{"id":24686,"date":"2017-09-15T01:00:36","date_gmt":"2017-09-15T04:00:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=24686"},"modified":"2017-09-05T07:14:31","modified_gmt":"2017-09-05T10:14:31","slug":"producao-de-gas-natural-no-brasil-bate-recorde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/producao-de-gas-natural-no-brasil-bate-recorde\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural no brasil bate recorde"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural no Brasil em julho totalizou 115 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (m3\/d), superando os 111,8 MMm3\/d registrados em dezembro de 2016. O volume representa um aumento de 3,5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 7,3% em rela\u00e7\u00e3o a julho de 2016.<\/p>\n<p>J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo totalizou 2,623 milh\u00f5es de barris por dia (bbl\/d), uma redu\u00e7\u00e3o de 1,9% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior e um aumento de 1,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em 2016. A redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a junho se deve, principalmente, \u00e0 parada programada da plataforma P-58, que opera na \u00e1rea denominada &#8220;Parque das Baleias&#8221; (\u00e1reas de desenvolvimento de Jubarte, Baleia Azul, Baleia Franca e Baleia An\u00e3).<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o total de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural no Pa\u00eds foi de aproximadamente 3,346 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente por dia (boe\/d). O boletim completo est\u00e1 dispon\u00edvel <a href=\"https:\/\/www.anp.gov.br\/wwwanp\/publicacoes\/boletins-anp\/2395-boletim-mensal-da-producao-de-petroleo-e-gas-natural.\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00e9-sal<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal em julho totalizou aproximadamente 1,613 milh\u00e3o de barris de \u00f3leo equivalente por dia, uma redu\u00e7\u00e3o de 4,3% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. A produ\u00e7\u00e3o, oriunda de 80 po\u00e7os, foi de 1,293 milh\u00e3o de barris de petr\u00f3leo por dia e 51 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de g\u00e1s natural por dia. A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal correspondeu a 48,2% do total produzido no Brasil. Os po\u00e7os do \u201cpr\u00e9-sal\u201d s\u00e3o aqueles cuja produ\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada no horizonte geol\u00f3gico denominado pr\u00e9-sal, em campos localizados na \u00e1rea definida no inciso IV do caput do artigo 2\u00ba da Lei n\u00ba 12.351\/2010.<\/p>\n<p><strong>Queima de g\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>O aproveitamento de g\u00e1s natural no m\u00eas alcan\u00e7ou 96,3%. A queima de g\u00e1s em julho foi de 4,2 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia, uma redu\u00e7\u00e3o de 6,3% se comparada ao m\u00eas anterior e de 3,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em 2016.<\/p>\n<p><strong>Campos produtores<\/strong><\/p>\n<p>O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural. Produziu, em m\u00e9dia, 789 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 34,2 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>Os campos mar\u00edtimos produziram 95,2% do petr\u00f3leo e 77,6% do g\u00e1s natural. A produ\u00e7\u00e3o ocorreu em 8.234 po\u00e7os, sendo 751 mar\u00edtimos e 7.483 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 93,3% do petr\u00f3leo e g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior n\u00famero de po\u00e7os produtores: 1.090. Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo mar\u00edtimo com maior n\u00famero de po\u00e7os produtores: 61.<\/p>\n<p>A FPSO Cidade de Mangaratiba, localizada no campo de Lula, produziu, por meio de 6 po\u00e7os a ela interligados, 188,5 mil boe\/d e foi a UEP (Unidade Estacion\u00e1ria de Produ\u00e7\u00e3o) com maior produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Outras informa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Em julho de 2017, 304 concess\u00f5es, operadas por 25 empresas, foram respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o nacional. Destas, 79 s\u00e3o concess\u00f5es mar\u00edtimas e 225 terrestres. Vale ressaltar que, do total das concess\u00f5es produtoras, duas encontram-se em atividade explorat\u00f3ria e produzindo atrav\u00e9s de Teste de Longa Dura\u00e7\u00e3o (TLD), e outras sete s\u00e3o relativas a contratos de \u00e1reas contendo acumula\u00e7\u00f5es marginais.<\/p>\n<p>O grau API m\u00e9dio foi de 26,7, sendo 36,1% da produ\u00e7\u00e3o considerada \u00f3leo leve (&gt;=31\u00b0API), 47,2% \u00f3leo m\u00e9dio (&gt;=22 API e &lt;31 API) e 16,6% \u00f3leo pesado (&lt;22 API).<\/p>\n<p>As bacias maduras terrestres (campos\/testes de longa dura\u00e7\u00e3o das bacias do Esp\u00edrito Santo, Potiguar, Rec\u00f4ncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 128,8 mil boe\/d, sendo 104,6 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 3,8 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural. Desse total, 123,6 mil barris de \u00f3leo equivalente por dia foram produzidos pela Petrobras e 5,2 mil boe\/d por concess\u00f5es n\u00e3o operadas pela Petrobras, sendo 327 boe\/d em Alagoas, 2.476 boe\/d na Bahia, 74 boe\/d no Esp\u00edrito Santo, 2.121 boe\/d no Rio Grande do Norte e 206 boe\/d em Sergipe.<\/p>\n<p>Fonte: ANP<\/p>\n<div><\/div>\n<div class=\"jwDisqusForm\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural no Brasil em julho totalizou 115 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (m3\/d), superando os 111,8 MMm3\/d registrados em dezembro&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17937,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-24686","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24686","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24686"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24686\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24687,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24686\/revisions\/24687"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17937"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24686"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24686"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24686"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}