{"id":24601,"date":"2017-09-04T00:35:02","date_gmt":"2017-09-04T03:35:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=24601"},"modified":"2017-09-01T08:37:15","modified_gmt":"2017-09-01T11:37:15","slug":"pib-do-2o-tri-deve-crescer-01-e-confirmar-recuperacao-lenta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/pib-do-2o-tri-deve-crescer-01-e-confirmar-recuperacao-lenta\/","title":{"rendered":"PIB do 2\u00ba tri deve crescer 0,1% e confirmar recupera\u00e7\u00e3o lenta"},"content":{"rendered":"<p><span>O Instituto Nacional de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulga hoje\u00a0o Produto Interno Bruto<\/span><span><span>\u00a0(PIB) do pa\u00eds referente ao segundo trimestre de 2017. De acordo com uma pesquisa da ag\u00eancia Reuters com economistas, o resultado deve ser um crescimento de 0,1% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre do ano, o que confirmaria a sa\u00edda do pa\u00eds da recess\u00e3o.<br \/><\/span><\/span><\/p>\n<p>Mesmo assim, o n\u00famero \u00e9 considerado fraco e fica bem abaixo do 1% registrado entre janeiro e mar\u00e7o, quando a agricultura e a exporta\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos foram as estrelas da economia.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 uma \u00f3tima not\u00edcia num n\u00famero t\u00e3o minguado: dessa vez, se confirmarem os dados, o crescimento \u00e9 puxado pelo consumo das fam\u00edlias, que teve uma retomada gra\u00e7as \u00e0 baixa infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Deve ser o primeiro n\u00famero positivo no consumo privado em nove trimestres. Os investimentos ainda seguem em n\u00edveis baix\u00edssimos.<\/p>\n<p>As previs\u00f5es para o PIB foram melhorando ao longo do segundo trimestre, conforme dados espec\u00edficos foram se mostrando acima do esperado. Ainda assim, economistas n\u00e3o descartam uma varia\u00e7\u00e3o zero, ou ainda um novo n\u00famero negativo.<\/p>\n<p>O IBC-Br, \u00edndice do Banco Central que busca antecipar o resultado divulgado pelo IBGE, registrou uma varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,25%.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com a previs\u00e3o, o PIB deve ficar est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo trimestre do ano passado, frente a uma contra\u00e7\u00e3o de 0,4% dos primeiros tr\u00eas meses do ano.<\/p>\n<p>Os economistas concordam que resultados melhores devem vir apenas a partir do segundo semestre, quando a economia deve sair do atoleiro de vez.<\/p>\n<p>Desde que a recess\u00e3o come\u00e7ou, no quarto trimestre de 2014, o PIB caiu 8%, na maior recess\u00e3o da s\u00e9rie, que iniciou em 1901. Se os bons tempos ainda n\u00e3o voltaram de vez, o f\u00f4lego ao menos tem se reestabelecido aos poucos.<\/p>\n<p>No fim das contas, a previs\u00e3o para o fim do ano segue de um avan\u00e7o de 0,7% no PIB. A taxa de desemprego, divulgada ontem, voltou a cair, para 12,8%, o que coroa a sucess\u00e3o de boas not\u00edcias.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 mais positivo, como destaca Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados em coluna publicada nesta quinta-feira em EXAME, porque a crise aprofundou a diferen\u00e7a de sal\u00e1rios entre quem \u00e9 demitido e quem \u00e9 admitido.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria, por exemplo, tem contratado com sal\u00e1rios 20% menores. A corre\u00e7\u00e3o deve vir aos poucos, mas sa\u00eddas de crise tendem a ser lentas.<\/p>\n<p>Para 2018, a queda da taxa de juros e o fim de outros entraves devem puxar um crescimento um pouco mais robusto, como destaca Vale. At\u00e9 l\u00e1, \u00e9 preciso ter paci\u00eancia, muita paci\u00eancia.<\/p>\n<p><span><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Nacional de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulga hoje\u00a0o Produto Interno Bruto\u00a0(PIB) do pa\u00eds referente ao segundo trimestre de 2017. 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