{"id":24494,"date":"2017-08-25T11:19:26","date_gmt":"2017-08-25T14:19:26","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=24494"},"modified":"2017-08-25T11:19:44","modified_gmt":"2017-08-25T14:19:44","slug":"autoridades-revisam-numero-de-mortos-em-tragedia-com-embarcacao-na-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/autoridades-revisam-numero-de-mortos-em-tragedia-com-embarcacao-na-bahia\/","title":{"rendered":"Autoridades revisam n\u00famero de mortos em trag\u00e9dia com embarca\u00e7\u00e3o na Bahia"},"content":{"rendered":"<p>Autoridades revisaram o n\u00famero de v\u00edtimas da trag\u00e9dia com uma lancha na Ba\u00eda de Todos-os-Santos, na travessia Mar Grande &#8211; Salvador. Em coletiva, representantes da prefeitura de Vera Cruz, na regi\u00e3o metropolitana de Salvador, Pol\u00edcia Militar e Corpo de Bombeiros Militar disseram que, ao menos, 18 pessoas morreram no acidente. A Capitania dos Portos confirmou o mesmo n\u00famero ao G1 por volta das 15h50.<\/p>\n<p>Segundo a Capitania dos Portos, inicialmente, a informa\u00e7\u00e3o era de que 22 pessoas tinham morrido na trag\u00e9dia. Ainda conforme a Marinha, o n\u00famero foi revisado e corrigido por volta das 15h50 desta quinta, ap\u00f3s a coletiva em Vera Cruz e depois do Departamento de Pol\u00edcia T\u00e9cnica (DPT) informar \u00e0 Capitania o novo dado.<\/p>\n<p>Conforme a Marinha, cinco corpos foram resgatados por equipes da Capitania dos Portos e levados para o Instituto M\u00e9dico Legal (IML), em Salvador. Os outros corpos foram levados para unidades do IML na regi\u00e3o de Vera Cruz, informou a Capitania.<\/p>\n<p>O acidente aconteceu ap\u00f3s a lancha virar, ainda em Mar Grande, cerca de 10 minutos ap\u00f3s deixar o terminal mar\u00edtimo. A opera\u00e7\u00e3o do sistema foi imediatamente supensa, em Salvador e Mar Grande. A embarca\u00e7\u00e3o, chamada de Cavalo Marinho I, tinha capacidade total de 160 pessoas.<\/p>\n<p>Inicialmente, a informa\u00e7\u00e3o era de que o barco transportava 124, sendo 120 passageiros e quatro tripulantes, mas este n\u00famero tamb\u00e9m foi revisado. A embarca\u00e7\u00e3o transportava, na verdade, 120 pessoas, sendo 116 passageiros e quatro tripulantes.<\/p>\n<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es da assessoria da Prefeitura Municipal de Vera Cruz, o acidente ocorreu a cerca de 200 metros do terminal mar\u00edtimo do munic\u00edpio, que fica na praia de Mar Grande. A embarca\u00e7\u00e3o seguia para a capital baiana e virou por volta das 6h30. chovia no momento do acidente e o mar estava bastante agitado. A mar\u00e9 estava alta.<\/p>\n<p>Segundo a Secretaria de Sa\u00fade da Bahia (Sesab), 89 pessoas foram resgatadas com vida at\u00e9 o momento. Dentre os sobreviventes resgatados, 70 est\u00e3o na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Mar Grande; 15 est\u00e3o no Hospital Geral de Itaparica; dois est\u00e3o no Hospital do Sub\u00farbio e dois no Hospital Geral do Estado (HGE), ambos em Salvador.<\/p>\n<p>De acordo com a Marinha, a embarca\u00e7\u00e3o estava regular e um inqu\u00e9rito administrativo ser\u00e1 instaurado para apurar causas, circunst\u00e2ncias e responsabilidades do acidente.<\/p>\n<p>&#8220;Essa informa\u00e7\u00e3o [do acidente] chegou 7h45. Uma embarca\u00e7\u00e3o que trafegava viu o acidente emitiu um pedido de socorro para Marinha do Brasil. Mobilizamos equipes quatro lanchas da Capitania [dos Portos] mais quatro navios que estavam atracados na Base Naval de Aratu. Ao todo, 126 militares est\u00e3o no local trabalhando no socorro \u00e0s v\u00edtimas&#8221;, explicou o comandante e assessor de comunica\u00e7\u00e3o da Marinha, Fl\u00e1vio Almeida.<\/p>\n<p>O presidente da Astramab, Jacinto Chagas, comentou que a lancha estava com todos os itens de seguran\u00e7a em dia. &#8220;A embarca\u00e7\u00e3o foi vistoriada recentemente, cumpria todas as exig\u00eancias emitidas pela Capitania dos Portos. Tinha todos os seus coletes, conforme previsto nas normas. Todas as boias salva-vidas, conforme previsto nas normas. Tripula\u00e7\u00e3o conforme previsto nas normas. Totalmente e adequadamente regularizada&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Chagas afirmou que o sistema j\u00e1 operou em condi\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas mais dif\u00edceis, sem registros de acidente. &#8220;Este mar de hoje estava longe do mar que a gente j\u00e1 navegou em condi\u00e7\u00f5es inadequadas. Quando o mar est\u00e1 revolto e a gente v\u00ea que n\u00e3o \u00e9 seguro, a gente automaticamente suspende. Hoje, no momento do acidente, com certeza estava em condi\u00e7\u00f5es de navegabilidade&#8221;, disse o presidente da Astramab.