{"id":21150,"date":"2016-10-05T01:00:43","date_gmt":"2016-10-05T04:00:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=21150"},"modified":"2016-10-04T21:35:21","modified_gmt":"2016-10-05T00:35:21","slug":"impasse-nas-obras-de-acesso-ao-porto-de-santos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/impasse-nas-obras-de-acesso-ao-porto-de-santos\/","title":{"rendered":"Impasse nas obras de acesso ao porto de Santos"},"content":{"rendered":"<p>Enquanto a Prefeitura de Santos j\u00e1 iniciou suas obras na entrada da Cidade e o Governo do Estado estuda uma forma de viabilizar sua parte nos trabalhos com a prorroga\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o da Ecovias, que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), a parte federal ainda n\u00e3o saiu do papel. O conv\u00eanio entre a Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp) e a Dersa para o desenvolvimento do projeto de um novo acesso vi\u00e1rio ao Porto de Santos expirou e n\u00e3o foi renovado no prazo.<\/p>\n<p>Uni\u00e3o, Estado e Munic\u00edpio assinaram um conv\u00eanio para realizar interven\u00e7\u00f5es na entrada da Cidade. No total, elas dever\u00e3o custar R$ 378 milh\u00f5es, a serem divididos entre as tr\u00eas esferas do poder. No entanto, por conta da crise econ\u00f4mica, a Uni\u00e3o ainda n\u00e3o sinalizou quando a verba ser\u00e1 liberada.<\/p>\n<p>O projeto das interven\u00e7\u00f5es que Bras\u00edlia far\u00e1 nos acessos ao Porto ficou sob a responsabilidade da Dersa, a partir de um conv\u00eanio com a Codesp. No entanto, o prazo contratual se esgotou antes da entrega dos estudos.<\/p>\n<p>Executivos da Docas informaram que a estatal trabalhava na renova\u00e7\u00e3o do conv\u00eanio. No entanto, as tratativas n\u00e3o avan\u00e7aram. A Secretaria de Log\u00edstica e Transportes do Estado de S\u00e3o Paulo (\u00e0 qual a Dersa \u00e9 ligada) informou que as partes ainda negociam os pr\u00f3ximos passos, mas n\u00e3o especificou se um novo conv\u00eanio ser\u00e1 firmado.<\/p>\n<p>A pasta estadual tamb\u00e9m n\u00e3o explicou qual ser\u00e1 o futuro do projeto. Ao analisar a parte portu\u00e1ria do estudo em elabora\u00e7\u00e3o pela Dersa, a Codesp concluiu que ela n\u00e3o eliminava completamente o problema de acesso ao complexo mar\u00edtimo. O motivo \u00e9 que esse estudo \u2013 que custou R$ 15 milh\u00f5es, divididos entre a estatal e o Governo do Estado \u2013 contempla, na regi\u00e3o sob a responsabilidade da Docas, apenas a amplia\u00e7\u00e3o da capacidade de tr\u00e1fego do acesso j\u00e1 existente \u2013 o Viaduto da Alemoa. N\u00e3o est\u00e1 previsto um novo caminho \u00e0s instala\u00e7\u00f5es da Margem Direita.<\/p>\n<p>Diante disso, a Autoridade Portu\u00e1ria pediu que os estudos em andamento contemplem a inclus\u00e3o de uma nova alternativa vi\u00e1ria ao cais santista. A necessidade de um segundo acesso ficou ainda mais evidente ap\u00f3s o inc\u00eandio que atingiu os tanques da Ultracargo, na Alemoa, em abril do ano passado. Na ocasi\u00e3o, o Viaduto da Alemoa precisou ser interditado e todo o Porto sofreu as consequ\u00eancias da medida de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>At\u00e9 o pedido da Codesp, o projeto vi\u00e1rio tinha como objetivo encontrar solu\u00e7\u00f5es para a melhoria na capacidade vi\u00e1ria do atual acesso ao Porto. O estudo foi idealizado para eliminar os gargalos enfrentados pelo tr\u00e1fego de caminh\u00f5es na entrada da Cidade.<\/p>\n<p>Est\u00e1 prevista a constru\u00e7\u00e3o, pela Uni\u00e3o, de uma al\u00e7a no Viaduto da Alemoa a ser destinada aos caminh\u00f5es que seguem da Rodovia Anchieta com destino ao cais. A ideia \u00e9 que os ve\u00edculos n\u00e3o precisem passar da faixa da direita para a da esquerda antes de acessar a passagem.<\/p>\n<p>Com essa interven\u00e7\u00e3o, os caminh\u00f5es que descem o Viaduto da Alemoa, com destino \u00e0 Rodovia Anchieta, n\u00e3o precisar\u00e3o acessar a al\u00e7a existente. Com isso, tamb\u00e9m n\u00e3o ser\u00e1 necess\u00e1ria a troca de faixas.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi projetada a implanta\u00e7\u00e3o de um segundo viaduto de acesso ao Porto. Ele ligar\u00e1 o Ret\u00e3o da Alemoa ao viaduto original. Isso eliminar\u00e1 a rotat\u00f3ria na via e os caminh\u00f5es que estiverem saindo do Porto ter\u00e3o como op\u00e7\u00e3o todas as faixas da Avenida Augusto Scaraboto (continua\u00e7\u00e3o do viaduto na Alemoa).<\/p>\n<p><strong>Estado e Munic\u00edpio<\/strong><\/p>\n<p>Diferentemente da parte federal, a estadual no empreendimento j\u00e1 tem suas obras definidas. Ser\u00e3o tr\u00eas as interven\u00e7\u00f5es: a retifica\u00e7\u00e3o da Pista Sul da Anchieta, com interliga\u00e7\u00e3o das vias marginais sob o novo viaduto do Km 65; a constru\u00e7\u00e3o de um novo equipamento de conex\u00e3o entre as marginais da rodovia, no Piratininga; e a implanta\u00e7\u00e3o de uma nova sa\u00edda no viaduto da Alemoa, sentido Planalto.<\/p>\n<p>A Administra\u00e7\u00e3o Municipal ficou respons\u00e1vel pela interliga\u00e7\u00e3o em desn\u00edvel da Avenida Nossa Senhora de F\u00e1tima \u00e0 Via Anchieta e pela interliga\u00e7\u00e3o da Marginal Sul da rodovia com a Rua J\u00falia Ferreira de Carvalho, por meio de uma ponte sobre o Rio S\u00e3o Jorge. Procurada, a Codesp n\u00e3o respondeu aos questionamentos at\u00e9 o fechamento da edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto a Prefeitura de Santos j\u00e1 iniciou suas obras na entrada da Cidade e o Governo do Estado estuda uma forma de viabilizar sua parte&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":18377,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-21150","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21150","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21150"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21150\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21151,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21150\/revisions\/21151"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18377"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21150"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21150"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21150"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}