{"id":24089,"date":"2017-07-31T00:45:20","date_gmt":"2017-07-31T03:45:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=24089"},"modified":"2017-07-21T08:46:18","modified_gmt":"2017-07-21T11:46:18","slug":"argentina-e-o-principal-destino-das-exportacoes-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/argentina-e-o-principal-destino-das-exportacoes-do-brasil\/","title":{"rendered":"Argentina \u00e9 o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s ficar atr\u00e1s dos Estados Unidos nos \u00faltimos tr\u00eas anos, a Argentina voltou a ser o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es de produtos manufaturados brasileiros e tem sido a respons\u00e1vel pela recupera\u00e7\u00e3o de uma categoria que responde por um ter\u00e7o das vendas do Brasil ao exterior.<\/p>\n<p>Segundo previs\u00f5es divulgadas esta semana pela Associa\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio Exterior do Brasil (AEB), entidade que abriga empresas exportadoras e importadoras, o mercado vizinho deve absorver metade do crescimento das exporta\u00e7\u00f5es feitas pela ind\u00fastria de produtos manufaturados, que tem buscado compensar a fraqueza do mercado dom\u00e9stico com aumento de vendas ao exterior.<\/p>\n<p>No primeiro semestre, pouco mais de 20% das exporta\u00e7\u00f5es totais desse setor foram para a Argentina, enquanto os EUA responderam por 19,2%. Para Jos\u00e9 Augusto de Castro, presidente da AEB, o ideal seria o contr\u00e1rio: o Brasil vender mais para os EUA, um mercado maior. Mas, sem condi\u00e7\u00f5es de competir em igualdade de condi\u00e7\u00f5es nos mercados mais disputados \u2013 e mais distantes \u2013, a realidade dos exportadores brasileiros \u00e9, segundo Castro, a Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>\u201cA maioria ataca os mercados onde a log\u00edstica \u00e9 menos cara. O c\u00e2mbio (devido \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o do real) trouxe dificuldade, mas o pior \u00e9 o custo Brasil. Nosso custo n\u00e3o nos permite muitas vezes competir nos Estados Unidos\u201d, comenta o executivo.<\/p>\n<p>Na segunda-feira, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC) criticou em relat\u00f3rio a pol\u00edtica comercial do Brasil, que, para o \u00f3rg\u00e3o, criou um setor produtivo dependente de subs\u00eddios, pouco integrado ao mercado internacional, protegido e incapaz de competir no exterior.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos, as exporta\u00e7\u00f5es de manufaturados \u2013 entre itens como carros, produtos sider\u00fargicos, avi\u00f5es, cal\u00e7ados e a\u00e7\u00facar refinado \u2013 acumularam queda de 20%. Elas voltaram a crescer no primeiro semestre deste ano, com alta de 10% ante o mesmo per\u00edodo de 2016. Junto com o salto dos produtos prim\u00e1rios \u2013 sobretudo soja, min\u00e9rio de ferro e petr\u00f3leo \u2013, a categoria \u00e9 um dos destaques de um crescimento mais difundido da pauta de exporta\u00e7\u00e3o brasileira, que permitiu ao Pa\u00eds ampliar em 19,3% seus embarques na primeira metade do ano.<\/p>\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o da economia argentina, que vem de tr\u00eas trimestres seguidos de crescimento no Produto Interno Bruto (PIB), \u00e9 apontada como o principal motivo por tr\u00e1s dessa rea\u00e7\u00e3o. De janeiro a junho, os argentinos aumentaram em 25,2% as importa\u00e7\u00f5es de produtos manufaturados brasileiros.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria automobil\u00edstica responde pela maior parte desse avan\u00e7o. Os argentinos est\u00e3o comprando n\u00e3o apenas mais carros, mas tamb\u00e9m mais autope\u00e7as do Brasil. Quase 70% das exporta\u00e7\u00f5es de ve\u00edculos t\u00eam a Argentina como destino, conforme n\u00fameros da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex).<\/p>\n<p>Fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s ficar atr\u00e1s dos Estados Unidos nos \u00faltimos tr\u00eas anos, a Argentina voltou a ser o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es de produtos manufaturados brasileiros e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":17831,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-24089","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24089","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24089"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24089\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24090,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24089\/revisions\/24090"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17831"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24089"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24089"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24089"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}