{"id":21919,"date":"2016-12-16T00:42:03","date_gmt":"2016-12-16T02:42:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=21919"},"modified":"2016-12-15T09:43:40","modified_gmt":"2016-12-15T11:43:40","slug":"para-cni-ajuste-fiscal-e-imperativo-para-retomada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/para-cni-ajuste-fiscal-e-imperativo-para-retomada\/","title":{"rendered":"Para CNI, ajuste fiscal \u00e9 &#8220;imperativo&#8221; para retomada"},"content":{"rendered":"<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) considera a consolida\u00e7\u00e3o do ajuste fiscal no pr\u00f3ximo ano &#8220;um imperativo para a recupera\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a e dos investimentos&#8221;. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 do gerente\u00adexecutivo de pol\u00edtica econ\u00f4mica da entidade, Flavio Castelo Branco. Ele ressaltou, entretanto, que &#8220;o processo de ajuste fiscal exige aten\u00e7\u00e3o para n\u00e3o<br \/>prejudicar avan\u00e7os em outras agendas&#8221;.<\/p>\n<p>Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, &#8220;2017 ser\u00e1 um ano dur\u00edssimo para a ind\u00fastria&#8221;. Segundo ele, &#8220;o Brasil, se crescer uma d\u00e9cada a 2%, est\u00e1 crescendo pouco. T\u00ednhamos que pensar em crescimento de 5% a 6% e para isso precisamos reduzir setor p\u00fablico e deixar economia avan\u00e7ar. N\u00e3o temos outra alternativa.&#8221;<\/p>\n<p>De acordo com a CNI, a economia deve avan\u00e7ar 0,5% em 2017 (metade do previsto pelo governo). Para este ano, a CNI espera queda de 3,6% no PIB. J\u00e1 o PIB industrial dever\u00e1 aumentar 1,3% em 2017 ante queda de 3,9% em 2016. &#8220;Queremos que o equil\u00edbrio fiscal seja restabelecido e a \u00fanica forma \u00e9 pelo gasto p\u00fablico, porque n\u00e3o temos espa\u00e7o mais para\u00a0aumentar carga tribut\u00e1ria no Brasil&#8221;, avalia Andrade.<\/p>\n<p>&#8220;Buscar receita na economia \u00e9 muito dif\u00edcil. Talvez uma nova repatria\u00e7\u00e3o traga recursos n\u00e3o previstos, mas o governo vai ter que conviver com esse gasto p\u00fablico e esse d\u00e9ficit fiscal&#8221;, disse o presidente da CNI. Ele tamb\u00e9m afirmou que \u00e9 importante que seja realizado &#8220;um novo Refis&#8221; em 2017.<\/p>\n<p>A retomada do crescimento em 2017 deve ser puxada por &#8220;uma rea\u00e7\u00e3o dos investimentos e das exporta\u00e7\u00f5es&#8221;. Para a CNI, a forma\u00e7\u00e3o bruta de capital fixo avan\u00e7ar\u00e1 2,3% no pr\u00f3ximo ano depois de cair 11,2% em 2016. As exporta\u00e7\u00f5es devem chegar a US$ 195 bilh\u00f5es em 2017, crescimento de 4% frente aos US$ 187 bilh\u00f5es projetados para este ano.<\/p>\n<p>Apesar disso, a CNI acredita que o desemprego aumentar\u00e1 em 2017, chegando a 12,4% da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa ap\u00f3s terminar 2016 em 11,2%. &#8220;Precisamos voltar a gerar emprego, porque \u00e9 sinal que vai ter consumo e consequentemente aumento da produ\u00e7\u00e3o&#8221;, disse Andrade.<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o foi considerada a boa not\u00edcia pelo presidente da CNI. As proje\u00e7\u00f5es da CNI apontam para aumento de 5% nos pre\u00e7os em 2017 ap\u00f3s avan\u00e7o de 6,6% em 2016. J\u00e1 a taxa de juros, considerada &#8220;alt\u00edssima&#8221; por Andrade, deve terminar 2017 ano em 10,75%, ap\u00f3s fechar 2016 em 13,75%.<\/p>\n<p>As previs\u00f5es da CNI tamb\u00e9m apontam para resultado prim\u00e1rio negativo em 2,7% do PIB no pr\u00f3ximo ano depois de um rombo de 2,5% em 2016. Isso deve levar a d\u00edvida bruta a atingir 76,2% do PIB em 2017. Para este ano, a proje\u00e7\u00e3o da CNI \u00e9 que chegue a 72,1%.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) considera a consolida\u00e7\u00e3o do ajuste fiscal no pr\u00f3ximo ano &#8220;um imperativo para a recupera\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a e dos investimentos&#8221;&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18164,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-21919","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21919","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21919"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21919\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21920,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21919\/revisions\/21920"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21919"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21919"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21919"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}