{"id":25116,"date":"2017-10-23T01:30:17","date_gmt":"2017-10-23T03:30:17","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=25116"},"modified":"2017-10-22T13:11:22","modified_gmt":"2017-10-22T15:11:22","slug":"porto-de-santos-prepara-lancamento-do-projeto-para-a-utilizacao-de-suas-hidrovias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-santos-prepara-lancamento-do-projeto-para-a-utilizacao-de-suas-hidrovias\/","title":{"rendered":"Porto de Santos prepara lan\u00e7amento do projeto para a utiliza\u00e7\u00e3o de suas hidrovias"},"content":{"rendered":"<p>O Porto de Santos prepara o lan\u00e7amento, nos pr\u00f3ximos dias, do projeto para a utiliza\u00e7\u00e3o de suas hidrovias. A proposta \u00e9 que o complexo tenha servi\u00e7os de transporte de cargas em barca\u00e7as pelos rios da regi\u00e3o, ligando as duas margens do estu\u00e1rio e, tamb\u00e9m, as zonas portu\u00e1ria e retroportu\u00e1ria, chegando ao Polo Industrial de Cubat\u00e3o e plataformas log\u00edsticas dessa cidade.<\/p>\n<p>Com isso, a Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp, a Autoridade Portu\u00e1ria), respons\u00e1vel pela iniciativa, prev\u00ea reduzir os custos e impactos ambientais da atividade portu\u00e1ria nas cidades da Baixada Santista, al\u00e9m de desafogar os acessos rodovi\u00e1rios ao cais santista.<\/p>\n<p>Detalhes\u00a0do projeto, desenvolvido pela Codesp, foram revelados pelo presidente da companhia, Jos\u00e9 Alex Oliva, em entrevista exclusiva a . Segundo ele, a ideia \u00e9 \u201clan\u00e7ar o projeto, ofertar a oportunidade para a iniciativa privada e dar in\u00edcio a uma nova fase de expans\u00e3o do Porto com a explora\u00e7\u00e3o do modal hidrovi\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3ximos passos<\/strong><\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos dias, a Docas reunir\u00e1 empres\u00e1rios e apresentar\u00e1 a proposta de explora\u00e7\u00e3o das hidrovias e as a\u00e7\u00f5es que adotou para viabilizar o servi\u00e7o. Caber\u00e1 \u00e0 Autoridade Portu\u00e1ria garantir a utiliza\u00e7\u00e3o das vias de navega\u00e7\u00e3o, sinalizando-a e regularizando seu uso, inclusive com a defini\u00e7\u00e3o de normas para a atividade.<\/p>\n<p>As regras foram definidas nos \u00faltimos meses a partir de reuni\u00f5es entre representantes da Codesp, da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq, o \u00f3rg\u00e3o regulador do setor) e da Capitania dos Portos de S\u00e3o Paulo (CPSP).<\/p>\n<p>Na reuni\u00e3o, tamb\u00e9m ser\u00e3o apresentadas poss\u00edveis \u201clinhas de navega\u00e7\u00e3o\u201d a serem explorados pela iniciativa privada. Uma delas prev\u00ea a passagem pelos terminais especializados na movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres no complexo, levando as cargas de uma margem do estu\u00e1rio a outra, em barca\u00e7as com at\u00e9 150 cont\u00eaineres, e substituindo o transporte rodovi\u00e1rio regional conhecido como \u201cvira\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Outra linha ligar\u00e1 as instala\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias a plataformas log\u00edsticas do retroporto, em Cubat\u00e3o, sendo uma alternativa \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es nesse trajeto. Essa possibilidade chegou a ser considerada pela Libra Terminais (que tem uma unidade retroportu\u00e1ria em Cubat\u00e3o) no final da d\u00e9cada passada, mas n\u00e3o avan\u00e7ou.<\/p>\n<p>H\u00e1, ainda, uma terceira op\u00e7\u00e3o: utilizar barca\u00e7as para levar mat\u00e9rias-primas importadas da regi\u00e3o do cais at\u00e9 as ind\u00fastrias de Cubat\u00e3o, como defendia a fabricante de cloro, soda e derivados Carbocloro no in\u00edcio da \u00faltima d\u00e9cada. O projeto, por\u00e9m, foi descartado devido a custos.