{"id":25599,"date":"2017-12-13T00:27:34","date_gmt":"2017-12-13T02:27:34","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=25599"},"modified":"2017-12-12T19:29:19","modified_gmt":"2017-12-12T21:29:19","slug":"brasil-e-argentina-terao-carro-comum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-e-argentina-terao-carro-comum\/","title":{"rendered":"Brasil e Argentina ter\u00e3o \u2018carro comum\u2019"},"content":{"rendered":"<p><span><span>Ainda que sejam produzidos na mesma f\u00e1brica, um modelo de carro vendido no Brasil e outro na Argentina s\u00e3o muito diferentes por dentro. Em alguns casos, a montadora precisa fazer mais de 200 altera\u00e7\u00f5es entre os dois ve\u00edculos. Isso \u00e9 explicado pela legisla\u00e7\u00e3o que exige caracter\u00edsticas distintas em cada pa\u00eds. Diante da situa\u00e7\u00e3o, Brasil e Argentina concordaram em criar uma legisla\u00e7\u00e3o \u00fanica para a ind\u00fastria automotiva. A medida poderia reduzir o pre\u00e7o dos carros em at\u00e9 5%.<br \/><\/span><\/span><\/p>\n<p>A iniciativa de elaborar uma regra \u00fanica foi apresentada aos presidentes Michel Temer e Maur\u00edcio Macri que se encontraram no domingo durante a reuni\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC). Nesta segunda-feira, 11, o ministro da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, Marcos Pereira, confirmou a iniciativa. Ele explicou que um grupo tem se encontrado a cada bimestre para tentar melhorar o marco regulat\u00f3rio de v\u00e1rios setores.<\/p>\n<p>O<span>\u00a0<\/span><i>Estad\u00e3o\/Broadcast<\/i><span>\u00a0<\/span>teve acesso ao documento produzido pela Comiss\u00e3o de Produ\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio Brasil-Argentina que sugere convergir o marco regulat\u00f3rio dos setores automotivo, de carne, equipamentos m\u00e9dicos, medicamentos, brinquedos, alimentos e bebidas, entre outros. A regra \u00fanica para os ve\u00edculos \u00e9 o grande chamariz da medida que atende a um antigo pedido das montadoras.<\/p>\n<p><b>Altera\u00e7\u00f5es.<\/b><span>\u00a0<\/span>Durante o trabalho feito nos \u00faltimos meses, t\u00e9cnicos brasileiros e argentinos encontraram o caso de um ve\u00edculo produzido no Brasil que precisa ter mais de 200 altera\u00e7\u00f5es para ser comercializado na Argentina. Por fora, os carros de um cliente argentino e outro de um brasileiro s\u00e3o exatamente id\u00eanticos, mas a legisla\u00e7\u00e3o exige que sejam bem diferentes por dentro.Diante dessa situa\u00e7\u00e3o, montadoras reclamam que precisam saber desde o primeiro momento se aquele carro a ser fabricado ser\u00e1 vendido no Brasil ou exportado ao vizinho porque os processos de fabrica\u00e7\u00e3o acabam sendo bem distintos.<\/p>\n<p>H\u00e1 v\u00e1rios itens em que a legisla\u00e7\u00e3o diferente. Um dos citados pelos t\u00e9cnicos \u00e9 a regra para controle de emiss\u00e3o de poluentes. A diferen\u00e7a faz com que os motores tenham de ser pensados e ajustados de maneira distinta \u2013 ainda que carreguem o mesmo nome e sejam instalados em um mesmo modelo de ve\u00edculo.Para as montadoras, essas altera\u00e7\u00f5es geram custos que, em tese, n\u00e3o existiriam se a legisla\u00e7\u00e3o fosse \u00fanica.<\/p>\n<p>Uma das montadoras citou aos t\u00e9cnicos que h\u00e1 casos em que modelos poderiam ficar at\u00e9 5% mais baratos ao consumidor se pudessem ser produzidos ve\u00edculos id\u00eanticos por dentro e por fora para os dois maiores mercados da Am\u00e9rica do Sul. Marcos Pereira confirmou a perspectiva de o que pre\u00e7o poder\u00e1, no fim do processo, cair, mas o ministro da Ind\u00fastria n\u00e3o se comprometeu com um n\u00famero. \u201cQuero crer que as montadoras repassar\u00e3o esse ganho ao consumidor\u201d, disse.<span>\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: O Estado de SP<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ainda que sejam produzidos na mesma f\u00e1brica, um modelo de carro vendido no Brasil e outro na Argentina s\u00e3o muito diferentes por dentro. 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