{"id":23192,"date":"2017-04-25T10:31:46","date_gmt":"2017-04-25T13:31:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=23192"},"modified":"2017-04-25T10:31:46","modified_gmt":"2017-04-25T13:31:46","slug":"movimento-de-cargas-em-santos-cresce-no-primeiro-trimestre-devido-ao-aumento-nas-importacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/movimento-de-cargas-em-santos-cresce-no-primeiro-trimestre-devido-ao-aumento-nas-importacoes\/","title":{"rendered":"Movimento de cargas em Santos cresce no primeiro trimestre devido ao aumento nas importa\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>O movimento acumulado de cargas no Porto de Santos continuou a apresentar crescimento no primeiro trimestre do ano, atingindo 27,903 milh\u00f5es de toneladas, um aumento de 0,5%. O desempenho das importa\u00e7\u00f5es foi determinante para esse resultado, atingindo 8,239 milh\u00f5es t, 18,0% a mais do que no mesmo per\u00edodo do ano passado (6,982 milh\u00f5es t). J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es apresentaram queda de 5,4%, somando 19,663 milh\u00f5es t, se comparados ao primeiro trimestre de 2016 (20,776 milh\u00f5es t).<\/p>\n<p>Nas cargas de exporta\u00e7\u00e3o, os melhores desempenhos ficaram com a soja em gr\u00e3o, com 6,607 milh\u00f5es t (+13,2%); \u00f3leo diesel e gas\u00f3leo, com 474.318 mil t (+20,9%). Quanto \u00e0s mercadorias de importa\u00e7\u00e3o, destacaram-se o adubo, com 949.081 t (+71,6%); o \u00e1lcool, com 179.515 t (+305,7%); e o enxofre, com 523.368 t (+60,7%). Nos dois fluxos, a carga conteinerizada continua em trajet\u00f3ria de crescimento, atingindo 844.083 teu (unidade equivalente a um cont\u00eainer de 20 p\u00e9s), 2,3% a mais que o mesmo per\u00edodo do ano passado (824.885 teu). Caracterizando a opera\u00e7\u00e3o de navios de maior porte, apesar da movimenta\u00e7\u00e3o haver crescido, a quantidade de navios reduziu em 4,1%.<\/p>\n<p>Movimento mensal<\/p>\n<div class=\"raxo-inside-content\">\n<div class=\"moduletable\">\n<div class=\"bannergroup\">\n<div class=\"banneritem\"><center><\/center><\/p>\n<div class=\"clr\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es apresentaram queda de 4,4%, afetando o movimento do m\u00eas de mar\u00e7o, que totalizou 10,862 milh\u00f5es t, 0,4% a menos que no mesmo m\u00eas de 2016 (10,905 milh\u00f5es t). J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es atingiram um crescimento de 14,0% sobre o ano anterior (2,398 milh\u00f5es t), somando 2,733 milh\u00f5es t.<\/p>\n<p>Os destaques mensais nas exporta\u00e7\u00f5es ficaram com a gasolina (+21,7%), sucos c\u00edtricos (+7,9%), \u00f3leo diesel e gas\u00f3leo (+2,8%), \u00f3leo combust\u00edvel (+2,7%) e celulose (+1,2%). Na importa\u00e7\u00e3o aparecem o \u00e1lcool (+142,8%), enxofre (+286,7%), nafta (+236,9%), \u00f3leo diesel e gas\u00f3leo (+40,1%). A carga conteinerizada apresentou queda de 3,8% no m\u00eas, atingindo 285.828 teu, atingindo, entretanto, um aumento de 2,7% na tonelagem movimentada (3,392 milh\u00f5es t). A quantidade de navios apresentou redu\u00e7\u00e3o de 1,2%, somando 414 embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Balan\u00e7a Comercial<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o do Porto de Santos nas trocas comerciais brasileiras atingiu 27,0% no primeiro trimestre, somando US$ 23,3 bilh\u00f5es. Passaram pelo complexo santista 26,0% das exporta\u00e7\u00f5es nesse per\u00edodo (US$ 13,1 bilh\u00f5es) e 28,3% das importa\u00e7\u00f5es (US$ 10,2 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>Os principais destinos das exporta\u00e7\u00f5es por meio do Porto de Santos foram China (8,0%), Estados Unidos (7,5%) e Argentina (4,7%). Quanto \u00e0s origens das importa\u00e7\u00f5es, destacaram-se a China (14,9%), os Estados Unidos (10,1%) e a Alemanha (5,6%).<\/p>\n<p>Fonte: Codesp<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O movimento acumulado de cargas no Porto de Santos continuou a apresentar crescimento no primeiro trimestre do ano, atingindo 27,903 milh\u00f5es de toneladas, um aumento&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18514,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-23192","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23192","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23192"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23192\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23193,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23192\/revisions\/23193"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}