{"id":24103,"date":"2017-08-01T00:00:48","date_gmt":"2017-08-01T03:00:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=24103"},"modified":"2017-07-21T09:02:09","modified_gmt":"2017-07-21T12:02:09","slug":"codesp-desiste-de-incinerar-gases-toxicos-em-guaruja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/codesp-desiste-de-incinerar-gases-toxicos-em-guaruja\/","title":{"rendered":"Codesp desiste de incinerar gases t\u00f3xicos em Guaruj\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>A Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos, descartou que a queima dos gases t\u00f3xicos armazenados em instala\u00e7\u00f5es do Valongo, em Santos, aconte\u00e7a em Guaruj\u00e1. Terminou o prazo estipulado pelo Grupo de Atua\u00e7\u00e3o Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), do Minist\u00e9rio P\u00fablico de S\u00e3o Paulo, para que a Autoridade Portu\u00e1ria apresente uma solu\u00e7\u00e3o para o problema.\u00a0<\/p>\n<p>Os produtos t\u00f3xicos foram descobertos em um armaz\u00e9m por t\u00e9cnicos da \u00e1rea de Meio Ambiente da Codesp h\u00e1 cerca de dois anos. A estimativa \u00e9 que de os cilindros estejam no local h\u00e1 20 anos. Mesmo aparentando bom estado, pelo tempo que permaneceram esquecidos, eles perderam a garantia de controle de suas v\u00e1lvulas.<\/p>\n<p>De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de S\u00e3o Paulo (Cetesb), sete cilindros cont\u00eam gases explosivos e 108, gases inflam\u00e1veis. Por isso, a maneira mais segura de descartar as mercadorias seria a queima dos componentes. Entre as cargas, est\u00e1 a fosfina (outra denomina\u00e7\u00e3o do hidreto de f\u00f3sforo), que \u00e9 altamente t\u00f3xica e usada para erradicar pragas.<\/p>\n<p>O plano da Docas era queimar o conte\u00fado dos cilindros na Base A\u00e9rea de Santos, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guaruj\u00e1. O material seria retirado do Valongo, carregado em uma embarca\u00e7\u00e3o e levado at\u00e9 a unidade da Aeron\u00e1utica, que fica \u00e0s margens do canal de navega\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>No entanto, a Prefeitura de Guaruj\u00e1 se posicionou contra o transporte dos cilindros para o munic\u00edpio. A alega\u00e7\u00e3o \u00e9 de que a popula\u00e7\u00e3o da cidade n\u00e3o pode ser exposta a um risco, j\u00e1 que a pr\u00f3pria Codesp reconhece o potencial destrutivo da carga.<\/p>\n<p>Inicialmente, a Autoridade Portu\u00e1ria informou que, se um dos cilindros apresentar vazamentos, h\u00e1 a possibilidade de explos\u00f5es. E como se tratam de gases t\u00f3xicos, o problema ainda poderia ocasionar a evacua\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios bairros da cidade.\u00a0<\/p>\n<p>Depois, a Docas voltou atr\u00e1s e disse que a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o alarmante. A estatal que administra o Porto afirma que os cilindros est\u00e3o sendo monitorados atrav\u00e9s de c\u00e2meras e que h\u00e1 uma empresa contratada para avaliar as condi\u00e7\u00f5es da mercadoria perigosa.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Discuss\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O deputado federal Marcelo Squassoni (PRB) pretende levar o assunto \u00e0 pr\u00f3xima reuni\u00e3o do Conselho de Desenvolvimento da Regi\u00e3o Metropolitana da Baixada Santista (Condesb), onde os nove prefeitos da Regi\u00e3o t\u00eam assento.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAinda estamos trabalhando por uma solu\u00e7\u00e3o definitiva sobre o que fazer com os cilindros. N\u00e3o se sabe ao certo os malef\u00edcios que essa queima poderia trazer, ent\u00e3o, n\u00e3o tem sentido p\u00f4r em risco a popula\u00e7\u00e3o de uma cidade inteira e suas vizinhas\u201d, destacou o deputado, que considera a hip\u00f3tese de descarte do material em alto mar.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n<div><\/div>\n<div class=\"jwDisqusForm\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), a estatal que administra o Porto de Santos, descartou que a queima dos gases t\u00f3xicos armazenados&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18514,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-24103","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24103","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24103"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24103\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24104,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24103\/revisions\/24104"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24103"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24103"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24103"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}