{"id":21246,"date":"2016-10-13T08:59:01","date_gmt":"2016-10-13T11:59:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=21246"},"modified":"2016-10-13T08:59:01","modified_gmt":"2016-10-13T11:59:01","slug":"porto-de-santos-e-estrategico-para-os-embarques-de-soja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/porto-de-santos-e-estrategico-para-os-embarques-de-soja\/","title":{"rendered":"Porto de Santos \u00e9 estrat\u00e9gico para os embarques de soja"},"content":{"rendered":"<p>O Porto de Santos desempenha um papel estrat\u00e9gico para o agroneg\u00f3cio brasileiro. Ele \u00e9 l\u00edder nas exporta\u00e7\u00f5es nacionais de cargas como suco de laranja, caf\u00e9, a\u00e7\u00facar e, tamb\u00e9m, soja. No complexo santista, ali\u00e1s, o gr\u00e3o \u00e9 a principal mercadoria movimentada. Neste ano, at\u00e9 agosto, mais de um quinto das opera\u00e7\u00f5es ocorridas na regi\u00e3o foram de soja.<\/p>\n<p>Dados da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp, a Autoridade Portu\u00e1ria de Santos) apontam que, nos oito primeiros meses do ano, das 78,62 milh\u00f5es de toneladas escoadas pelos terminais do complexo mar\u00edtimo, 17,76 milh\u00f5es de toneladas foram de soja, o equivalente a 22% do total.<\/p>\n<p>A carga \u00e9 movimentada de duas formas. Como gr\u00e3os, nesse per\u00edodo, foram 14,42 milh\u00f5es de toneladas. Como farelo, a quantidade foi de 3,34 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>A soja \u00e9 embarcada nas duas margens do estu\u00e1rio. No lado direito (Santos), ela \u00e9 carregada tanto pelos terminais do Corredor de Exporta\u00e7\u00e3o (nas proximidades da Ponta da Praia) como pelas instala\u00e7\u00f5es do Paquet\u00e1 e de Outeirinhos. A opera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e1 presente nos terminais da Margem Esquerda.<\/p>\n<p>O gr\u00e3o e o farelo chegam \u00e0 regi\u00e3o vindos principalmente das zonas de produ\u00e7\u00e3o do Centro-Oeste. No caminho at\u00e9 o cais santista, eles s\u00e3o transportados por ferrovias, hidrovias e rodovias. Mas no Porto, v\u00ea em vag\u00f5es ou caminh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os ve\u00edculos descarregam nas moegas, grelhas instaladas no piso dos terminais e que se ligam a um sistema de esteiras, por onde os gr\u00e3os ou os farelos s\u00e3o levados at\u00e9 o interior dos armaz\u00e9ns. De l\u00e1, no momento do embarque, os produtos tamb\u00e9m s\u00e3o transportados em esteiras, mas at\u00e9 os shiploaders, equipamentos instalados no costado, em frente aos navios, e que lan\u00e7am as cargas no interior dos por\u00f5es.<\/p>\n<p>Durante essa opera\u00e7\u00e3o, \u00e9 comum a emiss\u00e3o de p\u00f3 de soja (material particulado) na atmosfera, poluindo o meio ambiente. Para evitar esse problema, as autoridades exigem que os terminais instalem equipamentos para evitar a libera\u00e7\u00e3o dessas part\u00edculas. A operadora ADM do Brasil, por exemplo, planeja colocar esse tipo de maquin\u00e1rio em sua unidade no Porto de Santos, que est\u00e1 sendo modernizada<\/p>\n<p>Fonte Tribna online<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Porto de Santos desempenha um papel estrat\u00e9gico para o agroneg\u00f3cio brasileiro. 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