{"id":24484,"date":"2017-08-25T11:14:04","date_gmt":"2017-08-25T14:14:04","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=24484"},"modified":"2017-08-25T11:14:04","modified_gmt":"2017-08-25T14:14:04","slug":"petrobras-pode-ter-alivio-em-disputa-bilionaria-com-a-receita-federal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-pode-ter-alivio-em-disputa-bilionaria-com-a-receita-federal\/","title":{"rendered":"Petrobras pode ter al\u00edvio em disputa bilion\u00e1ria com a Receita Federal"},"content":{"rendered":"<p>Uma MP (medida provis\u00f3ria) publicada pelo governo pode livrar a Petrobras de disputa com a Receita sobre pagamento de impostos sobre aluguel de plataformas que soma hoje, segundo a estatal, R$ 52,7 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Em comunicado distribu\u00eddo ao mercado nesta quarta (23), a empresa afirma que a MP possibilita o encerramento de &#8220;parcela significativa do contencioso da companhia a respeito dessa mat\u00e9ria&#8221;.<\/p>\n<p>O entendimento da estatal \u00e9 que a MP reconhece a f\u00f3rmula de c\u00e1lculo que vem adotando h\u00e1 anos para recolher o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre o afretamento de sondas e plataformas de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Questionado pela Receita, o modelo adotado pela Petrobras divide o pagamento aos fornecedores em duas faturas: de servi\u00e7os, sobre a qual incide o IRRF, e a de aluguel da embarca\u00e7\u00e3o, isenta por se tratar de opera\u00e7\u00e3o realizada no exterior entre subsidi\u00e1rias da estatal e os donos dos equipamentos.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de 2014, mudan\u00e7a de entendimento da Receita em rela\u00e7\u00e3o ao modelo gerou uma primeira autua\u00e7\u00e3o \u00e0 estatal, de R$ 3,9 bilh\u00f5es, e o in\u00edcio de auditorias nos contratos de afretamento n\u00e3o s\u00f3 da estatal mas tamb\u00e9m de outras petroleiras no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O argumento \u00e9 que todo o valor pago nos contratos de afretamento refere-se a servi\u00e7os e estaria sujeito ao recolhimento de impostos.<\/p>\n<p>Elaborada para tratar do regime de isen\u00e7\u00f5es fiscais para a importa\u00e7\u00e3o de equipamentos petrol\u00edferos, a MP 795, trouxe uma nova vis\u00e3o sobre o tema, alinhada ao pleito das petroleiras.<\/p>\n<p>O texto autoriza a divis\u00e3o do pagamento por servi\u00e7o e aluguel e define que a parcela referente ao aluguel, que \u00e9 isenta do IRRF, n\u00e3o pode exceder 80% do valor do contrato de plataformas e 85% dos contratos de sondas.<\/p>\n<p>A partir do dia 1\u00ba de janeiro do ano que vem, os percentuais vigentes ser\u00e3o de 70% em plataformas e 75% no caso de sondas.<\/p>\n<p>Para a Petrobras, a MP &#8220;reconhece a forma de contrata\u00e7\u00e3o historicamente adotada pela ind\u00fastria&#8221;.<\/p>\n<p>A empresa diz que, do total de R$ 52,7 bilh\u00f5es em disputa, ter\u00e1 que pagar s\u00f3 a diferen\u00e7a entre o que recolheu e os limites impostos pela MP acrescidos de juros e que ter\u00e1 anistia das multas, caso concorde em desistir de a\u00e7\u00f5es administrativas e judiciais.<\/p>\n<p>Questionada pela Folha, a empresa n\u00e3o informou qual o valor do pagamento. Ela n\u00e3o havia feito provis\u00e3o em seu balan\u00e7o para as perdas.<\/p>\n<p>A MP tamb\u00e9m livra a estatal de outra disputa, no valor de R$ 15,6 bilh\u00f5es, por diverg\u00eancias com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o cont\u00e1bil de investimentos feitos em explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>O texto permite antecipar a dedu\u00e7\u00e3o dos gastos, o que reduz o lucro \u2014e, portanto, o pagamento de impostos, nos primeiros anos de cada projeto.\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: Folha SP<\/p>\n<div class=\"jwDisqusForm\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma MP (medida provis\u00f3ria) publicada pelo governo pode livrar a Petrobras de disputa com a Receita sobre pagamento de impostos sobre aluguel de plataformas que&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17800,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-24484","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24484","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24484"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24484\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24485,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24484\/revisions\/24485"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17800"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24484"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24484"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24484"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}