{"id":23045,"date":"2017-04-04T00:20:44","date_gmt":"2017-04-04T03:20:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=23045"},"modified":"2017-04-03T08:06:52","modified_gmt":"2017-04-03T11:06:52","slug":"codesp-preve-crescimento-na-operacao-de-conteiner-ate-2045-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/codesp-preve-crescimento-na-operacao-de-conteiner-ate-2045-2\/","title":{"rendered":"Codesp prev\u00ea crescimento na opera\u00e7\u00e3o de cont\u00eainer at\u00e9 2045"},"content":{"rendered":"<p>Com a melhora da economia brasileira e seu maior desenvolvimento e, ainda, novos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, as expectativas apontam para que o Porto de Santos amplie sua movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres nas pr\u00f3ximas tr\u00eas d\u00e9cadas. E, neste cen\u00e1rio, o cais santista aumentar\u00e1 a opera\u00e7\u00e3o de cargas de maior valor agregado, segundo o diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), Jos\u00e9 Alex Oliva.\u00a0<\/p>\n<p>Plano Mestre do complexo mar\u00edtimo santista. As discuss\u00f5es sobre esse estudo aconteceram durante a 1\u00aaedi\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio sobre Planejamento Portu\u00e1rio, promovido pelo Minist\u00e9rio dos Transportes, Portos e Avia\u00e7\u00e3o Civil (MTPAC) na manh\u00e3 dessa ter\u00e7a-feira, no Terminal de Passageiros Giusfredo Santini, no Porto.\u00a0<\/p>\n<p>O plano mestre \u00e9 um instrumento de planejamento de um porto, com proje\u00e7\u00f5es de seu desenvolvimento e de suas opera\u00e7\u00f5es. A nova vers\u00e3o ir\u00e1 trabalhar com as demandas do complexo mar\u00edtimo para 2045. O trabalho ser\u00e1 feito a partir da parceria entre o MTPAC e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).<\/p>\n<p>\u201cEsperamos cargas com valores agregados mais representativas, para fortalecer a economia brasileira. \u00c9 fundamental o agroneg\u00f3cio, mas ele s\u00f3 n\u00e3o pode ser responsabilizado pelo crescimento do Pa\u00eds. N\u00f3s precisamos de tecnologia, melhoria, produto industrializado, produ\u00e7\u00e3o e competitividade no mercado externo e, para isso, n\u00f3s temos que estar tecnicamente qualificados\u201d, destacou o diretor-presidente.<\/p>\n<p>Segundo a coordenadora-geral de Gest\u00e3o da Informa\u00e7\u00e3o Portu\u00e1ria do MTPAC, Mariana Pescatori, a previs\u00e3o \u00e9 de que o Plano Mestre do Porto de Santos seja conclu\u00eddo em setembro. Antes disso, em junho, uma vers\u00e3o inicial do estudo ser\u00e1 apresentada \u00e0 comunidade portu\u00e1ria.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA vers\u00e3o preliminar do plano vai ser publicada no site da SEP (Secretaria Nacional de Portos) e vamos abrir um prazo para que a comunidade encaminhe seus coment\u00e1rios. E eles ser\u00e3o todos respondidos e incorporados, eventualmente, ao documento\u201d, destacou a executiva.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo Mariana, para se ter uma proje\u00e7\u00e3o apurada do complexo at\u00e9 2045, ser\u00e3o necess\u00e1rias entrevistas com a comunidade portu\u00e1ria, que j\u00e1 foram iniciadas. A partir da\u00ed, ser\u00e3o definidas as prioridades do Porto nos pr\u00f3ximos 28 anos.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA gente calcula a capacidade do Porto para atender a essa demanda e verifica lacunas, o que a gente tem de deficit de capacidade. E a partir disso, a gente define o plano de a\u00e7\u00e3o. Ele n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 na \u00e1rea de infraestrutura. Ele est\u00e1 na \u00e1rea de melhoria da gest\u00e3o, em quest\u00f5es de meio ambiente, porto-cidade e a\u00e7\u00f5es que devem ser aprimoradas. \u00c9 uma vis\u00e3o completa de todas as melhorias que podem acontecer no Porto\u201d, destacou a coordenadora.\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a melhora da economia brasileira e seu maior desenvolvimento e, ainda, novos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, as expectativas apontam para que o Porto de Santos amplie&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18377,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-23045","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23045","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23045"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23045\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23046,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23045\/revisions\/23046"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18377"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23045"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23045"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23045"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}