{"id":24097,"date":"2017-08-01T00:55:24","date_gmt":"2017-08-01T03:55:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=24097"},"modified":"2017-07-21T08:57:05","modified_gmt":"2017-07-21T11:57:05","slug":"mercado-considera-positivas-regras-de-rodada-de-concessoes-de-petroleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/mercado-considera-positivas-regras-de-rodada-de-concessoes-de-petroleo\/","title":{"rendered":"Mercado considera positivas regras de rodada de concess\u00f5es de petr\u00f3leo"},"content":{"rendered":"<p>A vers\u00e3o final do edital e do modelo de contrato de concess\u00e3o da 14\u00aa rodada de blocos explorat\u00f3rios, publicada ontem pela Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP), foi bem recebida pelo mercado. Representante das petroleiras, o Instituto Brasileiro de Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (IBP), que em 2015 chegou a afirmar que as regras da 13\u00aa rodada eram as &#8220;piores de todos os tempos&#8221;, classificou as condi\u00e7\u00f5es do leil\u00e3o deste ano como um avan\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s licita\u00e7\u00f5es anteriores.<\/p>\n<p>&#8220;Estamos debru\u00e7ados no conte\u00fado. Ainda n\u00e3o temos uma posi\u00e7\u00e3o definida. Mas o que posso afirmar \u00e9 que o edital \u00e9 bem melhor do que os anteriores. Nossa primeira leitura \u00e9 que \u00e9 um avan\u00e7o e estimula investimentos&#8221;, afirmou o presidente do IBP, Jorge Camargo.<\/p>\n<p>O s\u00f3cio do escrit\u00f3rio Souza Cescon Rafael Baleroni destaca que as duas principais novidades do leil\u00e3o deste ano est\u00e1 a retirada do conte\u00fado local como fator de pontua\u00e7\u00e3o das ofertas e a fixa\u00e7\u00e3o de al\u00edquotas diferenciadas de royalties para \u00e1reas menos exploradas.<\/p>\n<p>&#8220;As condi\u00e7\u00f5es melhoraram&#8221;, disse Baleroni, que j\u00e1 v\u00ea as petroleiras se movimentando para participar da rodada. Segundo ele, existem petroleiras independentes, de pequeno e m\u00e9dio porte, interessadas em ampliar sua presen\u00e7a no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para a 14\u00aa rodada, os \u00edndices de conte\u00fado local fixados variam de 18% (explora\u00e7\u00e3o) a 40% (escoamento da produ\u00e7\u00e3o). Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, na 13\u00aa rodada, para blocos &#8220;offshore&#8221;, as exig\u00eancias m\u00ednimas ficavam entre 37% e 51% na fase de explora\u00e7\u00e3o; e entre 55% e 63% no desenvolvimento.<\/p>\n<p>Outra novidade foi a aplica\u00e7\u00e3o de royalties diferenciados, para estimular investimentos em novas fronteiras explorat\u00f3rias e bacias maduras de maior risco. Pela Lei do Petr\u00f3leo, de 1997, a al\u00edquota pode ser estabelecida para cada bloco leiloado, dentro de um intervalo de 5% a 10%, mas vem sendo cobrada sempre pelo teto. Ao todo, cerca de 60% dos 287 blocos explorat\u00f3rios oferecidos pela ANP na 14\u00aa Rodada, em setembro, ter\u00e3o al\u00edquotas de royalties diferenciadas.<\/p>\n<p>De acordo com as regras definidas pela ANP, as bacias do Paran\u00e1 (terra) e de Pelotas (mar) foram consideradas de maior risco e ter\u00e3o al\u00edquota m\u00ednima de 5%. A ANP fixou, ainda, al\u00edquota intermedi\u00e1ria, de 7,5%, para concess\u00f5es localizadas nas bacias terrestres Sergipe-Alagoas, Potiguar, Rec\u00f4ncavo e Esp\u00edrito Santo. Apenas 40% das \u00e1reas ofertadas estar\u00e3o sujeitas ao pagamento do percentual m\u00e1ximo de 10%.<\/p>\n<p>Fonte: Valor<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vers\u00e3o final do edital e do modelo de contrato de concess\u00e3o da 14\u00aa rodada de blocos explorat\u00f3rios, publicada ontem pela Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17857,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-24097","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24097","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24097"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24097\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24098,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24097\/revisions\/24098"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17857"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24097"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24097"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24097"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}