destaque para transporte de soja, arroz e cont\u00eaineres.<\/p>\n<p>&#8220;O ano foi at\u00edpico para o complexo portu\u00e1rio. Vimos meses com queda de movimenta\u00e7\u00e3o quando comparado com o mesmo m\u00eas do ano passado, mas outros com crescimento exponencial como o caso de outubro, que, comparado a 2016, teve crescimento de mais de 35% e novembro, que tivemos mais de 11%, quando analisamos o do ano passado&#8221;, afirma o diretor-superintendente, Janir Branco. A movimenta\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria n\u00e3o depende somente da capacidade do complexo, mas tamb\u00e9m de fatores externos como c\u00e2mbio e valores das commodities.<\/p>\n<p>&#8220;Os cen\u00e1rios nacional e internacional s\u00e3o fatores preponderantes para a compra e venda de produtos. O Rio Grande do Sul \u00e9 essencialmente agr\u00edcola, e a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os e valores cambiais favor\u00e1veis ao produtor s\u00e3o fatores para as movimenta\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias&#8221;, avalia Branco. Destacam-se, at\u00e9 o m\u00eas de novembro, produtos como o arroz ( 0,72%) e os cont\u00eaineres de produtos de tabaco e frango congelado, com crescimento de 5,6%.<\/p>\n<p>O complexo soja, tradicionalmente, \u00e9 o principal produto de movimenta\u00e7\u00e3o. O conjunto, formado por \u00f3leo, farelo e gr\u00e3o, teve crescimento de 16,8%, acumulando, at\u00e9 o momento, 13,9 milh\u00f5es de toneladas. Somente o gr\u00e3o de soja teve crescimento de 26,5% e soma sozinho 11,8 milh\u00f5es de toneladas. &#8220;Tivemos, nos primeiros meses do ano, uma sa\u00edda at\u00edpica da safra 2016, e estamos vendo uma boa movimenta\u00e7\u00e3o da safra 2017&#8221;, acrescenta Branco.<\/p>\n<p>As principais origens das importa\u00e7\u00f5es ao Porto do Rio Grande s\u00e3o Argentina (950.371 toneladas), Estados Unidos (735.702 t), Marrocos (712.654 t), Arg\u00e9lia (669.303 t) e R\u00fassia (446.412 t). J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es ficam na seguinte ordem: China (12,1 milh\u00f5es de toneladas), Eslov\u00eania (878.814 t), Ir\u00e3 (729.605 t), Coreia do Sul (722.033 t) e Jap\u00e3o (675.926 t).<\/p>\n<p>A Suprg e o governo do Estado avaliam que a movimenta\u00e7\u00e3o total de 2017 deva superar a de 2016, podendo registrar o melhor ano da hist\u00f3ria do complexo portu\u00e1rio. &#8220;Estamos confiantes de que dezembro deve ser positivo e auxiliar a aquisi\u00e7\u00e3o do recorde. Os secret\u00e1rios Pedro Westphalen (Transportes) e F\u00e1bio Branco (Casa Civil), liderados pelo governador Sartori, buscaram, ao longo deste ano, a facilita\u00e7\u00e3o da log\u00edstica ga\u00facha, com projetos de melhorias na hidrovia e na integra\u00e7\u00e3o do sistema hidroportu\u00e1rio, facilitando a competitividade&#8221;, conclui o superintendente.<\/p>\n<p>Fonte: JCRS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto do Rio Grande registrou, at\u00e9 o m\u00eas de novembro, aumento de 5% na movimenta\u00e7\u00e3o de carga, quando comparado ao mesmo per\u00edodo de 2016,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19106,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-25623","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25623","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25623"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25623\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25624,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25623\/revisions\/25624"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19106"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25623"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25623"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25623"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}