{"id":22479,"date":"2017-02-03T10:53:55","date_gmt":"2017-02-03T12:53:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=22479"},"modified":"2017-02-03T10:53:55","modified_gmt":"2017-02-03T12:53:55","slug":"producao-de-petroleo-e-gas-natural-no-brasil-bate-recorde-em-dezembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/producao-de-petroleo-e-gas-natural-no-brasil-bate-recorde-em-dezembro\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural no Brasil bate recorde em dezembro"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo totalizou 2,730 milh\u00f5es de barris por dia\u00a0(bbl\/d), superando os 2,671 milh\u00f5es de bbl\/d produzidos em setembro de\u00a02016. Trata-se de aumento de 4,7%, se comparado com o m\u00eas anterior, e de\u00a07,8%, se comparado com o mesmo m\u00eas em 2015.<\/p>\n<p>J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural foi de 111,8 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por\u00a0dia, superando os 111,1 milh\u00f5es de m\u00b3\/d produzidos em novembro de 2016.\u00a0O aumento foi de 0,6%, se comparado ao m\u00eas anterior, e de 11,3%, se\u00a0comparado ao mesmo m\u00eas em 2015.<\/p>\n<p>O campo de Lula, na Bacia de Santos, foi o maior produtor de petr\u00f3leo e\u00a0g\u00e1s natural, produzindo, em m\u00e9dia, 710,9 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 30,8\u00a0milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural. A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo do local \u00e9 a\u00a0maior j\u00e1 registrada por um campo no Brasil, superando o recorde anterior\u00a0do pr\u00f3prio campo em novembro de 2016, que foi de 663,2 mil bbl\/d.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2016, 287 concess\u00f5es, operadas por 25 empresas, foram\u00a0respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o nacional. Destas, 79 s\u00e3o concess\u00f5es mar\u00edtimas\u00a0e 208 terrestres. Do total das concess\u00f5es produtoras, uma encontra-se em\u00a0atividade explorat\u00f3ria e produzindo por meio de Teste de Longa Dura\u00e7\u00e3o\u00a0(TLD) e outras oito s\u00e3o relativas a contratos de \u00e1reas contendo\u00a0acumula\u00e7\u00f5es marginais.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00e9-sal<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal, oriunda de 68 po\u00e7os, foi de aproximadamente 1,262\u00a0milh\u00e3o de barris de petr\u00f3leo por dia e 49,0 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de\u00a0g\u00e1s natural por dia, totalizando aproximadamente 1,570 milh\u00e3o de barris\u00a0de \u00f3leo equivalente por dia, um aumento de 8,4% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal correspondeu a 46% do total produzido no Brasil.\u00a0Os po\u00e7os do \u201cpr\u00e9-sal\u201d s\u00e3o aqueles cuja produ\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada no horizonte\u00a0geol\u00f3gico denominado pr\u00e9-sal, em campos localizados na \u00e1rea definida no\u00a0inciso IV do caput do artigo 2\u00ba da Lei n\u00ba 12.351\/2010.<\/p>\n<p><strong>Queima de g\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>O aproveitamento de g\u00e1s natural no m\u00eas alcan\u00e7ou 96,1%. A queima de g\u00e1s\u00a0em dezembro foi de 4,3 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia, um aumento de\u00a013,5% se comparada ao m\u00eas anterior e de 28,3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em\u00a02015.<\/p>\n<p>O principal motivo do aumento na queima de g\u00e1s nesse m\u00eas foi a\u00a0realiza\u00e7\u00e3o de teste no campo de B\u00fazios, por meio da Plataforma Dynamic\u00a0Producer. O ano de 2016 teve recorde no aproveitamento do g\u00e1s natural\u00a0produzido no Brasil, com cerca de 96,1% de aproveitamento.<\/p>\n<p><strong>Campos produtores<\/strong><\/p>\n<p>Os campos mar\u00edtimos produziram 94,9% do petr\u00f3leo e 78,9% do g\u00e1s natural.\u00a0A produ\u00e7\u00e3o ocorreu em 8.573 po\u00e7os, sendo 755 mar\u00edtimos e 7.818<br \/>terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 94,3% do\u00a0petr\u00f3leo e g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior n\u00famero de po\u00e7os produtores:\u00a01.103. Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo mar\u00edtimo com maior n\u00famero\u00a0de po\u00e7os produtores: 63.<\/p>\n<p>A FPSO Petrobras 58, produzindo nos campos de Jubarte, Baleia Azul,\u00a0Baleia An\u00e3 e Baleia Franca, produziu, por meio de 13 po\u00e7os a ela\u00a0interligados, 189,6 mil boe\/d e foi a UEP (Unidade Estacion\u00e1ria de\u00a0Produ\u00e7\u00e3o) com maior produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As bacias maduras terrestres (campos\/testes de longa dura\u00e7\u00e3o das bacias\u00a0do Esp\u00edrito Santo, Potiguar, Rec\u00f4ncavo, Sergipe e Alagoas) produziram\u00a0142,9 mil boe\/d, sendo 117,8 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 4,0 milh\u00f5es de m\u00b3\/d\u00a0de g\u00e1s natural. Desse total, 138,4 mil barris de \u00f3leo equivalente por\u00a0dia foram produzidos pela Petrobras e 4,5 mil boe\/d por concess\u00f5es n\u00e3o\u00a0operadas pela Petrobras, sendo 326 boe\/d em Alagoas, 1.601 boe\/d na\u00a0Bahia, 62 boe\/d no Esp\u00edrito Santo, 2.252 boe\/d no Rio Grande do Norte e<br \/>249 boe\/d em Sergipe.\u00a0<\/p>\n<p>Fonte: ANP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo totalizou 2,730 milh\u00f5es de barris por dia\u00a0(bbl\/d), superando os 2,671 milh\u00f5es de bbl\/d produzidos em setembro de\u00a02016. 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