{"id":23669,"date":"2017-06-19T00:05:15","date_gmt":"2017-06-19T03:05:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=23669"},"modified":"2017-06-18T18:50:35","modified_gmt":"2017-06-18T21:50:35","slug":"tcu-encontra-falhas-em-norma-que-dispoe-sobre-contratos-portuarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/tcu-encontra-falhas-em-norma-que-dispoe-sobre-contratos-portuarios\/","title":{"rendered":"TCU encontra falhas em norma que disp\u00f5e sobre contratos portu\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio dos Transportes, Portos e Avia\u00e7\u00e3o Civil \u2013 MTPAC e a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios \u2013 Antaq dever\u00e3o implementar a\u00e7\u00f5es para adequar os normativos que regulamentam a prorroga\u00e7\u00e3o antecipada de arrendamento dos terminais portu\u00e1rios do Brasil. Essa foi a decis\u00e3o tomada pelo plen\u00e1rio do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o \u2013 TCU ap\u00f3s an\u00e1lise de cinco termos firmados a partir de setembro de 2015.<\/p>\n<p>A Portaria n\u00ba 349\/2014, publicada pela extinta Secretaria de Portos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica \u2013 SEP\/PR, definiu o prazo de 12 meses, ap\u00f3s a data de assinatura do termo aditivo de renova\u00e7\u00e3o do contrato, para que as empresas apresentassem os projetos executivos.<\/p>\n<p>De acordo com o relator do processo, ministro Walton Alencar, \u201cn\u00e3o houve defini\u00e7\u00e3o sobre o momento em que as obras podem ser iniciadas, nem sobre o prazo m\u00e1ximo para a an\u00e1lise dos projetos executivos pela Antaq\u201d.<\/p>\n<p>Essa suposta omiss\u00e3o, na vis\u00e3o do ministro, permitiria que as empresas iniciassem as obras sem a devida aprova\u00e7\u00e3o do projeto executivo pela ag\u00eancia reguladora, o que poderia ocasionar problemas.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio reconheceu a exist\u00eancia da lacuna normativa e informou que a solu\u00e7\u00e3o poderia ser a apresenta\u00e7\u00e3o do projeto executivo de forma parcial, a fim de permitir que as autoridades portu\u00e1rias atendam \u00e0s demandas urgentes e viabilizem o in\u00edcio imediato das obras propostas no plano de investimentos. J\u00e1 teriam sido iniciadas tratativas junto \u00e0 Antaq com o objetivo de solucionar o caso. O MTPAC dever\u00e1 apresentar, em at\u00e9 30 dias, um plano de a\u00e7\u00e3o contendo cronograma, atividades detalhadas e os respons\u00e1veis por sanar o problema.<\/p>\n<p>Lei dos Portos<\/p>\n<p>De acordo com a advogada Cristiana Muraro, especialista em Portos do escrit\u00f3rio Jacoby Fernandes &amp; Reolon Advogados Associados, a nova Lei dos Portos \u2013 Lei n\u00ba 12.815\/2013 \u2013 trouxe a possibilidade de prorroga\u00e7\u00e3o antecipada de contratos de arrendamentos, mesmo os que foram celebrados sob a \u00e9gide da Lei n\u00ba 8.630\/1993.<\/p>\n<p>\u201cAs empresas contratadas, contudo, ficam obrigadas a elaborar um novo plano de investimentos para a \u00e1rea arrendada. Pela regra, ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o do novo plano pelo MTPAC, a arrendat\u00e1ria deve submeter estudos de viabilidade t\u00e9cnica, econ\u00f4mica e ambiental para an\u00e1lise da Antaq, a quem cabe o parecer final. Somente depois dessa fase, a autoridade portu\u00e1ria atestaria o cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es que constam no contrato original\u201d, explica Cristiana.<\/p>\n<p>Conforme a especialista, hoje, esse montante previsto nos planos de investimento totalizam R$ 6,8 bilh\u00f5es em melhorias diversas que j\u00e1 est\u00e3o modificando a infraestrutura de transportes do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: Brasil News<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio dos Transportes, Portos e Avia\u00e7\u00e3o Civil \u2013 MTPAC e a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios \u2013 Antaq dever\u00e3o implementar a\u00e7\u00f5es para adequar os&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19265,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-23669","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23669"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23669\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23670,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23669\/revisions\/23670"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19265"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23669"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23669"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}