{"id":25382,"date":"2017-11-23T00:48:08","date_gmt":"2017-11-23T02:48:08","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=25382"},"modified":"2017-11-20T15:50:14","modified_gmt":"2017-11-20T17:50:14","slug":"portos-contam-com-poligonais-que-delimitam-sua-area-de-responsabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portos-contam-com-poligonais-que-delimitam-sua-area-de-responsabilidade\/","title":{"rendered":"Portos contam com poligonais que delimitam sua \u00e1rea de responsabilidade"},"content":{"rendered":"<p>Os portos brasileiros contam com espa\u00e7os geogr\u00e1ficos definidos onde atuam suas administra\u00e7\u00f5es. S\u00e3o os limites f\u00edsicos de sua \u00e1rea de responsabilidade, que formam a denominada poligonal desses complexos mar\u00edtimos.<\/p>\n<p>De acordo com o marco regulat\u00f3rio do setor, a Lei dos Portos (n\u00ba 12.815\/2013), esses limites determinam as \u00e1reas dos portos organizados (p\u00fablicos), englobando as instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias e as infraestruturas de prote\u00e7\u00e3o e acesso ao cais.<\/p>\n<p>Nesse sentido, as poligonais s\u00e3o uma representa\u00e7\u00e3o dessas fronteiras, o \u201cespa\u00e7o geogr\u00e1fico onde a autoridade portu\u00e1ria det\u00e9m o poder de administra\u00e7\u00e3o do porto p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p>Nessa lei de 2013, o conceito de poligonal foi modernizado. O marco legal anterior, a Lei n.\u00ba 8.630, de 25\/02\/1993, citava apenas a exist\u00eancia de portos organizados, apresentados como o \u201cconjunto de bens p\u00fablicos necess\u00e1rios \u00e0 consecu\u00e7\u00e3o das atividades portu\u00e1rias dentro de um espa\u00e7o geogr\u00e1fico\u201d, chamado de \u201c\u00e1rea do porto organizado\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>A atual legisla\u00e7\u00e3o exige que essas as \u00e1reas sejam delimitadas por ato do Poder Executivo e que seus limites devem considerar os acessos mar\u00edtimos e terrestres, os ganhos de efici\u00eancia e competitividade e as instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias j\u00e1 existentes.<\/p>\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio dos Transportes, Portos e Avia\u00e7\u00e3o Civil, com essa defini\u00e7\u00e3o das poligonais, h\u00e1 uma maior seguran\u00e7a jur\u00eddica \u00e0 comunidade portu\u00e1ria, pois ficam mais claros os limites de compet\u00eancia do porto e a interface entre investimento p\u00fablico e privado.<\/p>\n<p>Dentro do porto organizado, por exemplo, prevalecem as regras de explora\u00e7\u00e3o determinadas pelas companhias docas. E as cargas e descargas devem ser realizadas com profissionais dos \u00f3rg\u00e3os gestores de m\u00e3o de obra, os Ogmos.<\/p>\n<p>No semestre passado, a Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) concluiu a revis\u00e3o da poligonal do Porto de Santos. Esse estudo aguarda, agora, a aprova\u00e7\u00e3o das autoridades de Bras\u00edlia para ser efetivado.\u00a0<\/p>\n<p>A defini\u00e7\u00e3o das \u00e1reas sob responsabilidade do Porto foi alvo de disputa federais anos atr\u00e1s. Isso ocorreu pois a Codesp queria incluir o N\u00facleo da Base A\u00e9rea de Santos (Nubast), na Margem Esquerda do Canal do Estu\u00e1rio, em Guaruj\u00e1, nos seus limites. Ap\u00f3s pedido do Minist\u00e9rio da Defesa, a ideia foi vetada.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os portos brasileiros contam com espa\u00e7os geogr\u00e1ficos definidos onde atuam suas administra\u00e7\u00f5es. 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