{"id":21837,"date":"2016-12-08T00:00:02","date_gmt":"2016-12-08T02:00:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=21837"},"modified":"2016-12-07T23:39:54","modified_gmt":"2016-12-08T01:39:54","slug":"bp-e-petroleira-com-maior-exposicao-a-cortes-opep-russia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/bp-e-petroleira-com-maior-exposicao-a-cortes-opep-russia\/","title":{"rendered":"BP \u00e9 petroleira com maior exposi\u00e7\u00e3o a cortes Opep-R\u00fassia"},"content":{"rendered":"<p>As grandes petroleiras multinacionais poder\u00e3o ter que fazer sua parte para reduzir a oferta ap\u00f3s o acordo hist\u00f3rico entre produtores da Opep e de fora do grupo, na semana passada.<\/p>\n<p>A BP tem a maior exposi\u00e7\u00e3o nos 13 pa\u00edses que afirmaram at\u00e9 o momento que reduzir\u00e3o sua produ\u00e7\u00e3o, segundo dados da empresa Rystad Energy. A prov\u00e1vel participa\u00e7\u00e3o da R\u00fassia, onde a BP possui participa\u00e7\u00e3o de 20% na Rosneft, a coloca \u00e0 frente das concorrentes Total, Royal Dutch Shell, Exxon Mobil, Eni e Chevron, segundo os dados.<\/p>\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o dos Pa\u00edses Exportadores de Petr\u00f3leo (Opep), que controla cerca de 40% do petr\u00f3leo do mundo, assumiu a tarefa de elevar os pre\u00e7os e reanimar o setor com os primeiros cortes \u00e0 produ\u00e7\u00e3o em oito anos.<\/p>\n<p>As petroleiras, que viram os lucros serem esmagados e os projetos atrasados ou cancelados durante a queda dos pre\u00e7os, caminham para o melhor desempenho anual de suas a\u00e7\u00f5es desde 2009. Mas apesar de o acordo impulsionar seu valor de mercado, as grandes petroleiras precisar\u00e3o suportar parte da carga.<\/p>\n<p>&#8220;Se a R\u00fassia reduzir sua produ\u00e7\u00e3o, acreditamos que os campos operados pela Rosneft ser\u00e3o afetados&#8221;, disse Espen Erlingsen, vice-presidente de an\u00e1lises da Rystad. &#8220;No Iraque o governo tamb\u00e9m precisar\u00e1 reduzir a produ\u00e7\u00e3o dos grandes campos de Basra. L\u00e1, o Rumaila, operado pela BP, \u00e9 um prov\u00e1vel candidato a cortes.&#8221;<\/p>\n<p>&#8216;Temos que cumprir&#8217;<br \/>A Total vem atr\u00e1s da BP, com 670 mil barris por dia em produ\u00e7\u00e3o nos pa\u00edses, segundo a Rystad. A quantidade inclui 288.000 barris por dia em Angola e 240 mil barris nos Emirados \u00c1rabes Unidos.<\/p>\n<p>Um corte da Opep de cerca de 700 mil barris por dia &#8212; mais modesto do que o total de 1,2 milh\u00e3o de barris finalmente acertado &#8212; reduziria a produ\u00e7\u00e3o da Total em 2% a 3% nos pa\u00edses da Opep, disse o CEO Patrick Pouyanne \u00e0 Mees, uma publica\u00e7\u00e3o do setor, em 25 de novembro, antes de o acordo ser fechado.<\/p>\n<p>&#8220;Temos que cumprir&#8221;, disse ele. &#8220;O acordo pode limitar nossa produ\u00e7\u00e3o em Abu Dhabi e possivelmente no Catar. Fizemos isso no passado e o faremos novamente se necess\u00e1rio.&#8221;<\/p>\n<p>Procurado, um porta-voz da Total preferiu n\u00e3o fazer coment\u00e1rios adicionais.<\/p>\n<p>A Shell tem 586 mil barris por dia de produ\u00e7\u00e3o nos pa\u00edses que aderiram ao acordo, a Exxon tem 563 mil barris, a Eni possui 497 mil barris e a Chevron, 194 mil barris, segundo a Rystad. Porta-vozes da Shell, da Eni e da Chevron preferiram n\u00e3o comentar e a Exxon n\u00e3o respondeu imediatamente aos pedidos de coment\u00e1rio.<\/p>\n<p>A R\u00fassia responde por cerca de metade do total de 1,6 milh\u00e3o de barris por dia que a BP possui nos pa\u00edses. A empresa \u00e9 tamb\u00e9m a maior petroleira multinacional em Angola, onde produz 310 mil barris di\u00e1rios, segundo a Rystad. Procurado, um porta-voz da BP preferiu n\u00e3o comentar os dados, nem informar se a empresa iniciou discuss\u00f5es com governos sobre o corte da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Uol<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As grandes petroleiras multinacionais poder\u00e3o ter que fazer sua parte para reduzir a oferta ap\u00f3s o acordo hist\u00f3rico entre produtores da Opep e de fora&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18517,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-21837","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21837","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21837"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21837\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21838,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21837\/revisions\/21838"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18517"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}