<\/p>\n<p>Enquanto a Autoridade Portu\u00e1ria cuidar\u00e1 das normas de explora\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o e das vias de navega\u00e7\u00e3o, caber\u00e1 \u00e0 iniciativa privada realizar o transporte, adquirir os equipamentos de movimenta\u00e7\u00e3o de cargas (guindastes) e ainda construir os atracadouros e cais para as barca\u00e7as na \u00e1rea retroportu\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u201cVamos estimular os terminais e as empresas de navega\u00e7\u00e3o a fazerem uso dessa alternativa econ\u00f4mica. O objetivo \u00e9 ofertar a infraestrutura para que a iniciativa privada fa\u00e7a seus neg\u00f3cios. E todos v\u00e3o ganhar: teremos custos log\u00edsticos menores, estradas n\u00e3o t\u00e3o congestionadas, um modal com menor consumo de combust\u00edvel e, portanto, menor emiss\u00e3o de poluentes e impactos ambientais\u201d.<\/p>\n<p>Oliva pretende se reunir com os caminhoneiros e explicar \u00e0 categoria que ela tamb\u00e9m ganhar\u00e1 com o projeto. \u201cEles deixar\u00e3o de fazer viagens longas e se concentrar\u00e3o em percursos curtos. Pegar\u00e3o mais servi\u00e7os\u201d.<\/p>\n<p>O executivo prev\u00ea a opera\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o operante em at\u00e9 dois anos, mas considerando reuni\u00f5es feitas com terminais e empresas de navega\u00e7\u00e3o, ele acredita que j\u00e1 possa ter uma linha em a\u00e7\u00e3o at\u00e9 o final do ano.<\/p>\n<p>O projeto chegou a ser apresentado por Oliva ao ministro dos Transportes, Portos e Avia\u00e7\u00e3o Civil, Maur\u00edcio Quintella, em viagem ao Porto de Antu\u00e9rpia (B\u00e9lgica) no final do m\u00eas passado \u2014 visita t\u00e9cnica que integrou a programa\u00e7\u00e3o da edi\u00e7\u00e3o deste ano do Santos Export \u2014 F\u00f3rum Internacional para a Expans\u00e3o do Porto de Santos, promovido pelo Grupo Tribuna e pela Una Marketing de Eventos. O modal hidrovi\u00e1rio \u00e9 estrat\u00e9gico para a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas no complexo belga, que registra uma m\u00e9dia de 915 escalas de barca\u00e7as por semana.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Ideia antiga<\/strong><\/p>\n<p>A ideia de explorar o transporte hidrovi\u00e1rio no Porto \u00e9 debatida desde a d\u00e9cada passada. Em 2012, essa op\u00e7\u00e3o foi tema de um estudo da Funda\u00e7\u00e3o para o Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico da Engenharia (FDTE), ligada \u00e0 Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). A pesquisa apontou que a regi\u00e3o conta com 200 quil\u00f4metros de vias naveg\u00e1veis e 25 deles sem restri\u00e7\u00f5es (o principal obst\u00e1culo encontrado foi a altura dos v\u00e3os de pontes rodovi\u00e1rias e ferrovi\u00e1rias), al\u00e9m de identificar cinco rotas comerciais (confira no infogr\u00e1fico ao lado).<\/p>\n<p><strong>Especialistas apontam vantagens do modal<\/strong><\/p>\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o do transporte hidrovi\u00e1rio \u00e9 vista como um avan\u00e7o por especialistas no setor. Eles destacam que o modal apresenta um menor consumo de combust\u00edvel por toneladas transportadas e, consequentemente, um volume de emiss\u00f5es de CO2 na atmosfera inferior. E ainda apontam a diminui\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego de caminh\u00f5es nas vias da regi\u00e3o e melhor distribui\u00e7\u00e3o de cargas no complexo santista, com a implanta\u00e7\u00e3o do projeto.