{"id":23961,"date":"2017-07-19T00:00:07","date_gmt":"2017-07-19T03:00:07","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=23961"},"modified":"2017-07-18T18:01:09","modified_gmt":"2017-07-18T21:01:09","slug":"paranagua-investe-forte-para-supersafra-de-graos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/paranagua-investe-forte-para-supersafra-de-graos\/","title":{"rendered":"Paranagu\u00e1 investe forte para supersafra de gr\u00e3os"},"content":{"rendered":"<p>Oporto de Paranagu\u00e1 vai virar um canteiro de obras. Quatro empresas que operam terminais de gr\u00e3os &#8211; Moinho Igua\u00e7u, Diamond, Gencon e Gransol &#8211; v\u00e3o construir armaz\u00e9ns que, juntos, ampliar\u00e3o a capacidade em 340 mil toneladas. O total de investimentos \u00e9 de R$ 450 milh\u00f5es. J\u00e1 a Administra\u00e7\u00e3o dos Portos de Paranagu\u00e1 e Antonina (APPA) vai desembolsar R$ 190 milh\u00f5es para aumentar o ber\u00e7o 201, que movimenta 1,7 milh\u00e3o de toneladas de gr\u00e3os por ano, para poder carregar 6 milh\u00f5es de t\/ano. As obras devem ser conclu\u00eddas em 2019. A APPA tamb\u00e9m quer turbinar a capacidade do porto de receber fertilizantes. A Fospar, controlada pela Mosaic, j\u00e1 disp\u00f5e de R$ 160 milh\u00f5es para investir em um novo ber\u00e7o e em um armaz\u00e9m que poder\u00e1 receber 145 mil toneladas.<\/p>\n<p>Demurrage zero. O terminal de fertilizantes em Paranagu\u00e1 tem capacidade para 3 milh\u00f5es de toneladas e em 15 meses poder\u00e1 receber at\u00e9 6,3 milh\u00f5es de toneladas. \u201cNossa meta \u00e9 demurrage zero a partir do primeiro semestre do ano que vem\u201d, disse o diretor presidente da APPA, Luiz Henrique Dividino, referindo-se \u00e0 taxa paga por navios parados.<\/p>\n<p>Pacote completo. \u00c9 acirrada a disputa pela Vigor Alimentos entre as multinacionais do setor l\u00e1cteo. Segundo uma fonte, elas querem o pacote completo, que inclui 50% de participa\u00e7\u00e3o na mineira Itamb\u00e9. O ativo de Minas Gerais e a marca, que domina mercados no Pa\u00eds como o de iogurte grego, s\u00e3o complementares do ponto de vista de produ\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Mas com desconto. As empresas, por\u00e9m, exigem desconto ap\u00f3s o esc\u00e2ndalo envolvendo a J&amp;F. As francesas Lactalis e Danone, a mexicana Lala e a su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9 est\u00e3o na disputa, mas nenhuma comentou o assunto. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Produtores de Leite, Jorge Rubez, torce pelo neg\u00f3cio. \u201cVigor \u00e9 um nome de peso e a Itamb\u00e9 importante player em Minas Gerais.\u201d<\/p>\n<p>Motorizados. O ano n\u00e3o poderia ser melhor para as montadoras de m\u00e1quinas agr\u00edcolas. S\u00f3 no primeiro semestre as vendas cresceram 21,8%. Para Alex Sayago, diretor de Marketing e Vendas da John Deere para a Am\u00e9rica Latina, a combina\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os das commodities e do c\u00e2mbio permite que o produtor brasileiro continue investindo em tecnologia. \u201cManter 22% de alta no ano \u00e9 uma proje\u00e7\u00e3o realista.\u201d<\/p>\n<p>M\u00e1quinas para todos. Por tr\u00e1s dos n\u00fameros est\u00e1 a amplia\u00e7\u00e3o da frota por produtores de diversas culturas e perfis. O resultado ainda se deve ao rendimento das lavouras de gr\u00e3os e ao cr\u00e9dito a agricultores de todos os portes. \u201cH\u00e1 tempo culturas n\u00e3o apresentavam boa produtividade e recorde de produ\u00e7\u00e3o\u201d, disse o vice-presidente da New Holland Agriculture na Am\u00e9rica Latina, Rafael Miotto (foto).<\/p>\n<p>Renda sim. Dois mil produtores que contrataram seguro contra perda de faturamento na safra 2016\/2017 receber\u00e3o mais de R$ 193 milh\u00f5es em indeniza\u00e7\u00e3o do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre. Mais do que o montante, chama aten\u00e7\u00e3o a modalidade de garantia, pouco usada no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Risco n\u00e3o. O interesse cresceu ap\u00f3s anos seguidos de produ\u00e7\u00e3o recorde, com reflexo nos pre\u00e7os das commodities. Mais precavidos em rela\u00e7\u00e3o a eventuais riscos para a renda esperada, produtores est\u00e3o recorrendo a essa modalidade de seguro, conta Wady Cury, diretor geral de Habitacional e Rural do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre. Segundo ele, esse tipo de ap\u00f3lice j\u00e1 representa 35% do total das contrata\u00e7\u00f5es de seguro agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Goi\u00e1s na frente. A seguradora calcula que deve pagar ao menos R$ 159 milh\u00f5es em indeniza\u00e7\u00f5es na cultura de soja e R$ 34 milh\u00f5es no milho. Goi\u00e1s e Mato Grosso s\u00e3o os Estados com o maior volume de indeniza\u00e7\u00f5es neste ano, representando 55% dos sinistros.<\/p>\n<p>Soltem as galinhas. Na onda do movimento mundial que preza o bem-estar animal na produ\u00e7\u00e3o, o Grupo P\u00e3o de A\u00e7\u00facar lan\u00e7ou linha de ovos produzidos fora das gaiolas. A empresa assumiu compromisso de comercializar, at\u00e9 2025, apenas ovos de galinhas criadas soltas em suas marcas exclusivas. O produto custa, em m\u00e9dia, 15% a mais do que os ovos convencionais.\u00a0<\/p>\n<p>Suco 100%. A ind\u00fastria brasileira de suco de laranja comemora os resultados da campanha \u201cFruit Juice Matters\u201d para fomentar na Uni\u00e3o Europeia o consumo de bebida 100% \u00e0 base de frutas (integral). A UE recebe dois ter\u00e7os do suco de laranja exportado pelo Brasil.\u00a0<\/p>\n<p>47,6% positivos. Na campanha, coordenada pela Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Sucos de Frutas, 9.018 artigos sobre sucos foram publicados entre julho de 2016 e junho de 2017. Dos 515 milh\u00f5es de consumidores atingidos, 47,6% fizeram men\u00e7\u00f5es positivas \u00e0 bebida.<\/p>\n<p>Fonte: Estad\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oporto de Paranagu\u00e1 vai virar um canteiro de obras. 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