{"id":21265,"date":"2016-10-14T01:00:59","date_gmt":"2016-10-14T04:00:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=21265"},"modified":"2016-10-13T20:36:11","modified_gmt":"2016-10-13T23:36:11","slug":"exportacoes-do-ce-no-maior-nivel-desde-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/exportacoes-do-ce-no-maior-nivel-desde-2014\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es do CE no maior n\u00edvel desde 2014"},"content":{"rendered":"<p>O valor das exporta\u00e7\u00f5es cearenses em setembro (US$ 142,7 milh\u00f5es) atingiu o maior patamar desde agosto de 2014 (US$ 149,2 milh\u00f5es). No acumulado de janeiro a setembro deste ano, o Estado exportou US$ 827,9 milh\u00f5es, o que representa um crescimento de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao valor exportado no mesmo per\u00edodo do ano passado (US$ 745,7 milh\u00f5es). E com rela\u00e7\u00e3o a agosto (US$ 126,2 milh\u00f5es), a alta, em setembro, foi de 13%.<\/p>\n<p>A maior parte das exporta\u00e7\u00f5es no m\u00eas (US$ 104,0 milh\u00f5es) foi de produtos industrializados, cujo valor registrou crescimento de 4,3% em rela\u00e7\u00e3o a agosto. J\u00e1 os itens b\u00e1sicos somaram US$ 37,4 milh\u00f5es em setembro, o que representou um incremento de 48,7% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (Mdic)<\/p>\n<p>Para Eduardo Bezerra, superintendente do Centro Internacional de Neg\u00f3cios do Cear\u00e1 (CIN\/CE), da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Cear\u00e1 (Fiec), o resultado de setembro sinaliza que o pior momento para as exporta\u00e7\u00f5es cearenses pode ter ficado para tr\u00e1s. &#8220;Isso n\u00e3o significa um progn\u00f3stico para o fim do ano, at\u00e9 porque o Cear\u00e1 continua sendo um grande exportador de frutas e a seca ainda n\u00e3o a acabou, mas setor cal\u00e7adista, que n\u00e3o depende de chuvas, ajuda a sustentar as nossas exporta\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n<p>O produto mais exportados no acumulado do ano foi a castanha de caju, fresca ou seca, sem casca, com US$ 78,2 milh\u00f5es, referentes a 9,5 mil toneladas. O valor foi 21,9% acima do registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado. Em seguida aparece o item de couros\/peles, bovinos, com US$ 63,2 milh\u00f5es, queda de 9,1% em rela\u00e7\u00e3o aos nove primeiros meses de 2015. E como terceiro item mais exportado pelo Estado no ano, aparece o grupo de partes de outros motores\/geradores, com US$ 54,3 milh\u00f5es, o que representou um crescimento de 85,2% em rela\u00e7\u00e3o ao valor exportado de janeiro a setembro do ano passado.<\/p>\n<p>Eduardo Bezerra ressalta que, mesmo sem rebanho, o setor de couros vem se destacando na pauta de exporta\u00e7\u00f5es do Estado. &#8220;O Cear\u00e1 compra couro do Brasil central, industrializa aqui, agrega valor e exporta&#8221;, ele diz. &#8220;Como n\u00e3o h\u00e1 seca nas regi\u00f5es produtoras, o setor coureiro tamb\u00e9m sustenta esse resultado satisfat\u00f3rio&#8221;, completa.<\/p>\n<p>Bezerra acredita ainda que o setor de granito deve impulsionar as exporta\u00e7\u00f5es cearenses num futuro pr\u00f3ximo. &#8220;O granito representa o setor mais promissor do estado do Cear\u00e1. Antigamente as rochas saiam do Cear\u00e1 e iam para o Esp\u00edrito Santo, onde eram processadas l\u00e1 e saiam pelo porto de Tubar\u00e3o. Agora, dez empresas est\u00e3o vindo para o Cear\u00e1, e eles podem fazer o processamento das rochas na ZPE (Zona de Processamento e Exporta\u00e7\u00e3o), ganhando uma economia incr\u00edvel de frete&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Balan\u00e7a deficit\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do resultado positivo, em setembro o Estado registrou d\u00e9ficit de US$ 41,6 milh\u00f5es na balan\u00e7a comercial, devido ao aumento das importa\u00e7\u00f5es. Em setembro, o Cear\u00e1 importou US$ 184,3 milh\u00f5es, 47% a mais do que em agosto. No acumulado de janeiro a setembro, o d\u00e9ficit comercial j\u00e1 chega a US$ 2,1 bilh\u00f5es, valor cerca de 50% superior ao d\u00e9ficit acumulado no mesmo per\u00edodo de 2015. No ano, o produto que liderou as importa\u00e7\u00f5es foi o G\u00e1s Natural Liquefeito (GNL), no valor total de US$ 202,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Pa\u00edses<\/strong><\/p>\n<p>O principal destino das exporta\u00e7\u00f5es cearenses, de janeiro a setembro, foram os Estados Unidos, para onde foram enviados US$ 210,5 milh\u00f5es em mercadorias, 18,4% a mais do que no mesmo per\u00edodo de 2015. Em seguida aparecem Argentina (US$ 87,9 milh\u00f5es), Alemanha (US$ 69,8 milh\u00f5es), Hungria (US$ 46,5 milh\u00f5es) e Holanda (US$ 45,8 milh\u00f5es). Os valores divulgados pelo Mdic s\u00e3o em US$ FOB (Free on Board), modalidade pela qual o exportador \u00e9 respons\u00e1vel pela carga at\u00e9 que esta seja embarcada no navio, ficando os custos com frete sob responsabilidade do importador.<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Nordeste<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O valor das exporta\u00e7\u00f5es cearenses em setembro (US$ 142,7 milh\u00f5es) atingiu o maior patamar desde agosto de 2014 (US$ 149,2 milh\u00f5es). 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