{"id":23812,"date":"2017-07-03T11:41:13","date_gmt":"2017-07-03T14:41:13","guid":{"rendered":"http:\/\/sincomam.org.br\/?p=23812"},"modified":"2017-07-03T11:41:13","modified_gmt":"2017-07-03T14:41:13","slug":"porto-de-santos-bate-recorde-historico-de-movimentacao-de-cargas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-santos-bate-recorde-historico-de-movimentacao-de-cargas\/","title":{"rendered":"Porto de Santos bate recorde hist\u00f3rico de movimenta\u00e7\u00e3o de cargas"},"content":{"rendered":"<p>O Porto de Santos bateu seu recorde de movimenta\u00e7\u00e3o de cargas no m\u00eas passado, quando escoou 11,39 milh\u00f5es de toneladas. O resultado \u00e9 0,3% maior do que a marca anterior, de 11,36 milh\u00f5es de toneladas, obtida em agosto do \u00faltimo ano. O crescimento se deve, principalmente, ao aumento nas exporta\u00e7\u00f5es, em especial as das cargas agr\u00edcolas, consequ\u00eancia da safra recorde registrada pelo Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Considerando o total de cargas operadas nos primeiros cinco meses do ano, o complexo mar\u00edtimo movimentou 50 milh\u00f5es de toneladas, 4,4% a mais do que no mesmo per\u00edodo do ano anterior.\u00a0<\/p>\n<p>Analisando apenas o transporte de cont\u00eaineres, em tonelagem, houve uma queda de 2,2% no m\u00eas, que fechou com 3,53 milh\u00f5es de toneladas. Em quantidade, a redu\u00e7\u00e3o \u00e9 menor, de 0,8%, com 308,4 mil TEU (unidade equivalente a um cont\u00eainer de 20 p\u00e9s). No acumulado de janeiro a maio, por\u00e9m, houve um crescimento de 7,9% em peso (16,87 milh\u00f5es de toneladas) e de 4,5% em quantidade (1,45 milh\u00f5es de TEU).<\/p>\n<p>Esses dados integram o balan\u00e7o operacional do Porto de Santos em maio e foram divulgados na manh\u00e3 de ontem pela Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), empresa controlada pelo Governo Federal e que administra o complexo mar\u00edtimo.\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com o levantamento, no \u00faltimo m\u00eas, as exporta\u00e7\u00f5es do cais santista chegaram a 8,54 milh\u00f5es de toneladas, 12,8% a mais do que em maio de 2016. A maior parte era do complexo soja (gr\u00e3os e farelo), que somou 3,38 milh\u00f5es de toneladas, com uma alta de 17,3%. Em seguida, est\u00e1 o a\u00e7\u00facar (tanto em cont\u00eaineres como a granel), com 2,26 milh\u00f5es de toneladas, 25,7% a mais.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es cresceram 1,1% em maio, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2016, atingindo 2,85 milh\u00f5es de toneladas. Entre as cargas desembarcadas, os destaques foram o \u00f3leo diesel e o gas\u00f3leo, com 242,3 mil toneladas (85,8% a mais), e o adubo, que registrou 219,6 mil toneladas, uma queda de 31,7%, segundo os dados mensais da Codesp.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao movimento de navios escalando no Porto em maio, o levantamento da Companhia Docas aponta que 406 embarca\u00e7\u00f5es estiveram no complexo, tr\u00eas a mais (0,7%) do que nesse m\u00eas, no ano passado. No acumulado do ano, por\u00e9m, houve uma queda de 28 cargueiros (1,4%). Foram 1.969 neste exerc\u00edcio, contra 1.997 em 2016.<\/p>\n<p>Essa queda e o aumento na movimenta\u00e7\u00e3o mostram que, em m\u00e9dia, os navios que vem a Santos est\u00e3o carregando mais cargas por viagem.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto de Santos bateu seu recorde de movimenta\u00e7\u00e3o de cargas no m\u00eas passado, quando escoou 11,39 milh\u00f5es de toneladas. O resultado \u00e9 0,3% maior&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18514,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-23812","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23812","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23812"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23812\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23813,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23812\/revisions\/23813"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23812"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23812"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23812"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}