\u00a0<\/p>\n<p>O transporte hidrovi\u00e1rio de cargas \u00e9 visto como o mais limpo e barato. A cada mil toneladas transportadas por quil\u00f4metro, s\u00e3o gastos apenas quatro litros de combust\u00edveis. O consumo aumenta para seis litros quando o modal utilizado \u00e9 o ferrovi\u00e1rio. E sobe para 15 litros quando os caminh\u00f5es fazem o transporte da carga.<\/p>\n<p>\u201cNa travessia da Margem Direita para a Margem Esquerda, n\u00e3o vai precisar fazer a volta, que chega a dar 70 quil\u00f4metros, no transporte rodovi\u00e1rio ou mesmo no ferrovi\u00e1rio. Voc\u00ea pode atravessar em uma barca\u00e7a. \u00c9 um investimento baixo, um consumo de combust\u00edvel baixo, ent\u00e3o tende a ser um transporte com um custo de produ\u00e7\u00e3o muito baixo\u201d, destacou o consultor portu\u00e1rio e ex-diretor da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) Frederico Bussinger, do Instituto de Desenvolvimento, Log\u00edstica, Transporte e Meio Ambiente (Idelt).\u00a0<\/p>\n<p><strong>Transporte hidrovi\u00e1rio de cargas \u00e9 visto como o mais limpo e barato<\/strong><\/p>\n<p>O especialista ainda aponta que o transporte hidrovi\u00e1rio \u00e9 muito utilizado nos portos mais modernos do mundo. Neles, as barca\u00e7as passam pelos terminais, recolhendo cont\u00eaineres e fazendo a distribui\u00e7\u00e3o, servi\u00e7o tamb\u00e9m proposta para Santos.\u00a0<\/p>\n<p>Para o presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Portu\u00e1rios (Fenop), S\u00e9rgio Aquino, essa iniciativa permitir\u00e1 a explora\u00e7\u00e3o de novas \u00e1reas no Porto, que poder\u00e3o ser acessadas pelas barca\u00e7as. \u201c\u00c9 fundamental que se fa\u00e7a esta interliga\u00e7\u00e3o do Porto com a retro\u00e1rea. Com isso, voc\u00ea expande o chamado complexo portu\u00e1rio e reduz a interfer\u00eancia no tr\u00e2nsito, utilizando caminh\u00e3o onde ele precisa ser utilizado e priorizando o transporte aquavi\u00e1rio onde ele pode ser competitivo\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o do transporte hidrovi\u00e1rio \u00e9 vista como um avan\u00e7o por especialistas no setor. Eles destacam que o modal apresenta um menor consumo de combust\u00edvel por toneladas transportadas e, consequentemente, um volume de emiss\u00f5es de CO2 na atmosfera inferior. E ainda apontam a diminui\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego de caminh\u00f5es nas vias da regi\u00e3o e melhor distribui\u00e7\u00e3o de cargas no complexo santista, com a implanta\u00e7\u00e3o do projeto.\u00a0<\/p>\n<p>O transporte hidrovi\u00e1rio de cargas \u00e9 visto como o mais limpo e barato. A cada mil toneladas transportadas por quil\u00f4metro, s\u00e3o gastos apenas quatro litros de combust\u00edveis. O consumo aumenta para seis litros quando o modal utilizado \u00e9 o ferrovi\u00e1rio. E sobe para 15 litros quando os caminh\u00f5es fazem o transporte da carga.<\/p>\n<p>\u201cNa travessia da Margem Direita para a Margem Esquerda, n\u00e3o vai precisar fazer a volta, que chega a dar 70 quil\u00f4metros, no transporte rodovi\u00e1rio ou mesmo no ferrovi\u00e1rio. Voc\u00ea pode atravessar em uma barca\u00e7a. \u00c9 um investimento baixo, um consumo de combust\u00edvel baixo, ent\u00e3o tende a ser um transporte com um custo de produ\u00e7\u00e3o muito baixo\u201d, destacou o consultor portu\u00e1rio e ex-diretor da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) Frederico Bussinger, do Instituto de Desenvolvimento, Log\u00edstica, Transporte e Meio Ambiente (Idelt).\u00a0<\/p>\n<p>O especialista ainda aponta que o transporte hidrovi\u00e1rio \u00e9 muito utilizado nos portos mais modernos do mundo. Neles, as barca\u00e7as passam pelos terminais, recolhendo cont\u00eaineres e fazendo a distribui\u00e7\u00e3o, servi\u00e7o tamb\u00e9m proposta para Santos.