<\/p>\n<p>Em entrevista ao G1, o comandante do Corpo de Bombeiros, Francisco Telles, disse que havia coletes na embarca\u00e7\u00e3o, mas o \u00f3rg\u00e3o apura se a quantidade de equipamentos era suficiente. &#8220;Sabemos que coletes foram distribu\u00eddos, mas na situa\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso investigar como isso aconteceu. \u00c9 dif\u00edcil saber agora quando as pessoas colocaram os coletes&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>\u201cA documenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 em dia. Todas as embarca\u00e7\u00f5es que aqui operam est\u00e3o com a documenta\u00e7\u00e3o em dia. Quanto ao acidente, o barco n\u00e3o estava superlotado\u201d, disse Eduardo Pessoa, diretor da Agerba, ag\u00eancia que regula o transporte.<\/p>\n<p>A Marinha informou que vai apurar as causas do acidente. \u201cVai ser apurado em um inqu\u00e9rito administrativo. Esse inqu\u00e9rito que vai nos dizer o que aconteceu\u201d, disse o capit\u00e3o Fl\u00e1vio Almeida, da Capitania dos Portos na Bahia.<\/p>\n<p>A Marinha ressalta que, como embarca\u00e7\u00f5es particulares tamb\u00e9m fizeram resgates, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar precisamente o n\u00famero de pessoas retiradas do mar.<\/p>\n<p>De acordo com a Capitania dos Portos, tr\u00eas equipes em tr\u00eas navios foram encaminhadas para o local do acidente. As opera\u00e7\u00f5es de resgate contaram ainda com apoio do Grupamento A\u00e9reo da Pol\u00edcia Militar da Bahia e do Corpo de Bombeiros. Conforme a Marinha, as buscas continuam na tarde desta quinta.<\/p>\n<p>Sobreviventes relatam p\u00e2nico<\/p>\n<p>Barco com 129 pessoas a bordo vira na travessia Salvador-Itaparica<\/p>\n<p>Sobreviventes da trag\u00e9dia relataram que viveram momentos de p\u00e2nico quando a embarca\u00e7\u00e3o virou. Edvaldo Santos de Almeida estava na lancha e disse o acidente aconteceu ap\u00f3s uma onda atingir a embarca\u00e7\u00e3o. &#8220;Estava chovendo, come\u00e7ou a molhar. Veio uma onda e virou. Tinha muita gente&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Outros dois sobreviventes disseram que a lancha virou ap\u00f3s boa parte dos passageiros se concentrar em um lado s\u00f3 da embarca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o tava jogando muito como j\u00e1 jogou outras vezes, mas tava chovendo. Choveu, acho que veio a onda e a pessoa que tava tomando chuva, tinha um pessoal tomando chuva do lado direito, veio mais para a esquerda. Juntou tudo, a\u00ed pesou e virou. Foi aquele Deus nos acuda\u201d, relatou o arquiteto Silvio Oliveira.<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica de enfermagem Luana Andrade tamb\u00e9m estava na embarca\u00e7\u00e3o que virou. \u201cAs pessoas come\u00e7aram a ficar em p\u00e2nico e algumas pessoas passaram para o lado contr\u00e1rio da lancha. O peso, ent\u00e3o, ficou de um lado s\u00f3&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Trag\u00e9dia no Par\u00e1<\/p>\n<p>A Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica do Par\u00e1 (Segup) confirmou que foram encontrados corpos de 21 v\u00edtimas do naufr\u00e1gio de um barco ocorrido no rio Xingu, no Par\u00e1, na noite de ter\u00e7a-feira (22). O n\u00famero atualiza a informa\u00e7\u00e3o da Defesa Civil do Par\u00e1 que havia confirmado a localiza\u00e7\u00e3o de 19 corpos at\u00e9 o in\u00edcio da manh\u00e3 desta quinta-feira (24).<\/p>\n<p>Segundo o governo, o dono da embarca\u00e7\u00e3o disse que havia 48 pessoas a bordo. Antes da confirma\u00e7\u00e3o das novas mortes, a Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica (Segup) havia dito que 16 pessoas estavam desaparecidas e 23 tinham sido resgatadas com vida. Ainda n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es se 11 corpos s\u00e3o dos desaparecidos.<\/p>\n<p>O navio Capit\u00e3o Ribeiro saiu do munic\u00edpio de Santar\u00e9m, oeste do estado, \u00e0s 18h de segunda-feira (21), segundo informa\u00e7\u00e3o da Segup. As informa\u00e7\u00f5es iniciais diziam que 70 pessoas estavam a bordo. A embarca\u00e7\u00e3o tinha escala nos munic\u00edpios de Monte Alegre e Prainha. O destino final era Vit\u00f3ria do Xingu.<\/p>\n<p>O barco afundou por volta de 22h de ter\u00e7a, em uma \u00e1rea denominada Ponte Grande do Xingu, entre Porto de Moz e Senador Jos\u00e9 Porf\u00edrio. Chovia quando o acidente aconteceu. Muitos sobreviventes disseram que a embarca\u00e7\u00e3o foi atingida por uma tromba d\u2019\u00e1gua \u2013 fen\u00f4meno similar a um tornado.<\/p>\n<p>\u201cA tripula\u00e7\u00e3o disse ter visto, no horizonte, algo com o formato de um funil, acompanhado de muita chuva e vento forte, e que teria pego o barco pela popa e o afundado. De acordo com os relatos, a embarca\u00e7\u00e3o girou e afundou em seguida\u201d, afirmou o delegado Elcio de Deus, de Porto de Moz.<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autoridades revisaram o n\u00famero de v\u00edtimas da trag\u00e9dia com uma lancha na Ba\u00eda de Todos-os-Santos, na travessia Mar Grande &#8211; Salvador. 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