{"id":25400,"date":"2017-11-24T00:32:17","date_gmt":"2017-11-24T02:32:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=25400"},"modified":"2017-11-23T16:33:31","modified_gmt":"2017-11-23T18:33:31","slug":"abrapa-propoe-estudo-de-embarques-de-algodao-pelo-norte-e-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/abrapa-propoe-estudo-de-embarques-de-algodao-pelo-norte-e-nordeste\/","title":{"rendered":"Abrapa prop\u00f5e estudo de embarques de algod\u00e3o pelo Norte e Nordeste"},"content":{"rendered":"<p>Exportar parte do algod\u00e3o produzido no Brasil pelos portos do Norte e do Nordeste do pa\u00eds pode ser a alternativa para diminuir a press\u00e3o sobre o Porto de Santos, e, consequentemente, os atrasos no embarque da pluma brasileira, agravados no ciclo 2016\/2017 pela falta de cont\u00eaineres e de caminh\u00f5es no per\u00edodo de pico da safra. A solu\u00e7\u00e3o foi apresentada ontem (21), pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Algod\u00e3o (Abrapa), durante a 57a Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria da C\u00e2mara Tem\u00e1tica de Infraestrutura e log\u00edstica (CTLOG) do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), realizada na sede da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>A proposta foi detalhada pelo vice-presidente da Abrapa, J\u00falio C\u00e9zar Busato, que preside a C\u00e2mara Tem\u00e1tica de Insumos da Agropecu\u00e1ria (CTIA), na qual o assunto j\u00e1 vem sendo estudado. A ideia \u00e9 que as duas c\u00e2maras, e tamb\u00e9m a C\u00e2mara Setorial da Cadeia Produtiva do Algod\u00e3o e Derivados, trabalhem em conjunto para encontrar uma resposta para o problema.<\/p>\n<p>Segundo Busato, a alternativa mais vi\u00e1vel \u00e9 criar novas rotas, com frequ\u00eancia regular, nos portos das regi\u00f5es Norte e Nordeste do pa\u00eds, e relocar para estes a produ\u00e7\u00e3o do chamado Matopiba, acr\u00f4nimo referente \u00e0s \u00e1reas agr\u00edcolas de cerrado nos estados do Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed, e Bahia, sendo esta \u00faltima o segundo maior produtor de algod\u00e3o do Brasil. De acordo com J\u00falio Busato, que tamb\u00e9m \u00e9 presidente da Associa\u00e7\u00e3o Baiana dos Produtores de Algod\u00e3o (Abapa), o estado vem fazendo alguns embarques pelo Porto de Salvador, e a associa\u00e7\u00e3o estadual intensificou as conversas com o Grupo Wilson Sons, operador do Terminal de Cont\u00eaineres do Porto de Salvador (Tecon).<\/p>\n<p>\u201cHoje, de 1,8 milh\u00e3o de toneladas de pluma que o Brasil exporta, em torno de 800 mil toneladas abastecem o mercado interno e o restante \u00e9 exportado, principalmente, para a regi\u00e3o sudeste da \u00c1sia. N\u00e3o h\u00e1 expectativa de um aumento consider\u00e1vel do consumo no mercado interno. Ent\u00e3o, para o setor algodoeiro nacional crescer, \u00e9 imperativo exportar. Mas o comprador quer ter seguran\u00e7a de que ter\u00e1 o algod\u00e3o na hora e no lugar certos\u201d, explica Busato. Atualmente, 90% do algod\u00e3o brasileiro saem pelo Porto de Santos.<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento de inten\u00e7\u00e3o de plantio da Abrapa para 2017\/2018, o Matopiba deve produzir em torno de 575 mil toneladas de pluma. Deste total, cerca de 60% s\u00e3o para exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal da M\u00eddia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exportar parte do algod\u00e3o produzido no Brasil pelos portos do Norte e do Nordeste do pa\u00eds pode ser a alternativa para diminuir a press\u00e3o sobre&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":20495,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-25400","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25400"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25400\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25401,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25400\/revisions\/25401"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20495"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}