{"id":22838,"date":"2017-03-13T00:09:21","date_gmt":"2017-03-13T03:09:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=22838"},"modified":"2017-03-08T23:10:27","modified_gmt":"2017-03-09T02:10:27","slug":"producao-industrial-volta-a-subir-apos-34-meses-de-queda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/producao-industrial-volta-a-subir-apos-34-meses-de-queda\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial volta a subir ap\u00f3s 34 meses de queda"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial do Brasil come\u00e7ou 2017 com alta mensal em rela\u00e7\u00e3o aos mesmos dias do ano anterior, ap\u00f3s 34 meses consecutivos de queda. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), e mostram que a produ\u00e7\u00e3o cresceu 1,4% em janeiro de 2017 em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2016, mas caiu 0,1% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2016.<\/p>\n<p>Em 12 meses, a produ\u00e7\u00e3o industrial acumula uma retra\u00e7\u00e3o de 5,4%, varia\u00e7\u00e3o negativa que vem perdendo intensidade desde junho de 2016, quando chegou a -9,7%<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dois meses de 2016, a produ\u00e7\u00e3o havia acumulado alta de 2,9%. O resultado fez com que a m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral de outubro, novembro e dezembro de 2016 apontasse expans\u00e3o de 0,5% da produ\u00e7\u00e3o. Com os dados divulgados agora, a m\u00e9dia dos resultados de novembro e dezembro de 2016 e janeiro de 2017 subiu para 0,9%.<\/p>\n<p><strong>Mais n\u00fameros da pesquisa<\/strong><\/p>\n<p>Dos 24 ramos industriais pesquisados pelo IBGE, metade aumentou a produ\u00e7\u00e3o, e metade diminuiu. A ind\u00fastria de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias interrompeu dois meses seguidos de alta e caiu 10,7% em janeiro, na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2016. Tamb\u00e9m haviam crescido em dezembro e ca\u00edram em janeiro os equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos, com recuo de 12,5%, e m\u00e1quinas e equipamentos, com uma produ\u00e7\u00e3o 4,9% menor.<\/p>\n<p>Por outro lado, o IBGE considera que houve altas importantes para a taxa global na ind\u00fastria de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis, com expans\u00e3o de 4%, e nos produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (21,6%). Os dois setores anotaram quedas nos meses anteriores.<\/p>\n<p>Os produtos aliment\u00edcios tiveram alta de 1,2%, as bebidas subiram 5,5% e a ind\u00fastria extrativa, 1,1%.<\/p>\n<p><strong>Categorias econ\u00f4micas<\/strong><\/p>\n<p>A an\u00e1lise da produ\u00e7\u00e3o por categoria econ\u00f4mica mostra que os bens de capital usados na produ\u00e7\u00e3o voltaram a cair ap\u00f3s dois meses de alta. Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2016, houve recuo de 4,1%.<\/p>\n<p>Os bens de consumo dur\u00e1veis intensificaram a queda de 3,8% veridicada em dezembro e ca\u00edram 7,3% em janeiro. Os bens de consumo semi e n\u00e3o dur\u00e1veis avan\u00e7aram 3,1% em janeiro, e os intermedi\u00e1rios, 0,7%. Ambos j\u00e1 acumulavam expans\u00f5es h\u00e1 pelo menos dois meses.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial do Brasil come\u00e7ou 2017 com alta mensal em rela\u00e7\u00e3o aos mesmos dias do ano anterior, ap\u00f3s 34 meses consecutivos de queda. 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