{"id":22776,"date":"2017-03-06T00:49:39","date_gmt":"2017-03-06T03:49:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=22776"},"modified":"2017-03-05T22:51:08","modified_gmt":"2017-03-06T01:51:08","slug":"producao-do-pre-sal-foi-recorde-em-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/producao-do-pre-sal-foi-recorde-em-janeiro\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal foi recorde em janeiro"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal foi recorde em janeiro de 2017, totalizando aproximadamente 1,588 milh\u00e3o de barris de \u00f3leo equivalente por dia, superando a de dezembro de 2016, quando foram produzidos em m\u00e9dia 1,571 milh\u00e3o de barris de \u00f3leo equivalente por dia. A produ\u00e7\u00e3o, oriunda de 73 po\u00e7os, foi de aproximadamente 1,276 milh\u00e3o de barris de petr\u00f3leo por dia e 49,5 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de g\u00e1s natural por dia, um aumento de 1,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal correspondeu a 47% do total produzido no Brasil. Os po\u00e7os do \u201cpr\u00e9-sal\u201d s\u00e3o aqueles cuja produ\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada no horizonte geol\u00f3gico denominado pr\u00e9-sal, em campos localizados na \u00e1rea definida no inciso IV do caput do artigo 2\u00ba da Lei n\u00ba 12.351\/2010.<\/p>\n<p>Em janeiro de 2017, produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil totalizou 2,687 milh\u00f5es de barris por dia (bbl\/d). O volume representa um crescimento de 14,2% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em 2016 e uma queda de 1,6% na compara\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural foi de 109,9 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia, superando em 13,1% a produ\u00e7\u00e3o do mesmo m\u00eas em 2016. Houve queda de 1,6% em rela\u00e7\u00e3o ao ao m\u00eas anterior. A produ\u00e7\u00e3o total de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural no Pa\u00eds foi de aproximadamente 3,378 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente por dia.<\/p>\n<p>O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural, produzindo, em m\u00e9dia, 729,5 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 31,6 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural. A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo de Lula \u00e9 a maior j\u00e1 registrada por um campo no Brasil, superando o recorde anterior do pr\u00f3prio campo em dezembro de 2016, que foi de 710,9 mil bbl\/d.<\/p>\n<p><strong>Queima de g\u00e1s<\/strong><br \/>O aproveitamento de g\u00e1s natural no m\u00eas alcan\u00e7ou 96,1%. A queima de g\u00e1s em janeiro foi de 4,3 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia, uma redu\u00e7\u00e3o de 1,5% se comparada ao m\u00eas anterior e um aumento de 30,8% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em 2016.<\/p>\n<p><strong>Campos produtores<\/strong><br \/>Os campos mar\u00edtimos produziram 94,9% do petr\u00f3leo e 80,4% do g\u00e1s natural. A produ\u00e7\u00e3o ocorreu em 8.521 po\u00e7os, sendo 746 mar\u00edtimos e 7.775 terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 94,2% do petr\u00f3leo e g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior n\u00famero de po\u00e7os produtores: 1.102. Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo mar\u00edtimo com maior n\u00famero de po\u00e7os produtores: 63.<br \/>A FPSO Petrobras 58, produzindo nos campos de Jubarte, Baleia Azul, Baleia An\u00e3 e Baleia Franca, produziu, por meio de 13 po\u00e7os a ela interligados, 199,2 mil boe\/d e foi a UEP (Unidade Estacion\u00e1ria de Produ\u00e7\u00e3o) com maior produ\u00e7\u00e3o. Apesar de o boletim considerar cada \u00c1rea de Desenvolvimento do Bloco BC-60 (\u201cParque das Baleias\u201d) individualmente, a Resolu\u00e7\u00e3o de Diretoria da ANP n\u00ba 69\/2014 determinou a unifica\u00e7\u00e3o destas \u00e1reas ao Campo de Jubarte. No entanto, em raz\u00e3o de processo arbitral e da demanda judicial instaurados, ser\u00e1 conferido o tratamento separado a cada \u00e1rea de desenvolvimento at\u00e9 a conclus\u00e3o de tais processos.<\/p>\n<p>As bacias maduras terrestres (campos\/testes de longa dura\u00e7\u00e3o das bacias do Esp\u00edrito Santo, Potiguar, Rec\u00f4ncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 141,6 mil boe\/d, sendo 115,4 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 4,2 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural. Desse total, 136,5 mil barris de \u00f3leo equivalente por dia foram produzidos pela Petrobras e 5 mil boe\/d por concess\u00f5es n\u00e3o operadas pela Petrobras, sendo 306 boe\/d em Alagoas, 2.188 boe\/d na Bahia, 64 boe\/d no Esp\u00edrito Santo, 2.244 boe\/d no Rio Grande do Norte e 234 boe\/d em Sergipe.<\/p>\n<p><strong>Outras informa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Em janeiro de 2017, 288 concess\u00f5es, operadas por 26 empresas, foram respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o nacional. Destas, 81 s\u00e3o concess\u00f5es mar\u00edtimas e 207 terrestres. Vale ressaltar que, do total das concess\u00f5es produtoras, duas encontram-se em atividade explorat\u00f3ria e produzindo atrav\u00e9s de Teste de Longa Dura\u00e7\u00e3o (TLD), e outras oito s\u00e3o relativas a contratos de \u00e1reas contendo acumula\u00e7\u00f5es marginais. O grau API m\u00e9dio foi de 26,3, sendo 33,1% da produ\u00e7\u00e3o considerada \u00f3leo leve (&gt;=31\u00b0API), 44,1% \u00f3leo m\u00e9dio (&gt;=22 API e &lt;31 API) e 22,8% \u00f3leo pesado (&lt;22 API).<\/p>\n<p>Fonte: Exame<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal foi recorde em janeiro de 2017, totalizando aproximadamente 1,588 milh\u00e3o de barris de \u00f3leo equivalente por dia, superando a de dezembro&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19555,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-22776","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22776","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22776"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22776\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22777,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22776\/revisions\/22777"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19555"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22776"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22776"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22776"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}