{"id":24582,"date":"2017-09-05T00:53:05","date_gmt":"2017-09-05T03:53:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=24582"},"modified":"2017-08-31T08:53:54","modified_gmt":"2017-08-31T11:53:54","slug":"porto-de-santos-quebra-recordes-de-movimentacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-santos-quebra-recordes-de-movimentacao\/","title":{"rendered":"Porto de Santos quebra recordes de movimenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O Porto de Santos registrou recordes hist\u00f3ricos de movimenta\u00e7\u00e3o mensal\u00a0 e acumulada de cargas, ultrapassando, pela primeira vez, as marcas de 12 milh\u00f5es de toneladas ao m\u00eas e de 70 milh\u00f5es de toneladas\u00a0 no per\u00edodo.<\/p>\n<p>O m\u00eas de julho, fortemente impulsionado pelas exporta\u00e7\u00f5es, atingiu o total de 12.053.697 toneladas, superando\u00a0 em 5,75% a at\u00e9 ent\u00e3o melhor marca mensal, verificada em maio \u00faltimo (11.397.641 toneladas) e superando em 18,4% o movimento de julho do ano passado (10.182.378 toneladas), com as exporta\u00e7\u00f5es alcan\u00e7ando crescimento de 23,1%.<\/p>\n<p>O total acumulado, com forte aumento das importa\u00e7\u00f5es e elevada participa\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es, chegou a 73.097.632 toneladas, ultrapassando em 7,6% o maior movimento, registrado no per\u00edodo de janeiro a julho do ano passado (67.960.460 toneladas).<\/p>\n<p>\u201cOs n\u00fameros apurados nesses sete primeiros meses expressam a excelente recupera\u00e7\u00e3o da atividade no Porto de Santos, apontando para mais um ano de movimento recorde, ap\u00f3s a queda verificada ano passado\u201d, destaca o diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), Jos\u00e9 Alex de Oliva. De fato, com o desempenho atingido at\u00e9 julho, a proje\u00e7\u00e3o para 2017 \u00e9 de 123,5 milh\u00f5es de toneladas, ganho de 8,52% em rela\u00e7\u00e3o a 2016 e de 3,0% sobre o maior movimento anual, alcan\u00e7ado em 2015.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es de gran\u00e9is s\u00f3lidos de origem vegetal tiveram significativa influ\u00eancia no movimento mensal, somando, nos embarques de a\u00e7\u00facar, complexo soja e milho, quase 6 milh\u00f5es de toneladas em julho, o equivalente a 65% do total das mercadorias exportadas no m\u00eas. Destaque em raz\u00e3o do elevado crescimento, as opera\u00e7\u00f5es de embarque de milho, com varia\u00e7\u00e3o de 99,6% na compara\u00e7\u00e3o com julho de 2016, atingiram 1.830.567 toneladas. Ainda considerando \u00edndice de crescimento, o complexo soja, consolidando os embarques de soja a granel, farelo a granel e gr\u00e3os em cont\u00eaineres, ampliou sua movimenta\u00e7\u00e3o em 38,2%, chegando a 1.552.426 toneladas. O principal destaque quanto \u00e0 tonelagem, respons\u00e1vel pela maior participa\u00e7\u00e3o no total exportado, foi o a\u00e7\u00facar, registrando 2.358.563 toneladas embarcadas em julho, 10,8% a maior que em 2016.<\/p>\n<p>Na importa\u00e7\u00e3o, o movimento mensal apontou\u00a0 crescimento de 65,8% de \u00f3leo diesel e gas\u00f3leo, com 358.126 toneladas descarregadas. Outro destaque foram as opera\u00e7\u00f5es com enxofre, que chegaram a 202.806 toneladas, registrando aumento de 12,6%.<\/p>\n<p>Acumulado<\/p>\n<p>O movimento geral de cargas no per\u00edodo, sob influ\u00eancia da alta elevada das mercadorias importadas, que registraram alta de 14,5%, atrelado ao crescimento de 5,1% nas exporta\u00e7\u00f5es, que representaram mais de dois ter\u00e7os do total, consolidou o cen\u00e1rio para a supera\u00e7\u00e3o de mais um recorde.<\/p>\n<p>No total exportado, mais uma vez o destaque fica com os embarques das commodities agr\u00edcolas, notadamente a\u00e7\u00facar e complexo soja. Despontando como principal item, o complexo soja destacou-se\u00a0 pela tonelagem e \u00edndice de crescimento, chegando a 18.807.914 toneladas e alta de 9,7%. As opera\u00e7\u00f5es de embarque de a\u00e7\u00facar, a segunda carga de maior movimenta\u00e7\u00e3o no per\u00edodo, atingiu 11.221.827 toneladas, 7,2% a maior que em igual per\u00edodo de 2016.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de adubo tiveram a maior participa\u00e7\u00e3o verificada nesse fluxo, alcan\u00e7ando 2.147.532 toneladas, registrando\u00a0 taxa de aumento de 34,8%. Na sequ\u00eancia, v\u00eam as descargas de \u00f3leo diesel e gas\u00f3leo, com 1.388.458 toneladas e a maior alta no fluxo de importa\u00e7\u00e3o, com 43,0% de aumento. As descargas de enxofre alcan\u00e7aram a terceira posi\u00e7\u00e3o no movimento f\u00edsico da importa\u00e7\u00e3o, com 1.092.088 toneladas e incremento de 12,7%.<\/p>\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o de cargas conteinerizadas em toneladas teve incremento de 11,6% em julkho e de 9,0% no per\u00edodo, respondendo por mais de um ter\u00e7o (33,5%) do total de cargas operadas no complexo. As opera\u00e7\u00f5es com cont\u00eaineres registraram, em TEU,\u00a0 crescimento de 6,5% no movimento mensal, com 333.414 TEU (unidades equivalentes a 20 p\u00e9s) e de 6,4% no per\u00edodo, somando 2.125.897 TEU.<\/p>\n<p>O fluxo de navios registrou 2.793 embarca\u00e7\u00f5es atracadas no per\u00edodo, 0,2% a menor que em 2016, o que representa um ganho de produtividade de quase 8%, com a m\u00e9dia de 26,171 mil toneladas operadas por navio em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s 24,271 mil toneladas operadas em igual per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>Fonte: Codesp<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto de Santos registrou recordes hist\u00f3ricos de movimenta\u00e7\u00e3o mensal\u00a0 e acumulada de cargas, ultrapassando, pela primeira vez, as marcas de 12 milh\u00f5es de toneladas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18514,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-24582","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24582","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24582"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24582\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24583,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24582\/revisions\/24583"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24582"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24582"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24582"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}