{"id":22245,"date":"2017-01-13T00:40:17","date_gmt":"2017-01-13T02:40:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=22245"},"modified":"2017-01-07T11:47:07","modified_gmt":"2017-01-07T13:47:07","slug":"parana-contraria-tendencia-nacional-e-aumenta-exportacoes-em-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/parana-contraria-tendencia-nacional-e-aumenta-exportacoes-em-2016\/","title":{"rendered":"Paran\u00e1 contraria tend\u00eancia nacional e aumenta exporta\u00e7\u00f5es em 2016"},"content":{"rendered":"<p>O Paran\u00e1 registrou uma receita de exporta\u00e7\u00f5es em US$ 15,2 bilh\u00f5es em 2016, o que representou um aumento de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 14,9 bilh\u00f5es registrados em 2015, de acordo com dados do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os. Foto: Arquivo APPA O Paran\u00e1 registrou uma receita de exporta\u00e7\u00f5es em US$ 15,2 bilh\u00f5es em 2016, o que representou um aumento de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 14,9 bilh\u00f5es registrados em 2015, de acordo com dados do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os. O Estado seguiu na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria dos resultados do Brasil. Em 2016, o Pa\u00eds registrou um recuo de 3,09% nas exporta\u00e7\u00f5es na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, com um faturamento de US$ 191,1 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cApesar da quebra da safra, que frustrou a exporta\u00e7\u00e3o do excedente da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, e o patamar de pre\u00e7os das commodities n\u00e3o ser mais t\u00e3o favor\u00e1vel como h\u00e1 dez anos, o Paran\u00e1 conseguiu ter um resultado acima da m\u00e9dia brasileira\u201d diz Julio Suzuki, diretor presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econ\u00f4mico Social (Ipardes).<\/p>\n<p>De acordo com ele, a previs\u00e3o \u00e9 de um avan\u00e7o mais forte das exporta\u00e7\u00f5es em 2017<\/p>\n<p>MAIOR CRESCIMENTO &#8211; O Paran\u00e1 teve o maior crescimento de exporta\u00e7\u00f5es entre os Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que re\u00fanem as maiores economias do Pa\u00eds. Levantamento do Ipardes mostra que das 11 unidades dessas regi\u00f5es, apenas quatro tiveram resultados positivos. Al\u00e9m do Paran\u00e1, S\u00e3o Paulo registrou alta de 1,4%, Rio de Janeiro e Goi\u00e1s (0,9%) cada um.<\/p>\n<p>Enquanto as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras foram afetadas mais fortemente pela queda dos pre\u00e7os internacionais, o Paran\u00e1 teve, nas vendas externas, influ\u00eancia positiva dos setores de celulose e de transporte, principalmente. \u201cHouve uma boa contribui\u00e7\u00e3o da celulose e da retomada da venda de autom\u00f3veis para a Argentina\u201d, diz Suzuki J\u00fanior.<\/p>\n<p>SUPREENDENTE &#8211; Influenciada pela instala\u00e7\u00e3o da nova f\u00e1brica da Klabin em Ortigueira, nos Campos Gerais, a exporta\u00e7\u00e3o de celulose cresceu 147 vezes no Paran\u00e1 em 2016. Passou de US$ 2,09 milh\u00f5es, em 2015, para US$ 308,96 milh\u00f5es no ano passado.<\/p>\n<p>As vendas de ve\u00edculos de carga, por sua vez, aumentaram 195,3%, de US$ 113,8 milh\u00f5es para US$ 336,3 milh\u00f5es. As exporta\u00e7\u00f5es de autom\u00f3veis cresceram 56,1%, de US$ 386,8 milh\u00f5es para US$ 603,7 milh\u00f5es. As vendas do setor automotivo foram beneficiadas pela retomada das encomendas da Argentina.<\/p>\n<p>\u201cFoi surpreendente a capacidade de redirecionamento da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria automotiva do Estado para o Pa\u00eds vizinho. Os autom\u00f3veis, que chegaram a ser o primeiro produto exportado pelo Paran\u00e1, perderam posi\u00e7\u00f5es nos \u00faltimos anos e vem recuperando espa\u00e7o. Hoje est\u00e3o em quinto lugar na pauta\u201d, diz Suzuki J\u00fanior.<\/p>\n<p>TRATORES E AGRO &#8211; As vendas de tratores, por sua vez, tiveram crescimento de 27,5%, de US$ 188,7 milh\u00f5es para US$ 240,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No agroneg\u00f3cio, os destaques foram as exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna in natura, que aumentaram 30,2%, de US$ 132,4 milh\u00f5es, em 2015, para US$ 172,3 milh\u00f5es em 2016. As exporta\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00facar bruto tiveram alta de 13,4%, de US$ 792,8 milh\u00f5es para US$ 898,8 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>PREVIS\u00c3O 2017 &#8211; De acordo com Suzuki J\u00fanior, a perspectiva de uma boa safra de soja e de milho deve aumentar a exporta\u00e7\u00e3o tanto na forma de gr\u00e3o quanto de prote\u00edna animal, como frango. \u201cIsso deve fazer com que as exporta\u00e7\u00f5es tenham destaque na economia do Estado nesse ano\u201d afirma.<\/p>\n<p>Suzuki J\u00fanior lembra que a previs\u00e3o \u00e9 positiva tamb\u00e9m tanto para autom\u00f3veis, com a continuidade de exporta\u00e7\u00f5es para a Argentina, quanto para o setor de celulose.<\/p>\n<p>IMPORTA\u00c7\u00d5ES \u2013 Na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria, as importa\u00e7\u00f5es, por sua vez, tiveram queda de 10,89% no Paran\u00e1 em 2016, influenciadas pela queda no consumo com a recess\u00e3o. As importa\u00e7\u00f5es passaram de US$ 12,4 bilh\u00f5es, em 2015, para US$ 11,09 bilh\u00f5es em 2016, influenciadas pela queda de encomendas de \u00f3leo bruto de petr\u00f3leo, autom\u00f3veis e componentes, por exemplo.<\/p>\n<p>SUPER\u00c1VIT -Com a queda nas importa\u00e7\u00f5es e o aumento das exporta\u00e7\u00f5es, o Paran\u00e1 registrou um super\u00e1vit comercial de US$ 4,08 bilh\u00f5es, o maior desde 2005 (US$ 5,5 bilh\u00f5es). Apesar de positivo, o resultado da balan\u00e7a comercial ainda reflete o efeito da recess\u00e3o, puxado principalmente pela queda nas importa\u00e7\u00f5es. \u201cO que percebemos \u00e9 que h\u00e1 uma corrente de com\u00e9rcio baixa, que reflete um pequeno volume de transa\u00e7\u00f5es tanto nas exporta\u00e7\u00f5es quanto nas importa\u00e7\u00f5es\u201d, diz.<\/p>\n<p>Fonte: AG\u00eancia de Not\u00edcias do Paran\u00e1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Paran\u00e1 registrou uma receita de exporta\u00e7\u00f5es em US$ 15,2 bilh\u00f5es em 2016, o que representou um aumento de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 14,9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18672,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-22245","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22245","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22245"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22245\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22246,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22245\/revisions\/22246"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22245"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22245"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22245"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}