{"id":21680,"date":"2016-11-28T00:42:32","date_gmt":"2016-11-28T02:42:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=21680"},"modified":"2016-11-28T15:43:03","modified_gmt":"2016-11-28T17:43:03","slug":"navegacao-no-madeira-volta-ao-normal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/navegacao-no-madeira-volta-ao-normal\/","title":{"rendered":"Navega\u00e7\u00e3o no Madeira volta ao normal"},"content":{"rendered":"<p>Um dos trechos que ainda apresenta dificuldades para o trajeto no hor\u00e1rio noturno \u00e9 a regi\u00e3o do baixo Madeira a partir de Manicor\u00e9 (distante 330 quil\u00f4metros), e pr\u00f3ximo a Novo Aripuan\u00e3 (229 quil\u00f4metros), onde h\u00e1 forma\u00e7\u00e3o de bancos de areia e ac\u00famulo de sedimentos criados pela extra\u00e7\u00e3o em garimpos. A hidrovia do Rio Madeira \u00e9 um dos principais corredores log\u00edsticos do pa\u00eds por fazer parte do Arco Norte, por onde s\u00e3o transportados gr\u00e3os e outros alimentos, al\u00e9m de combust\u00edveis.<\/p>\n<p>De acordo com o representante de hidrovias da Fenavega e vice-presidente do Sindicato das Empresas de Navega\u00e7\u00e3o Fluvial no Estado do Amazonas (Sindarma), Claudomiro Carvalho, o transporte de cargas, no Estado, retoma o ritmo normal ap\u00f3s um per\u00edodo de forte estiagem. Ele afirma que o carregamento de combust\u00edveis, cargas em geral e gr\u00e3os ocorre plenamente.<\/p>\n<p>Carvalho relata que ainda h\u00e1 problemas para a navega\u00e7\u00e3o noturna nos trechos entre Manicor\u00e9 e Novo Aripuan\u00e3. Nessas \u00e1reas, as embarca\u00e7\u00f5es s\u00f3 conseguem transitar durante o dia devido a forma\u00e7\u00e3o de bancos de areia e ac\u00famulo de sedimentos gerados por balsas que sustentam bombas para a extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios em garimpos. Outra \u00e1rea invi\u00e1vel, neste per\u00edodo para a passagem noturna \u00e9 nas proximidades do munic\u00edpio de Borba, onde ocorre a vazante do rio Amazonas.<\/p>\n<p>\u201cA navega\u00e7\u00e3o retoma o ritmo normal. Teoricamente temos navega\u00e7\u00e3o plena. Por\u00e9m, com problemas em algumas \u00e1reas do baixo Madeira. Vemos que os problemas passaram e retornamos \u00e0s atividades com 100% da capacidade de carga\u201d, disse o representante. Conforme o Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM), nesta quarta-feira (23), a cota do rio Madeira na esta\u00e7\u00e3o de Humait\u00e1 atingiu 12 metros.<\/p>\n<p>Dragagem \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para a navega\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Conforme Carvalho, h\u00e1 esperan\u00e7as de que no pr\u00f3ximo ano o setor tenha um novo direcionamento sem onera\u00e7\u00e3o no transporte e paralisa\u00e7\u00e3o na condu\u00e7\u00e3o de produtos. A esperan\u00e7a est\u00e1 na execu\u00e7\u00e3o da dragagem (procedimento para remo\u00e7\u00e3o dos sedimentos que se encontram no fundo do rio para permitir a passagem das embarca\u00e7\u00f5es em \u00e1reas mais assoreadas).<\/p>\n<p>Neste m\u00eas, o Minist\u00e9rio dos Transportes, Portos e Avia\u00e7\u00e3o Civil, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), assinou o contrato de dragagem do rio Madeira, em Porto Velho (RO). O contrato prev\u00ea que os servi\u00e7os aconte\u00e7am no per\u00edodo cinco anos a partir de 2017.<\/p>\n<p>\u201cEsperamos que em 2017 vivamos uma realidade diferente devido a dragagem. Que tenhamos uma navega\u00e7\u00e3o plena com no m\u00ednimo 2,5 metros a 3 metros de calado. Conforme a Ordem de Servi\u00e7o assinada pelo Dnit, os trabalhos devem come\u00e7ar a partir de julho de 2017\u201d, comentou.<\/p>\n<p>O contrato, no valor de R$ 80 milh\u00f5es assegurar\u00e1 que durante os pr\u00f3ximos cinco anos seja feita a desobstru\u00e7\u00e3o do leito do rio, o balizamento e sinaliza\u00e7\u00e3o, entre outros servi\u00e7os que possibilitar\u00e3o melhores condi\u00e7\u00f5es de navegabilidade na regi\u00e3o tamb\u00e9m nos per\u00edodos de estiagem.<\/p>\n<p>O Dnit anunciou que um trecho 1.086 quil\u00f4metros de extens\u00e3o do rio Madeira, que vai da capital de Rond\u00f4nia at\u00e9 o munic\u00edpio de Itacoatiara (AM), receber\u00e3o dragagem. O trecho \u00e9 considerado cr\u00edtico pelo pr\u00f3prio Dnit. H\u00e1 dois anos o servi\u00e7o n\u00e3o era realizado e a dragagem \u00e9 uma das principais reivindica\u00e7\u00f5es das empresas de transporte aquavi\u00e1rio do Amazonas e de Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>Preju\u00edzos da seca<\/p>\n<p>Segundo Carvalho, devido \u00e0s dificuldades de navega\u00e7\u00e3o, houve umento no tempo de viagem que de Manaus a Porto Velho normalmente ocorre entre sete e oito dias, na vazante chegou a at\u00e9 12 dias. Enquanto de Porto Velho a Manaus, o trajeto que durava entre tr\u00eas e quatro dias chegou a sete dias de viagem.<\/p>\n<p>\u201cOnera o custo da viagem porque proporcionalmente se transporta menos carga em maior tempo de viagem. Reduz as cargas devido aos bancos de areia\u201d, explica.<\/p>\n<p>Fonte:Portalamaz\u00f4nia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos trechos que ainda apresenta dificuldades para o trajeto no hor\u00e1rio noturno \u00e9 a regi\u00e3o do baixo Madeira a partir de Manicor\u00e9 (distante 330&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19890,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-21680","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21680","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21680"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21680\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21681,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21680\/revisions\/21681"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19890"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21680"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21680"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21680"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}