{"id":22396,"date":"2017-01-25T09:20:19","date_gmt":"2017-01-25T11:20:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=22396"},"modified":"2017-01-25T09:20:19","modified_gmt":"2017-01-25T11:20:19","slug":"porto-de-santos-movimenta-melhor-marca-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-santos-movimenta-melhor-marca-da-historia\/","title":{"rendered":"Porto de Santos movimenta melhor marca da hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>O Porto de Santos atingiu em 2016 um total de 113,815 milh\u00f5es de toneladas de cargas. Esse foi o terceiro maior movimento da hist\u00f3ria do complexo portu\u00e1rio, apesar da redu\u00e7\u00e3o de 5,1% verificada em rela\u00e7\u00e3o a 2015 (119,931 milh\u00f5es t).<\/p>\n<p>O diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), Alex Oliva, comenta que \u201cesse volume, apesar de representar uma redu\u00e7\u00e3o na compara\u00e7\u00e3o com o apurado em 2015, devido, principalmente, \u00e0 expressiva queda nos embarques de milho, foi concretizado num cen\u00e1rio econ\u00f4mico global adverso, mostrando o bom desempenho do Porto de Santos, inclusive, em situa\u00e7\u00f5es adversas\u201d.<\/p>\n<p>Outro fator determinante para esse resultados, apontado pelo diretor de Rela\u00e7\u00f5es com o Mercado e Comunidade, Cleveland Lofrano, foi a diminui\u00e7\u00e3o nas opera\u00e7\u00f5es com cargas conteinerizadas naquele ano, afetadas por fatores conjunturais, como a valoriza\u00e7\u00e3o do Real, que afetou a competitividade das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de maior valor agregado, em um cen\u00e1rio global de demanda ainda reprimida.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es somaram 81,423 milh\u00f5es t, 7,0% abaixo do mesmo per\u00edodo do ano passado (87,565 milh\u00f5es t), e as importa\u00e7\u00f5es atingiram 32,391 milh\u00f5es t, 0,1% acima das descargas verificadas em 2015 (32,366 milh\u00f5es t).<\/p>\n<p>O destaque na movimenta\u00e7\u00e3o ficou com o a\u00e7\u00facar, cujos embarques totalizaram 20,255 milh\u00f5es t, 11,4% a mais do que no ano passado (18,185 milh\u00f5es t), seguido pelo complexo soja, com 19,125 milh\u00f5es t, 7,6% a mais do que no \u00faltimo per\u00edodo (17,772 milh\u00f5es t). Desse total, 14,560 milh\u00f5es t s\u00e3o de soja em gr\u00e3os e 4,565 milh\u00f5es t de farelo de soja, que apresentaram, respectivamente, aumento de 10,7% e redu\u00e7\u00e3o de 1,2% se comparados a 2015.<\/p>\n<p>\u201cOs embarques de a\u00e7\u00facar e soja em gr\u00e3os contribu\u00edram para amenizar a queda na movimenta\u00e7\u00e3o, favorecidos por uma boa safra e pre\u00e7os internacionais em recupera\u00e7\u00e3o\u201d, comenta Lofrano.<\/p>\n<p>O milho, a terceira carga mais movimentada (7,943 milh\u00f5es t), apresentou uma queda de 49,7% diante dos 15,786 milh\u00f5es t embarcados no ano passado, caracterizando-se como o principal fator para a redu\u00e7\u00e3o no movimento anual. A celulose somou 3,087 milh\u00f5es t, ficando 9,5% abaixo do movimento do \u00faltimo ano (3,411 milh\u00f5es t).<\/p>\n<p>Ainda no fluxo de exporta\u00e7\u00e3o, aparecem o \u00e1lcool, com 1,129 milh\u00e3o t e o caf\u00e9 em gr\u00e3os, com 1,350 milh\u00e3o t.<\/p>\n<p>No fluxo de importa\u00e7\u00e3o destacam-se o adubo, com 3,549 milh\u00f5es t, um aumento de 47,4% sobre o movimento do ano passado (2,408 milh\u00f5es t), e o enxofre, com 1,732 milh\u00e3o t, queda de 12,2% sobre o volume registrado em 2015 (1,972 milh\u00e3o t).<\/p>\n<p>A carga conteinerizada somou 3,564 milh\u00f5es teu (unidade equivalente a um cont\u00eainer de 20 p\u00e9s), ficando 5,7% abaixo do total verificado no ano passado (3,779 milh\u00f5es teu).<\/p>\n<p>O fluxo de embarca\u00e7\u00f5es somou 4.723 atraca\u00e7\u00f5es, 8,2% abaixo do registrado em 2015 (5.144).<\/p>\n<p><strong>Balan\u00e7a Comercial<\/strong><\/p>\n<p>O Porto de Santos respondeu por 28,5% (US$ 92,108 bilh\u00f5es) do fluxo de com\u00e9rcio brasileiro, que atingiu US$ 322,787 bilh\u00f5es. Os embarques pelo complexo santista somaram US$ 51,643 bilh\u00f5es, 27,9% do total Brasil (US$ 185,235 bilh\u00f5es), e as descargas US$ 40,464 bilh\u00f5es, 29,4% do que importou o Brasil (US$ 137,552 bilh\u00f5es). Essa foi a maior participa\u00e7\u00e3o anual do complexo portu\u00e1rio santista na movimenta\u00e7\u00e3o das trocas comerciais brasileiras (em valor) em toda a sua hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>O recorde anterior foi de 27,3% registrado em 2015. A movimenta\u00e7\u00e3o do porto santista superou a soma das participa\u00e7\u00f5es dos sete portos que ocupam da 2\u00aa a 7\u00aa coloca\u00e7\u00e3o no ranking das trocas comerciais brasileiras.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas principais destinos das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras foram a China (14,1%), os Estados Unidos (11,8%) e a Argentina (5,9%). As tr\u00eas principais origens das importa\u00e7\u00f5es foram a China (20,4%), Estados Unidos (17,3%) e Alemanha (10,1%).<\/p>\n<p>Destacam-se entre as cargas de exporta\u00e7\u00e3o o a\u00e7\u00facar, com 12,2% do total (\u00cdndia, China e Arg\u00e9lia); a soja, com 10,2% (China, Tail\u00e2ndia e Taiwan); e o caf\u00e9, com 8,0% (EUA, Alemanha e Jap\u00e3o).<\/p>\n<p>Na importa\u00e7\u00e3o aparecem o gas\u00f3leo, com 2,12% (EUA, Sui\u00e7a e Holanda); caixas de marchas, com 1,37% (Jap\u00e3o, Indon\u00e9sia e Coreia do Sul); e inseticidas, com 1,30% (EUA, B\u00e9lgica e China).<\/p>\n<p>Fonte: do Porto de Santos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto de Santos atingiu em 2016 um total de 113,815 milh\u00f5es de toneladas de cargas. 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