{"id":23370,"date":"2017-05-15T00:35:12","date_gmt":"2017-05-15T03:35:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=23370"},"modified":"2017-05-12T16:36:07","modified_gmt":"2017-05-12T19:36:07","slug":"justica-do-rio-anula-contrato-da-ccr-barcas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/justica-do-rio-anula-contrato-da-ccr-barcas\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a do Rio anula contrato da CCR Barcas"},"content":{"rendered":"<p>Uma decis\u00e3o da 15\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro julgou procedente o pedido de anula\u00e7\u00e3o do edital e do contrato de concess\u00e3o da CCR Barcas, firmado entre a CCR e o Estado do Rio de Janeiro em fevereiro de 1998. Com isso, o servi\u00e7o p\u00fablico prestado pela concession\u00e1ria dever\u00e1 ser assumido pelo governo do Rio, sem uma indeniza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via \u00e0 CCR Barcas. A decis\u00e3o determinou ainda que o governo carioca promova nova licita\u00e7\u00e3o dentro do prazo m\u00e1ximo de 24 meses.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o foi obtida no contexto de uma a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica proposta pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Rio de Janeiro em face do governo e da CCR Barcas.<\/p>\n<p>Segundo a companhia, a decis\u00e3o est\u00e1 sujeita a recurso e a CCR continuar\u00e1 adotando todas as medidas judiciais cab\u00edveis. A CCR destacou que a CCR Barcas representou 1,49% da receita l\u00edquida em 2016 e 1,34% do resultado do primeiro trimestre deste ano.<\/p>\n<p>No comunicado, a controladora lembrou que ajuizou, em 16 de dezembro, uma a\u00e7\u00e3o de rescis\u00e3o de contrato de concess\u00e3o firmado com o Estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>O grupo de concess\u00f5es de infraestrutura registrou lucro l\u00edquido de R$ 329 milh\u00f5es no primeiro trimestre, alta de 32,9% sobre o mesmo per\u00edodo de 2016. O resultado positivo foi impactado por efeitos financeiros: queda da infla\u00e7\u00e3o e da taxa Selic.<\/p>\n<p>Uma das maiores d\u00edvidas do grupo \u00e9 a da concess\u00e3o do aeroporto de Confins (MG), que \u00e9 reajustada pelo IPCA. Al\u00e9m disso, a taxa Selic tamb\u00e9m recuou, refletindo na redu\u00e7\u00e3o dos juros das d\u00edvidas do grupo.<\/p>\n<p>&#8220;J\u00e1 a parte operacional ainda n\u00e3o se recuperou. O tr\u00e1fego rodovi\u00e1rio caiu 2,8%&#8221;, disse ao Valor Marcos Macedo, da equipe de rela\u00e7\u00f5es com investidores. Contudo, o tr\u00e1fego rodovi\u00e1rio &#8211; onde est\u00e1 a maior fonte de receita do grupo &#8211; do primeiro trimestre foi melhor do que o do \u00faltimo trimestre de 2016. E a expectativa \u00e9 de recupera\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p>O lucro l\u00edquido na mesma base atingiu R$ 338,5 milh\u00f5es, alta de 46,6%. O lucro na mesa base exclui a fatia na STP, empresa de arrecada\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica de ped\u00e1gio cuja venda foi conclu\u00edda no terceiro trimestre de 2016, e os novos neg\u00f3cios que n\u00e3o estavam operacionais de janeiro a mar\u00e7o de 2016.<\/p>\n<p>A receita l\u00edquida do per\u00edodo avan\u00e7ou 3,4%, para R$ 1,7 bilh\u00e3o. E o lucro antes dos juros, impostos, deprecia\u00e7\u00e3o e amortiza\u00e7\u00e3o (Ebitda, na sigla em ingl\u00eas) ajustado, que exclui as despesas n\u00e3o-caixa como deprecia\u00e7\u00e3o e amortiza\u00e7\u00e3o, provis\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o e apropria\u00e7\u00e3o de despesas antecipadas da outorga, avan\u00e7ou 3,9%, para R$ 1 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Valor<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma decis\u00e3o da 15\u00aa C\u00e2mara C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro julgou procedente o pedido de anula\u00e7\u00e3o do edital e do contrato&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":8878,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-23370","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23370"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23370\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23371,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23370\/revisions\/23371"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8878"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}