\u00a0<\/p>\n<p>Para o presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Portu\u00e1rios (Fenop), S\u00e9rgio Aquino, essa iniciativa permitir\u00e1 a explora\u00e7\u00e3o de novas \u00e1reas no Porto, que poder\u00e3o ser acessadas pelas barca\u00e7as. \u201c\u00c9 fundamental que se fa\u00e7a esta interliga\u00e7\u00e3o do Porto com a retro\u00e1rea. Com isso, voc\u00ea expande o chamado complexo portu\u00e1rio e reduz a interfer\u00eancia no tr\u00e2nsito, utilizando caminh\u00e3o onde ele precisa ser utilizado e priorizando o transporte aquavi\u00e1rio onde ele pode ser competitivo\u201d.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Consultor faz alerta sobre novos custos<\/strong><\/p>\n<p>Para o consultor portu\u00e1rio Fabrizio Pierdom\u00eanico, o transporte hidrovi\u00e1rio s\u00f3 \u00e9 vi\u00e1vel quando se tem um volume grande de cargas que precisam ser transportadas por longas dist\u00e2ncia. O ex-diretor da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) aponta os riscos de aumento dos custos log\u00edsticos e ainda o crescimento do tr\u00e1fego de embarca\u00e7\u00f5es no canal de navega\u00e7\u00e3o do Porto de Santos.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEu entendo que todo esse processo de trazer o cont\u00eainer do outro lado do Pa\u00eds, dar um tombo nele, colocar em uma pilha, depois tirar da pilha, colocar em uma barca\u00e7a para trazer e, depois, distribuir para os terminais vai agregar mais custos \u00e0 carga. Seria diferente se sa\u00edsse do ponto de origem da carga em uma barca\u00e7a para o destino final\u201d.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Pontos positivos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Defensor da utiliza\u00e7\u00e3o do transporte hidrovi\u00e1rio no Porto de Santos, o engenheiro Henry Robinson acredita no potencial e na import\u00e2ncia do modal para a regi\u00e3o desde a d\u00e9cada passada, quando ainda atuava como diretor t\u00e9cnico da Libra Terminais e foi um dos idealizadores do projeto do uso de barca\u00e7as ligando a instala\u00e7\u00e3o a sua unidade retroportu\u00e1rio em 2006. O empreendimento acabou n\u00e3o avan\u00e7ando.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cSantos apresenta grande riqueza no meio hidrovi\u00e1rio. H\u00e1 obstru\u00e7\u00f5es, que s\u00e3o as pontes (com v\u00e3os muito baixos e que precisariam ser elevados), mas tem um bom potencial. Mesmo com a barreira f\u00edsica que \u00e9 a Serra, h\u00e1 a possibilidade de explorarmos as hidrovias na log\u00edstica local, tanto intermargens como entre o cais e o retroporto, mas temos de ter volume e deve ser um servi\u00e7o com common user, que qualquer um pode contratar\u201d, explica o executivo portu\u00e1rio e professor da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes).<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m destaca que a ado\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, substituindo o transporte rodovi\u00e1rio em determinados trechos, n\u00e3o pode aumentar o custo log\u00edstico. \u201cO usu\u00e1rio n\u00e3o suporta mais um custo. Ent\u00e3o, a utiliza\u00e7\u00e3o das barca\u00e7as tem de ser projetada de modo a n\u00e3o encarecer a opera\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m temos de ver como ficar\u00e1 a utiliza\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra. Essa foi uma quest\u00e3o bem cr\u00edtica quando debatemos esse projeto para a Libra em 2006\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto de Santos prepara o lan\u00e7amento, nos pr\u00f3ximos dias, do projeto para a utiliza\u00e7\u00e3o de suas hidrovias. 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