{"id":20982,"date":"2016-09-26T00:00:32","date_gmt":"2016-09-26T03:00:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=20982"},"modified":"2016-09-25T22:22:06","modified_gmt":"2016-09-26T01:22:06","slug":"oog-tenta-fornecer-de-novo-a-petrobras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/oog-tenta-fornecer-de-novo-a-petrobras\/","title":{"rendered":"OOG tenta fornecer de novo \u00e0 Petrobras"},"content":{"rendered":"<p><span>Enquanto aguarda decis\u00e3o final da Controladoria Geral da Uni\u00e3o (CGU), que pode determinar o arquivamento do processo contra a empresa por falta de evid\u00eancias de pr\u00e1ticas de corrup\u00e7\u00e3o e que poder\u00e1 retir\u00e1-la da lista de bloqueio cautelar da Petrobras, a Odebrecht \u00d3leo e G\u00e1s (OOG), bra\u00e7o do grupo Odebrecht fornecedor de equipamentos e prestador de servi\u00e7os para a ind\u00fastria petroleira, obteve este m\u00eas resultado favor\u00e1vel de uma auditoria independente. Feito pelo escrit\u00f3rio Veirano Advogados, o trabalho concluiu n\u00e3o haver evid\u00eancias de pagamentos ou oferecimento de vantagens indevidas pela OOG a agentes p\u00fablicos.<\/span><\/p>\n<p><span>A auditoria independente, contratada pela pr\u00f3pria OOG e realizada com aux\u00edlio de empresa forense internacional, foi iniciada h\u00e1 cerca de um ano e incluiu a coleta de mais de 1,2 milh\u00e3o de documentos eletr\u00f4nicos e entrevistas com integrantes da companhia.<\/span><\/p>\n<p><span>A empresa tamb\u00e9m j\u00e1 contratou um &#8220;Chief Compliance Officer&#8221; (CCO) &#8211; um diretor de governan\u00e7a e conformidade. O novo executivo, que n\u00e3o teve seu nome revelado e que dever\u00e1 assumir o cargo ainda este m\u00eas, se reportar\u00e1 diretamente ao conselho de administra\u00e7\u00e3o da OOG.<\/span><\/p>\n<p><span>A estrat\u00e9gia da empresa \u00e9 comprovar que n\u00e3o h\u00e1 irregularidades na companhia, separando-a da holding Odebrecht, que est\u00e1 envolvida na &#8220;Lava-Jato&#8221;, for\u00e7a-tarefa da Pol\u00edcia Federal e do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal que apura pr\u00e1ticas de corrup\u00e7\u00e3o principalmente por construtoras e fornecedoras da Petrobras. O ex-presidente da holding, Marcelo Odebrecht, continua preso desde junho do ano passado.<\/span><\/p>\n<p><span>O objetivo da OOG \u00e9 ter o mesmo \u00eaxito obtido pela sua concorrente Queiroz Galv\u00e3o \u00d3leo e G\u00e1s (QGOG). Em fevereiro deste ano, o bra\u00e7o do grupo Queiroz Galv\u00e3o na \u00e1rea de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o \u00e0 ind\u00fastria petrol\u00edfera teve seu respectivo processo arquivado pela CGU e, com isso, foi retirado da lista de bloqueio cautelar da Petrobras que impede empresas de serem contratadas ou participarem de licita\u00e7\u00f5es da estatal. Segundo informa\u00e7\u00e3o, a OOG j\u00e1 tem parecer interno da CGU favor\u00e1vel ao arquivamento do processo.<\/span><\/p>\n<p><span>Nesta semana, o diretor de Governan\u00e7a, Risco e Conformidade da estatal, Jo\u00e3o Elek, afirmou que aguarda a manifesta\u00e7\u00e3o da CGU sobre a situa\u00e7\u00e3o de algumas fornecedoras. &#8220;Existem v\u00e1rias empresas para as quais iniciamos procedimentos administrativos em rela\u00e7\u00e3o a elas e que foram avocadas pela CGU, que depois n\u00e3o mais se manifestou. Para aqueles casos que foram arquivados pela CGU, n\u00f3s ent\u00e3o relistamos essas empresas e inclu\u00edmos na rela\u00e7\u00e3o aquelas ativas conosco&#8221;, disse o executivo, durante apresenta\u00e7\u00e3o do novo plano de neg\u00f3cios da estatal, com horizonte 2017-2021. Atualmente, 32 empresas integram a lista de bloqueio cautelar da Petrobras.<\/span><\/p>\n<p><span>Fonte: Valor Econ\u00f4mico<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto aguarda decis\u00e3o final da Controladoria Geral da Uni\u00e3o (CGU), que pode determinar o arquivamento do processo contra a empresa por falta de evid\u00eancias de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":19555,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-20982","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20982","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20982"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20982\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20983,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20982\/revisions\/20983"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19555"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20982"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20982"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20982"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}