{"id":22028,"date":"2016-12-30T00:18:38","date_gmt":"2016-12-30T02:18:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=22028"},"modified":"2016-12-22T20:21:06","modified_gmt":"2016-12-22T22:21:06","slug":"com-brasil-em-crise-concessao-de-visto-de-trabalho-para-estrangeiros-cai-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/com-brasil-em-crise-concessao-de-visto-de-trabalho-para-estrangeiros-cai-21\/","title":{"rendered":"Com Brasil em crise, concess\u00e3o de visto de trabalho para estrangeiros cai 21%"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O Brasil perdeu atratividade na rota de trabalho internacional. A concess\u00e3o de visto de trabalho para estrangeiros caiu 21,12% em 2015, \u00faltimo dado dispon\u00edvel, somando 36.868 autoriza\u00e7\u00f5es. O levantamento foi feito\u00a0com base em estat\u00edsticas da Coordena\u00e7\u00e3o Geral de Imigra\u00e7\u00e3o (CGIg) do Minist\u00e9rio do Trabalho. Quase metade desses profissionais foram para o Estado do Rio de Janeiro.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;\u00c9 uma queda natural que acompanha o momento econ\u00f4mico que estamos vivendo&#8221;, afirma Luiz Alberto Matos dos Santos, coordenador geral substituto de imigra\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio do Trabalho.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Segundo Marta Mitico, s\u00f3cia-fundadora do escrit\u00f3rio BR-Visa, empresa que presta consultoria e assessoria em imigra\u00e7\u00e3o, o cen\u00e1rio econ\u00f4mico internacional e a crise no pa\u00eds contribu\u00edram para a queda. &#8220;A crise internacional somada a crise de credibilidade institucional tra\u00e7aram caminho para a queda de investimentos no Brasil e da vinda de estrangeiros. Com a economia t\u00e3o vol\u00favel, os empregadores est\u00e3o mais conservadores&#8221;, afirma.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A varia\u00e7\u00e3o cambial tamb\u00e9m pesou nesse movimento. Muitos desses expatriados buscam fazer sua poupan\u00e7a em d\u00f3lar. Em 2015, a moeda brasileira perdeu 48% do seu valor na compara\u00e7\u00e3o com o d\u00f3lar. Ficou, portanto, menos interessante para um estrangeiro receber em real.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Mudan\u00e7a de rota<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Quando a economia brasileira ia bem, o pa\u00eds ganhou destaque internacional e foi apontado como um mercado emergente e atrativo para investimentos. Um dos momentos mais emblem\u00e1ticos foi em novembro de 2009, quando o pa\u00eds ganhou a capa da revista The Economist, com uma foto do Cristo Redentor &#8220;decolando&#8221;. Entre 2008 e 2013, o Brasil era uma promessa de crescimento em um contexto em que os Estados Unidos e a Europa enfrentavam um cen\u00e1rio de crise.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Nesse contexto, o Brasil viveu um &#8220;boom&#8221; de profissionais estrangeiros entre 2011 e 2013, quando mais de 198 mil chegaram ao pa\u00eds, segundo dados do Minist\u00e9rio do Trabalho. Foram 69.077 em 2011, passando para 67.220 em 2012 e 62.387 em 2013.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Raphael Falc\u00e3o, diretor da consultoria de carreiras Hays, explica que os estrangeiros chegavam ao Brasil por tr\u00eas motivos: empresa enviava funcion\u00e1rio de confian\u00e7a para liderar opera\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, deslocava jovens talentos para projetos com potencial de crescimento para lan\u00e7amento de servi\u00e7o ou produto ou trazia do exterior profissionais com conhecimentos t\u00e9cnicos que n\u00e3o eram encontrados aqui.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Mas, a partir de 2014, a crise pol\u00edtica e econ\u00f4mica fez o Brasil sair do radar das empresas e investidores. Com esse cen\u00e1rio, investimentos foram deslocados para outros pa\u00edses e os profissionais estrangeiros tamb\u00e9m mudaram a sua rota.\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"unstyled\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Al\u00e9m disso, o custo de manter um expatriado no Brasil fez com que muitas empresas reavaliassem o seu quadro de expatriados. &#8220;Todas as empresas repensaram o seu modelo de neg\u00f3cio&#8221;, afirma Falc\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil perdeu atratividade na rota de trabalho internacional. 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