{"id":24490,"date":"2017-08-25T11:17:06","date_gmt":"2017-08-25T14:17:06","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=24490"},"modified":"2017-08-25T11:17:06","modified_gmt":"2017-08-25T14:17:06","slug":"brasil-deve-produzir-recorde-de-quase-40-mi-t-de-acucar-em-1718-preve-conab","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-deve-produzir-recorde-de-quase-40-mi-t-de-acucar-em-1718-preve-conab\/","title":{"rendered":"Brasil deve produzir recorde de quase 40 mi t de a\u00e7\u00facar em 17\/18, prev\u00ea Conab"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil, maior produtor e exportador global de a\u00e7\u00facar, deve produzir um recorde de quase 40 milh\u00f5es de toneladas na safra 2017\/18, com usinas direcionando uma maior fatia de sua moagem de cana para a fabrica\u00e7\u00e3o do ado\u00e7ante, estimou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).<\/p>\n<p>Em seu segundo levantamento para a temporada iniciada em abril, a Conab estimou a produ\u00e7\u00e3o em 39,38 milh\u00f5es de toneladas do ado\u00e7ante, acima das 38,7 milh\u00f5es da previs\u00e3o anterior, com usinas cumprindo contratos ap\u00f3s fixarem grande parte das vendas quando os pre\u00e7os estavam melhores.<\/p>\n<p>A ser confirmada a estimativa, a produ\u00e7\u00e3o superaria o recorde visto pela Conab de 38,69 milh\u00f5es no ciclo 2016\/17, representando 22 por cento da produ\u00e7\u00e3o global do ado\u00e7ante.<\/p>\n<p>&#8220;As unidades sucroalcooleiras, particularmente as situadas em S\u00e3o Paulo, listadas entre as maiores do setor, voltam gradativamente a elevar seus investimentos em projetos ligados \u00e0 melhoria da produtividade, maximiza\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar&#8230; buscando aproveitar o bom momento dos pre\u00e7os no mercado internacional de a\u00e7\u00facar&#8221;, destacou a Conab em seu relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>O mix de produ\u00e7\u00e3o pendendo para o a\u00e7\u00facar neste ano deve se refletir em menor fabrica\u00e7\u00e3o de etanol.<\/p>\n<p>Segundo a Conab, o Brasil dever\u00e1 moer 646,3 milh\u00f5es de toneladas de cana em 2017\/18 (-1,7 por cento ante 2016\/17) e produzir 26,1 bilh\u00f5es de litros de \u00e1lcool, uma queda de 6,1 por cento ante a safra passada.<\/p>\n<p>No levantamento anterior, a companhia previa 647,6 milh\u00f5es de toneladas e 26,5 bilh\u00f5es de litros, respectivamente.<\/p>\n<p>Por regi\u00e3o, a Conab estima moagem de 597,13 milh\u00f5es de toneladas de cana no centro-sul, com produ\u00e7\u00e3o de 36,09 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7\u00facar e 24,46 bilh\u00f5es de litros de etanol.<\/p>\n<p>Para o Norte\/Nordeste, as previs\u00f5es da Conab s\u00e3o de processamento de 49,20 milh\u00f5es de toneladas de cana, perfazendo 3,29 milh\u00f5es de toneladas do alimento e 1,6 bilh\u00e3o de litros de \u00e1lcool.<\/p>\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio da Agricultura, a \u00e1rea colhida de cana apresenta redu\u00e7\u00e3o de 3,1 por cento ante a temporada passada, passando de 9,05 milh\u00f5es para 8,77 milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n<p>&#8220;A menor disponibilidade tem rela\u00e7\u00e3o com a desist\u00eancia e devolu\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de fornecedores distantes das unidades de produ\u00e7\u00e3o, principalmente aquelas em que h\u00e1 dificuldade de mecaniza\u00e7\u00e3o&#8221;, disse o minist\u00e9rio em nota.<\/p>\n<p>Para o minist\u00e9rio, o recuo na produ\u00e7\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o \u00e9 maior gra\u00e7as ao aumento de 1,5 por cento na produtividade, que deve passar das 72,62 toneladas por hectare da safra anterior para 73,73 toneladas por hectare.<\/p>\n<p>Fonte: Reuters<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil, maior produtor e exportador global de a\u00e7\u00facar, deve produzir um recorde de quase 40 milh\u00f5es de toneladas na safra 2017\/18, com usinas direcionando&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":22306,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-24490","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24490","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24490"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24490\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24491,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24490\/revisions\/24491"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22306"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24490"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24490"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24490"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}